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Nikolas acusa parcialidade no julgamento e questiona critérios aplicados

Nikolas questionou condenação de Bolsonaro, defendeu erro processual em anulação de Lula e criticou suposta desigualdade na aplicação de penas.

22/08/2026 · 18h14
Nikolas acusa parcialidade no julgamento e questiona critérios aplicados

O deputado Nikolas Ferreira disse que erro processual levou à anulação de condenações e criticou desigualdade na aplicação de penas. Em entrevista, comparou punições entre grupos políticos e questionou eventual anistia.

O deputado Nikolas Ferreira questionou a condenação de Jair Bolsonaro e defendeu que não houve anulação das condenações de Luiz Inácio Lula da Silva, mas sim erro no processo que teria levado à anulação. Em entrevista a Caio Barbieri, no programa Política em Minutos, o parlamentar comparou as penas aplicadas a diferentes grupos políticos e criticou o que chamou de falta de igualdade na aplicação das regras.

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Ao ser questionado sobre a possibilidade de Bolsonaro ser anistiado caso Flávio Bolsonaro ou outros candidatos sejam eleitos, Nikolas afirmou e voltou a levantar dúvidas sobre os critérios adotados em julgamentos de figuras públicas.

“Não. Aí que está: não houve anulações da condenação do Lula. O que houve foi que eles erraram o CEP. ‘Meu Deus, errei o CEP aqui. Coloquei não era Curitiba, era outro. E aí vamos fazer o seguinte: passou o tempo, então vamos inocentá-los’. E não há que se comparar: um foi preso, mais uma vez, por corrupção e lavagem de dinheiro; o Bolsonaro foi condenado… Em um dos cinco crimes lá, formação de quadrilha armada. Não tinha uma arma. Que golpe é esse?”

O deputado também trouxe à entrevista episódios de protestos e atos políticos em momentos distintos como parâmetro para questionar a diferenciação nas punições. Nikolas citou manifestações de 2016 e episódios ocorridos durante e após o governo Temer, além de ações relacionadas a movimentos sociais e grupos antifascistas, para argumentar que nem sempre houve aplicação equivalente de sanções.

“Você que está me vendo aí, você não precisa gostar do Bolsonaro, não, amigo. A esquerda cansou de fazer isso em Brasília. Dá uma olhadinha aí, joga no Google: 2016, depois quando o Temer também assumiu, quando o Temer inclusive saiu e o Bolsonaro assumiu. Queimaram o Ministério da Educação, fizeram a mesma baderna. O MST já invadiu o Congresso. Cadê a pena deles? Aqui na Avenida Paulista, já queimaram ali a FIESP, inclusive o Boulos falando: ‘Não, porque isso aqui é um ato de revolução’, etc. Quantos anos de cadeia os Black Blocs tomaram? Nada.”

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Na sequência, Nikolas questionou a composição do colegiado que teria julgado a ação envolvendo Bolsonaro, levantando suspeitas sobre imparcialidade e indicações políticas na formação do tribunal responsável pela decisão.

“Então, mais uma vez, não precisa gostar do seu opositor, mas falar que a regra do jogo está sendo justa para ambos os lados… Quem julgou o Bolsonaro nessa condenação? Foram cinco. Dos cinco, um foi indicado pelo Temer, que é o Alexandre de Moraes; os outros quatro, pelo Lula. Botaram cinco argentinos para julgar o Pelé.”

As declarações foram dadas durante a entrevista transmitida no programa Política em Minutos. A notícia foi publicada em 21/08/2026.

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Fonte: Portal Léo Dias

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O deputado Nikolas Ferreira disse que erro processual levou à anulação de condenações e criticou desigualdade na aplicação de penas. Em entrevista, comparou punições entre grupos políticos e questionou eventual anistia.

O deputado Nikolas Ferreira questionou a condenação de Jair Bolsonaro e defendeu que não houve anulação das condenações de Luiz Inácio Lula da Silva, mas sim erro no processo que teria levado à anulação. Em entrevista a Caio Barbieri, no programa Política em Minutos, o parlamentar comparou as penas aplicadas a diferentes grupos políticos e criticou o que chamou de falta de igualdade na aplicação das regras.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de Bolsonaro ser anistiado caso Flávio Bolsonaro ou outros candidatos sejam eleitos, Nikolas afirmou e voltou a levantar dúvidas sobre os critérios adotados em julgamentos de figuras públicas.

“Não. Aí que está: não houve anulações da condenação do Lula. O que houve foi que eles erraram o CEP. ‘Meu Deus, errei o CEP aqui. Coloquei não era Curitiba, era outro. E aí vamos fazer o seguinte: passou o tempo, então vamos inocentá-los’. E não há que se comparar: um foi preso, mais uma vez, por corrupção e lavagem de dinheiro; o Bolsonaro foi condenado… Em um dos cinco crimes lá, formação de quadrilha armada. Não tinha uma arma. Que golpe é esse?”

O deputado também trouxe à entrevista episódios de protestos e atos políticos em momentos distintos como parâmetro para questionar a diferenciação nas punições. Nikolas citou manifestações de 2016 e episódios ocorridos durante e após o governo Temer, além de ações relacionadas a movimentos sociais e grupos antifascistas, para argumentar que nem sempre houve aplicação equivalente de sanções.

“Você que está me vendo aí, você não precisa gostar do Bolsonaro, não, amigo. A esquerda cansou de fazer isso em Brasília. Dá uma olhadinha aí, joga no Google: 2016, depois quando o Temer também assumiu, quando o Temer inclusive saiu e o Bolsonaro assumiu. Queimaram o Ministério da Educação, fizeram a mesma baderna. O MST já invadiu o Congresso. Cadê a pena deles? Aqui na Avenida Paulista, já queimaram ali a FIESP, inclusive o Boulos falando: ‘Não, porque isso aqui é um ato de revolução’, etc. Quantos anos de cadeia os Black Blocs tomaram? Nada.”

Na sequência, Nikolas questionou a composição do colegiado que teria julgado a ação envolvendo Bolsonaro, levantando suspeitas sobre imparcialidade e indicações políticas na formação do tribunal responsável pela decisão.

“Então, mais uma vez, não precisa gostar do seu opositor, mas falar que a regra do jogo está sendo justa para ambos os lados… Quem julgou o Bolsonaro nessa condenação? Foram cinco. Dos cinco, um foi indicado pelo Temer, que é o Alexandre de Moraes; os outros quatro, pelo Lula. Botaram cinco argentinos para julgar o Pelé.”

As declarações foram dadas durante a entrevista transmitida no programa Política em Minutos. A notícia foi publicada em 21/08/2026.

Fonte: Portal Léo Dias

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