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Policial

Operação ARCANUM desmonta rede de tráfico interestadual e lavagem de dinheiro em seis cidades

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) em Sergipe desencadeou, nas primeiras horas desta quinta-feira, 30, a Operação ARCANUM, que desarticulou uma organização criminosa ligada ao tráfico interestadual de drogas e à lavagem de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 13 mandados judiciais — sete de prisão e seis de busca e apreensão — […]

30/10/2025 · 11h19
Operação ARCANUM desmonta rede de tráfico interestadual e lavagem de dinheiro em seis cidades

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) em Sergipe desencadeou, nas primeiras horas desta quinta-feira, 30, a Operação ARCANUM, que desarticulou uma organização criminosa ligada ao tráfico interestadual de drogas e à lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos 13 mandados judiciais — sete de prisão e seis de busca e apreensão — nos municípios sergipanos de Aracaju, Itaporanga D’Ajuda e Barra dos Coqueiros, além de Maceió (AL), Montes Claros (MG) e Campo Grande (MS). As ordens partiram da Justiça de Sergipe.

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Material apreendido

Durante a ação, policiais recolheram documentos, quantias em dinheiro e mídias eletrônicas destinadas a reforçar o conjunto probatório, além de duas armas de fogo: uma pistola apreendida em Maceió e uma escopeta localizada em Itaporanga D’Ajuda.

Investigação começou há seis meses

Os trabalhos tiveram início há seis meses, depois da apreensão de drogas, armas, uma balança de precisão e um veículo pertencente a um integrante do grupo em Nossa Senhora do Socorro (SE). Na ocasião, um suspeito foi preso por equipes da Polícia Militar.

Estrutura do grupo

De acordo com a FICCO, a quadrilha mantinha atuação em vários Estados, com núcleos voltados à aquisição e transporte de entorpecentes, lavagem de capitais e distribuição das drogas. O esquema financeiro utilizava empresas de fachada e “laranjas” para movimentar grandes somas de dinheiro.

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Foram identificados bens em nome dos investigados, incluindo veículos, fazendas, chácaras e casas localizadas em condomínios de luxo. Os envolvidos podem responder por organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Ações conjuntas

A Operação ARCANUM contou com a participação do Departamento de Narcóticos da Polícia Civil de Sergipe (DENARC/PC/SE), do Grupo de Operações Penitenciárias da Polícia Penal (GOPE), do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Sergipe (BOPE) e de equipes da Polícia Federal em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Alagoas.

 

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) em Sergipe desencadeou, nas primeiras horas desta quinta-feira, 30, a Operação ARCANUM, que desarticulou uma organização criminosa ligada ao tráfico interestadual de drogas e à lavagem de dinheiro.

Ao todo, foram cumpridos 13 mandados judiciais — sete de prisão e seis de busca e apreensão — nos municípios sergipanos de Aracaju, Itaporanga D’Ajuda e Barra dos Coqueiros, além de Maceió (AL), Montes Claros (MG) e Campo Grande (MS). As ordens partiram da Justiça de Sergipe.

Material apreendido

Durante a ação, policiais recolheram documentos, quantias em dinheiro e mídias eletrônicas destinadas a reforçar o conjunto probatório, além de duas armas de fogo: uma pistola apreendida em Maceió e uma escopeta localizada em Itaporanga D’Ajuda.

Investigação começou há seis meses

Os trabalhos tiveram início há seis meses, depois da apreensão de drogas, armas, uma balança de precisão e um veículo pertencente a um integrante do grupo em Nossa Senhora do Socorro (SE). Na ocasião, um suspeito foi preso por equipes da Polícia Militar.

Estrutura do grupo

De acordo com a FICCO, a quadrilha mantinha atuação em vários Estados, com núcleos voltados à aquisição e transporte de entorpecentes, lavagem de capitais e distribuição das drogas. O esquema financeiro utilizava empresas de fachada e “laranjas” para movimentar grandes somas de dinheiro.

Foram identificados bens em nome dos investigados, incluindo veículos, fazendas, chácaras e casas localizadas em condomínios de luxo. Os envolvidos podem responder por organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Ações conjuntas

A Operação ARCANUM contou com a participação do Departamento de Narcóticos da Polícia Civil de Sergipe (DENARC/PC/SE), do Grupo de Operações Penitenciárias da Polícia Penal (GOPE), do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Sergipe (BOPE) e de equipes da Polícia Federal em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Alagoas.

 

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