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Policial

Operação Renorcrim prende mais de 600 pessoas e causa prejuízo de R$ 355 milhões a facções

Entre 24 de novembro e 5 de dezembro de 2025, a Polícia Civil de Sergipe participou da 3ª edição da Operação Renorcrim, iniciativa coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) que mobilizou as Polícias Civis de todo o país. A ação mirou o enfraquecimento financeiro de organizações criminosas e, segundo balanço oficial, impôs um […]

17/12/2025 · 14h30
Operação Renorcrim prende mais de 600 pessoas e causa prejuízo de R$ 355 milhões a facções

Entre 24 de novembro e 5 de dezembro de 2025, a Polícia Civil de Sergipe participou da 3ª edição da Operação Renorcrim, iniciativa coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) que mobilizou as Polícias Civis de todo o país.

A ação mirou o enfraquecimento financeiro de organizações criminosas e, segundo balanço oficial, impôs um prejuízo estimado em R$ 355 milhões aos grupos investigados.

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Prisão e apreensões

Ao longo dos 12 dias de operação, mais de 600 pessoas foram presas em diferentes estados brasileiros. As equipes apreenderam 202 armas de fogo, entre elas oito fuzis, além de cinco toneladas de drogas.

Também foram retidos 387 veículos e 21.041 itens diversos, avaliados em mais de R$ 79 milhões. Na esfera financeira, houve bloqueio judicial de R$ 838 milhões, dos quais R$ 196 milhões já estão congelados.

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Integração entre forças

O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, destacou que a cooperação entre as Polícias Civis foi fundamental para atingir o patrimônio das facções. “Essas ações conjuntas demonstram nossa capacidade de enfrentar o crime organizado, especialmente no que diz respeito à descapitalização das organizações criminosas”, afirmou.

A operação reforça a estratégia de integração entre órgãos de segurança pública para desarticular redes criminosas e reduzir seu poder de atuação em todo o território nacional.

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Entre 24 de novembro e 5 de dezembro de 2025, a Polícia Civil de Sergipe participou da 3ª edição da Operação Renorcrim, iniciativa coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) que mobilizou as Polícias Civis de todo o país.

A ação mirou o enfraquecimento financeiro de organizações criminosas e, segundo balanço oficial, impôs um prejuízo estimado em R$ 355 milhões aos grupos investigados.

Prisão e apreensões

Ao longo dos 12 dias de operação, mais de 600 pessoas foram presas em diferentes estados brasileiros. As equipes apreenderam 202 armas de fogo, entre elas oito fuzis, além de cinco toneladas de drogas.

Também foram retidos 387 veículos e 21.041 itens diversos, avaliados em mais de R$ 79 milhões. Na esfera financeira, houve bloqueio judicial de R$ 838 milhões, dos quais R$ 196 milhões já estão congelados.

Integração entre forças

O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, destacou que a cooperação entre as Polícias Civis foi fundamental para atingir o patrimônio das facções. “Essas ações conjuntas demonstram nossa capacidade de enfrentar o crime organizado, especialmente no que diz respeito à descapitalização das organizações criminosas”, afirmou.

A operação reforça a estratégia de integração entre órgãos de segurança pública para desarticular redes criminosas e reduzir seu poder de atuação em todo o território nacional.

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