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Tati Minerato tenta recomeço no Carnaval do Rio após polêmicas em SP

Tati Minerato busca recomeço no Carnaval do Rio após saída de São Paulo; repercussão de polêmica envolvendo a irmã também afeta negociações.

22/08/2026 · 18h14
Tati Minerato tenta recomeço no Carnaval do Rio após polêmicas em SP

Após deixar o Carnaval de São Paulo em meio a polêmicas, Tati Minerato tenta se firmar no Rio. Circulou por agremiações, mas ainda não obteve vaga definitiva; bastidores apontam resistência por conta das polêmicas.

Depois de deixar o Carnaval de São Paulo em meio a uma série de controvérsias, Tati Minerato passou a mirar o Rio de Janeiro na tentativa de reconstruir a trajetória no samba. Desde então, a modelo já circulou por diferentes agremiações cariocas, mas ainda não conseguiu se estabelecer de maneira definitiva como rainha de bateria.

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A movimentação em busca de um posto de destaque chama atenção justamente pela insistência em retomar o protagonismo no Carnaval, enquanto o histórico de episódios controversos segue tornando esse caminho mais difícil. Fontes ouvidas nos bastidores indicam que a repercussão dos incidentes tem influência nas negociações com as escolas.

A situação ganhou ainda mais peso após a repercussão do episódio envolvendo sua irmã, Ana Paula Minerato, e as declarações racistas que vieram a público. A polêmica provocou forte reação e atingiu diretamente a imagem das duas no universo do Carnaval, segundo relatos internos.

No caso de Ana Paula, a resistência no Rio também já teria aparecido antes mesmo de uma eventual coroação ser anunciada, com negativas nos bastidores. Esse histórico de recusas e alertas locais teria ampliado a cautela das agremiações ao avaliar convites e propostas para os carnavais seguintes.

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Agora, Tati enfrenta um cenário semelhante: tenta encontrar uma escola que esteja disposta a apostar novamente em seu nome e devolver a ela o protagonismo que busca. As negociações, dizem interlocutores próximos ao ambiente carnavalesco, têm sido marcadas por idas e vindas, sem confirmação pública de cargos ou coroações.

Integrantes de algumas agremiações afirmam que a escolha de uma rainha de bateria leva em conta fatores como aceitação popular, alinhamento com a comissão de frente e a imagem pública da candidata. Em função disso, a retomada de carreira de quem já esteve envolvida em episódios polêmicos costuma ser feita de forma mais cautelosa pelas escolas.

Enquanto isso, Tati segue circulando por eventos e ensaios, mantendo contatos com dirigentes e profissionais do setor. A busca por um lugar de destaque no Carnaval do Rio continua, ao passo que a imagem das irmãs Minerato permanece no centro do debate entre alguns segmentos do samba, sem que haja ainda definição formal sobre cargos ou convites anunciados.

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Após deixar o Carnaval de São Paulo em meio a polêmicas, Tati Minerato tenta se firmar no Rio. Circulou por agremiações, mas ainda não obteve vaga definitiva; bastidores apontam resistência por conta das polêmicas.

Depois de deixar o Carnaval de São Paulo em meio a uma série de controvérsias, Tati Minerato passou a mirar o Rio de Janeiro na tentativa de reconstruir a trajetória no samba. Desde então, a modelo já circulou por diferentes agremiações cariocas, mas ainda não conseguiu se estabelecer de maneira definitiva como rainha de bateria.

A movimentação em busca de um posto de destaque chama atenção justamente pela insistência em retomar o protagonismo no Carnaval, enquanto o histórico de episódios controversos segue tornando esse caminho mais difícil. Fontes ouvidas nos bastidores indicam que a repercussão dos incidentes tem influência nas negociações com as escolas.

A situação ganhou ainda mais peso após a repercussão do episódio envolvendo sua irmã, Ana Paula Minerato, e as declarações racistas que vieram a público. A polêmica provocou forte reação e atingiu diretamente a imagem das duas no universo do Carnaval, segundo relatos internos.

No caso de Ana Paula, a resistência no Rio também já teria aparecido antes mesmo de uma eventual coroação ser anunciada, com negativas nos bastidores. Esse histórico de recusas e alertas locais teria ampliado a cautela das agremiações ao avaliar convites e propostas para os carnavais seguintes.

Agora, Tati enfrenta um cenário semelhante: tenta encontrar uma escola que esteja disposta a apostar novamente em seu nome e devolver a ela o protagonismo que busca. As negociações, dizem interlocutores próximos ao ambiente carnavalesco, têm sido marcadas por idas e vindas, sem confirmação pública de cargos ou coroações.

Integrantes de algumas agremiações afirmam que a escolha de uma rainha de bateria leva em conta fatores como aceitação popular, alinhamento com a comissão de frente e a imagem pública da candidata. Em função disso, a retomada de carreira de quem já esteve envolvida em episódios polêmicos costuma ser feita de forma mais cautelosa pelas escolas.

Enquanto isso, Tati segue circulando por eventos e ensaios, mantendo contatos com dirigentes e profissionais do setor. A busca por um lugar de destaque no Carnaval do Rio continua, ao passo que a imagem das irmãs Minerato permanece no centro do debate entre alguns segmentos do samba, sem que haja ainda definição formal sobre cargos ou convites anunciados.

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