Jornalista que se masturbou via Zoom volta ao ar

Redação, 11 de Junho , 2021 - Atualizado em 11 de Junho, 2021


Um colaborador da CNN afastado da emissora por oito meses após se masturbar em uma conferência de Zoom com colegas da revista The New Yorker voltou ao ar nesta quinta-feira (10).

 

Jeffrey Toobin, um proeminente analista jurídico da CNN, aparentemente se expôs inadvertidamente em outubro durante uma videoconferência com colegas da revista The New Yorker, onde também trabalha.

A revista o demitiu e ele ficou afastado da CNN até sua reaparição nesta quinta-feira.

Toobin, 61, explicou que acreditava que a câmera de seu computador estava desligada quando foi visto se masturbando durante a videoconferência.

"Acho que precisamos abordar o que aconteceu nos meses desde que te vimos", disse a ancora da CNN Alisyn Camerota. "No que você estava pensando?".

"Eu pensei que tinha desligado o Zoom!", respondeu Toobin. "Isso não é uma defesa. Foi profundamente estúpido e indefensável", continuou. "Eu sou um ser humano imperfeito que comete erros".

Toobin afirmou que passou os últimos meses "tentando ser uma pessoa melhor. Tento me tornar o tipo de pessoa em quem os outros podem confiar novamente".

Um porta-voz da CNN confirmou que ele retornará ao cargo de analista jurídico-chefe da emissora.

Além de trabalhar na revista The New Yorker e na CNN, Toobin já trabalhou como procurador e autor de vários livros.

 

Informações com Estado de Minas

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