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Policial

Mulher é indiciada por esquema de R$ 1,4 milhão em fraudes patrimoniais em Sergipe

A Polícia Civil de Sergipe concluiu o inquérito que apurou um esquema de fraudes patrimoniais estimado em R$ 1,4 milhão e indiciou uma mulher apontada como responsável pelas irregularidades. De acordo com a Delegacia de Defraudações e Combate à Pirataria (DDCP), vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), a investigação foi finalizada e […]

05/12/2025 · 08h10 · Atualizado às 19h20
Mulher é indiciada por esquema de R$ 1,4 milhão em fraudes patrimoniais em Sergipe

A Polícia Civil de Sergipe concluiu o inquérito que apurou um esquema de fraudes patrimoniais estimado em R$ 1,4 milhão e indiciou uma mulher apontada como responsável pelas irregularidades.

De acordo com a Delegacia de Defraudações e Combate à Pirataria (DDCP), vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), a investigação foi finalizada e divulgada na quinta-feira, 4. As apurações mostram que a suspeita se aproveitava da proximidade com ex-cônjuges e funcionários de suas empresas para obter vantagens ilícitas.

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Segundo a polícia, a indiciada incluía as vítimas como proprietárias de suas empresas sem autorização, buscando benefícios futuros em nomes alheios. Desde 2019, ela teria falsificado assinaturas e, em outras ocasiões, constrangido as pessoas a assinarem documentos sem conhecer o conteúdo.

Como consequência, várias vítimas passaram a responder a processos de execução, sofreram penhoras de bens e outros constrangimentos judiciais, mesmo sem terem participado de transações comerciais. Apesar de possuir patrimônio considerável, a investigada deixou de pagar dívidas com instituições financeiras e órgãos públicos, transferindo os débitos para terceiros.

O inquérito reúne depoimentos, laudo pericial que comprova as falsificações e extensa documentação das dívidas geradas. Durante as investigações, surgiram indícios de que a mulher pretendia assumir novos negócios em outro país e tentou influenciar uma testemunha a não comparecer à delegacia, aumentando o risco de continuidade das fraudes.

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Diante da gravidade dos fatos, as vítimas apresentaram representação criminal. A Polícia Civil solicitou o sequestro e a indisponibilidade de bens da investigada, pedido acolhido pela Justiça, que determinou o bloqueio de ativos financeiros e a constrição patrimonial até o montante de R$ 1,4 milhão.

O órgão policial reforçou o compromisso de proteger o patrimônio dos cidadãos e responsabilizar autores de fraudes e estelionatos, sobretudo em casos que envolvem abuso de confiança e manipulação de vínculos pessoais.

 

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A Polícia Civil de Sergipe concluiu o inquérito que apurou um esquema de fraudes patrimoniais estimado em R$ 1,4 milhão e indiciou uma mulher apontada como responsável pelas irregularidades.

De acordo com a Delegacia de Defraudações e Combate à Pirataria (DDCP), vinculada ao Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), a investigação foi finalizada e divulgada na quinta-feira, 4. As apurações mostram que a suspeita se aproveitava da proximidade com ex-cônjuges e funcionários de suas empresas para obter vantagens ilícitas.

Segundo a polícia, a indiciada incluía as vítimas como proprietárias de suas empresas sem autorização, buscando benefícios futuros em nomes alheios. Desde 2019, ela teria falsificado assinaturas e, em outras ocasiões, constrangido as pessoas a assinarem documentos sem conhecer o conteúdo.

Como consequência, várias vítimas passaram a responder a processos de execução, sofreram penhoras de bens e outros constrangimentos judiciais, mesmo sem terem participado de transações comerciais. Apesar de possuir patrimônio considerável, a investigada deixou de pagar dívidas com instituições financeiras e órgãos públicos, transferindo os débitos para terceiros.

O inquérito reúne depoimentos, laudo pericial que comprova as falsificações e extensa documentação das dívidas geradas. Durante as investigações, surgiram indícios de que a mulher pretendia assumir novos negócios em outro país e tentou influenciar uma testemunha a não comparecer à delegacia, aumentando o risco de continuidade das fraudes.

Diante da gravidade dos fatos, as vítimas apresentaram representação criminal. A Polícia Civil solicitou o sequestro e a indisponibilidade de bens da investigada, pedido acolhido pela Justiça, que determinou o bloqueio de ativos financeiros e a constrição patrimonial até o montante de R$ 1,4 milhão.

O órgão policial reforçou o compromisso de proteger o patrimônio dos cidadãos e responsabilizar autores de fraudes e estelionatos, sobretudo em casos que envolvem abuso de confiança e manipulação de vínculos pessoais.

 

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