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Número de mortos sobe para 6 após terremotos no Peru

Seis mortos e 21 feridos após terremotos na região de Junín, Peru.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h52
Número de mortos sobe para 6 após terremotos no Peru

Ao menos 6 pessoas morreram e 21 ficaram feridas após dois terremotos que atingiram uma região montanhosa do Peru. A informação foi confirmada pelo chefe da defesa civil do país, Luis Vásquez, no domingo (19.jul.2026).

Os tremores, com magnitudes de 5,1 e 3,7, ocorreram na província de Chupaca, na região de Junín, na noite de sábado (18.jul), a cerca de 300 km a leste de Lima. O primeiro terremoto foi registrado a uma profundidade de 24 km, enquanto o segundo ocorreu a 18 km de profundidade, conforme dados do Instituto Geofísico do Peru.

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“Os relatórios preliminares indicam que cerca de 48 casas foram destruídas e outras 18 danificadas, afetando cerca de 300 pessoas”, afirmou Vásquez à rádio local Exitosa.

Na manhã de domingo (19.jul), equipes de emergência e bombeiros chegaram às áreas afetadas para iniciar os trabalhos de remoção dos destroços, em meio a preocupações de que mais vítimas pudessem estar presas nos escombros.

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O Peru se destaca por ser um dos países mais suscetíveis a terremotos na América do Sul, devido à sua localização no encontro entre as placas tectônicas de Nazca e da América do Sul. Esta região é conhecida como Anel de Fogo do Pacífico, caracterizada por intensa atividade geológica.

Historicamente, o país já enfrentou desastres sísmicos devastadores. Um dos mais notáveis ocorreu em 1970, quando um sismo de magnitude 7,9 atingiu a região de Ancash, resultando em mais de 60.000 mortes. Outro terremoto significativo ocorreu em 2007, na província de Pisco, na região de Ica, que causou aproximadamente 600 mortes.

A comunidade internacional observa com atenção a situação no Peru, enquanto as equipes de resgate continuam seus esforços para atender às vítimas e avaliar os danos.

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Ao menos 6 pessoas morreram e 21 ficaram feridas após dois terremotos que atingiram uma região montanhosa do Peru. A informação foi confirmada pelo chefe da defesa civil do país, Luis Vásquez, no domingo (19.jul.2026).

Os tremores, com magnitudes de 5,1 e 3,7, ocorreram na província de Chupaca, na região de Junín, na noite de sábado (18.jul), a cerca de 300 km a leste de Lima. O primeiro terremoto foi registrado a uma profundidade de 24 km, enquanto o segundo ocorreu a 18 km de profundidade, conforme dados do Instituto Geofísico do Peru.

“Os relatórios preliminares indicam que cerca de 48 casas foram destruídas e outras 18 danificadas, afetando cerca de 300 pessoas”, afirmou Vásquez à rádio local Exitosa.

Na manhã de domingo (19.jul), equipes de emergência e bombeiros chegaram às áreas afetadas para iniciar os trabalhos de remoção dos destroços, em meio a preocupações de que mais vítimas pudessem estar presas nos escombros.

O Peru se destaca por ser um dos países mais suscetíveis a terremotos na América do Sul, devido à sua localização no encontro entre as placas tectônicas de Nazca e da América do Sul. Esta região é conhecida como Anel de Fogo do Pacífico, caracterizada por intensa atividade geológica.

Historicamente, o país já enfrentou desastres sísmicos devastadores. Um dos mais notáveis ocorreu em 1970, quando um sismo de magnitude 7,9 atingiu a região de Ancash, resultando em mais de 60.000 mortes. Outro terremoto significativo ocorreu em 2007, na província de Pisco, na região de Ica, que causou aproximadamente 600 mortes.

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