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Organização nega demora em socorro a jovem agredido no Jockey Club do RJ

Sergipe

Organização nega demora em socorro a jovem agredido no Jockey Club do RJ

Organização do evento no RJ se pronuncia sobre agressão a jovem durante festa.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h18
Organização nega demora em socorro a jovem agredido no Jockey Club do RJ

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A produção do evento quebrou o silêncio após repercussão da agressão. Em nota, rebateu acusações de superlotação e garantiu atendimento imediato à vítima.

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Após a repercussão do episódio de agressão ocorrido no Jockey Club do Rio de Janeiro, durante uma festa que transmitiu o jogo do Brasil e contou com shows de Ludmilla e Matuê, a organização do evento quebrou o silêncio. Em nota oficial, os responsáveis apresentaram sua versão sobre a confusão da madrugada deste sábado (20/6), rebatendo as acusações de superlotação e detalhando o socorro prestado ao jovem agredido.

Contrariando os relatos iniciais de testemunhas, que apontaram uma demora de cerca de 20 minutos para a chegada da ajuda, a organização afirmou que a atuação das equipes foi imediata. Segundo o comunicado, a equipe de atendimento médico foi prontamente acionada assim que a confusão tomou conta do espaço.

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“Os primeiros socorros foram realizados ainda dentro do evento. Na sequência, a vítima foi colocada em uma ambulância e transferida para o Hospital Municipal Miguel Couto, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, para receber os cuidados necessários”, destacou a nota.

A nota também classificou o espancamento do rapaz como um “caso pontual e isolado”, garantindo que a equipe de segurança da festa deu uma resposta rápida ao ocorrido para conter os agressores.

Outro ponto rebatido de forma incisiva pelos organizadores foi a suspeita de que o local estaria operando acima do limite de público permitido. Segundo denúncias, essa situação teria dificultado a locomoção e gerado o esbarrão que motivou a fúria dos agressores. “A organização lamenta o ocorrido, reforça que prestou todo o suporte emergencial à vítima. O evento operava rigorosamente dentro de sua capacidade permitida e autorizada pelos órgãos competentes, não havendo qualquer situação de superlotação”, informou a assessoria.

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Até o fechamento desta atualização, o estado de saúde do jovem não foi detalhado.

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A produção do evento quebrou o silêncio após repercussão da agressão. Em nota, rebateu acusações de superlotação e garantiu atendimento imediato à vítima.

Após a repercussão do episódio de agressão ocorrido no Jockey Club do Rio de Janeiro, durante uma festa que transmitiu o jogo do Brasil e contou com shows de Ludmilla e Matuê, a organização do evento quebrou o silêncio. Em nota oficial, os responsáveis apresentaram sua versão sobre a confusão da madrugada deste sábado (20/6), rebatendo as acusações de superlotação e detalhando o socorro prestado ao jovem agredido.

Contrariando os relatos iniciais de testemunhas, que apontaram uma demora de cerca de 20 minutos para a chegada da ajuda, a organização afirmou que a atuação das equipes foi imediata. Segundo o comunicado, a equipe de atendimento médico foi prontamente acionada assim que a confusão tomou conta do espaço.

“Os primeiros socorros foram realizados ainda dentro do evento. Na sequência, a vítima foi colocada em uma ambulância e transferida para o Hospital Municipal Miguel Couto, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, para receber os cuidados necessários”, destacou a nota.

A nota também classificou o espancamento do rapaz como um “caso pontual e isolado”, garantindo que a equipe de segurança da festa deu uma resposta rápida ao ocorrido para conter os agressores.

Outro ponto rebatido de forma incisiva pelos organizadores foi a suspeita de que o local estaria operando acima do limite de público permitido. Segundo denúncias, essa situação teria dificultado a locomoção e gerado o esbarrão que motivou a fúria dos agressores. “A organização lamenta o ocorrido, reforça que prestou todo o suporte emergencial à vítima. O evento operava rigorosamente dentro de sua capacidade permitida e autorizada pelos órgãos competentes, não havendo qualquer situação de superlotação”, informou a assessoria.

Até o fechamento desta atualização, o estado de saúde do jovem não foi detalhado.

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