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Sergipe

Operação Armadilha Digital prende seis por golpes bancários em Sergipe

Seis pessoas foram presas em operação da Polícia Civil contra fraudes bancárias em Sergipe.

10/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h10
Operação Armadilha Digital prende seis por golpes bancários em Sergipe

Deflagrada nesta segunda-feira (10), a ação investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes contra correntistas em Sergipe. A polícia localizou uma falsa central bancária usada para enganar as vítimas.

Seis pessoas foram presas nesta segunda-feira (10) durante a Operação Armadilha Digital, conduzida pela Polícia Civil de Sergipe. A ação apura a atuação de um grupo suspeito de aplicar fraudes bancárias contra correntistas no estado e ficou a cargo da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), ligada ao Departamento de Crimes contra o Patrimônio (Depatri).

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No cumprimento dos mandados, os agentes encontraram uma estrutura que, segundo as investigações, funcionava como uma falsa central bancária para a aplicação dos golpes. No local, foram apreendidos dezenas de celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos utilizados pelo grupo.

As apurações indicam que cerca de 150 pessoas podem ter sido vítimas do esquema apenas no mês de junho, em diferentes regiões de Sergipe. Em uma conversa localizada em um dos aparelhos apreendidos, um dos investigados menciona a retirada de R$ 315 mil das contas das vítimas nesse período.

A Polícia Civil segue trabalhando para identificar todas as pessoas prejudicadas e calcular o valor total dos prejuízos causados pelo grupo.

Como funcionava o golpe

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Conforme a apuração, os suspeitos usavam anúncios falsos nas redes sociais para atrair vítimas, oferecendo propostas de crédito fácil e antecipado. Após o primeiro contato, simulavam um atendimento bancário e solicitavam dados pessoais e informações de acesso às contas.

Em outros casos, enviavam links para páginas falsas que imitavam instituições financeiras, com o objetivo de capturar login e senha. Com os dados em mãos, os investigados tentavam cadastrar novos dispositivos para acessar as contas das vítimas.

Para concluir a fraude, um código de confirmação era enviado por SMS ao celular da pessoa. Os criminosos alegavam que o código seria necessário para liberar o crédito prometido e, ao repassá-lo, a vítima acabava permitindo o acesso à conta bancária.

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As investigações continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos, localizar novas vítimas e dimensionar o prejuízo provocado pelo esquema.

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Deflagrada nesta segunda-feira (10), a ação investiga um grupo suspeito de aplicar fraudes contra correntistas em Sergipe. A polícia localizou uma falsa central bancária usada para enganar as vítimas.

Seis pessoas foram presas nesta segunda-feira (10) durante a Operação Armadilha Digital, conduzida pela Polícia Civil de Sergipe. A ação apura a atuação de um grupo suspeito de aplicar fraudes bancárias contra correntistas no estado e ficou a cargo da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), ligada ao Departamento de Crimes contra o Patrimônio (Depatri).

No cumprimento dos mandados, os agentes encontraram uma estrutura que, segundo as investigações, funcionava como uma falsa central bancária para a aplicação dos golpes. No local, foram apreendidos dezenas de celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos utilizados pelo grupo.

As apurações indicam que cerca de 150 pessoas podem ter sido vítimas do esquema apenas no mês de junho, em diferentes regiões de Sergipe. Em uma conversa localizada em um dos aparelhos apreendidos, um dos investigados menciona a retirada de R$ 315 mil das contas das vítimas nesse período.

A Polícia Civil segue trabalhando para identificar todas as pessoas prejudicadas e calcular o valor total dos prejuízos causados pelo grupo.

Como funcionava o golpe

Conforme a apuração, os suspeitos usavam anúncios falsos nas redes sociais para atrair vítimas, oferecendo propostas de crédito fácil e antecipado. Após o primeiro contato, simulavam um atendimento bancário e solicitavam dados pessoais e informações de acesso às contas.

Em outros casos, enviavam links para páginas falsas que imitavam instituições financeiras, com o objetivo de capturar login e senha. Com os dados em mãos, os investigados tentavam cadastrar novos dispositivos para acessar as contas das vítimas.

Para concluir a fraude, um código de confirmação era enviado por SMS ao celular da pessoa. Os criminosos alegavam que o código seria necessário para liberar o crédito prometido e, ao repassá-lo, a vítima acabava permitindo o acesso à conta bancária.

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos, localizar novas vítimas e dimensionar o prejuízo provocado pelo esquema.

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