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Países do Escudo das Américas ampliam sanções contra PCC e CV

Países do Escudo das Américas avançaram em acordo para ampliar sanções contra PCC, CV e outras 24 organizações; medidas incluem bloqueio de ativos e restrições migratórias.

22/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h42
Países do Escudo das Américas ampliam sanções contra PCC e CV

Delegações do Escudo das Américas acordaram em Nova York, na Assembleia Geral da ONU, em tratar facções do narcotráfico como ameaças comuns. PCC, CV e outras passarão por sanções conjuntas e maior coordenação.

Países latino-americanos que integram o Escudo das Américas, coalizão liderada pelo governo de Donald Trump, avançaram nesta terça-feira (22/9) em um acordo para tratar organizações ligadas ao narcotráfico como ameaças compartilhadas e ampliar sanções conjuntas. A decisão foi tomada durante um encontro realizado em Nova York, paralelamente à Assembleia Geral das Nações Unidas.

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Entre as facções mencionadas estão o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), apontadas como alvo das medidas previstas no acordo. A iniciativa busca ampliar a coordenação regional no enfrentamento de organizações criminosas transnacionais, tema que vem sendo colocado como central na agenda de política para a América Latina pelo governo norte-americano.

Segundo informações divulgadas nesta terça-feira, o governo americano quer que os integrantes do grupo adotem medidas contra 24 organizações já enquadradas por Washington. Entre as ações previstas no pacote de medidas estão o bloqueio de ativos, restrições migratórias e a responsabilização de pessoas que forneçam apoio material às organizações designadas.

O encontro em Nova York reuniu representantes dos países integrantes do Escudo das Américas com o objetivo de alinhar procedimentos e ampliar mecanismos conjuntos de pressão. A proposta prevê instrumentos coordenados para identificação de redes financeiras e logísticas, bem como medidas administrativas e judiciais que possam dificultar a atuação transnacional dessas organizações.

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Para além das sanções econômicas e migratórias, o acordo também prevê maior intercâmbio de informações entre as autoridades participantes, com vistas a mapear cadeias de apoio e rotas de tráfico que cruzam fronteiras na região. A ideia central é transformar o combate a essas organizações em uma ação multilaterais assente em cooperação operacional e legal.

Especialistas ouvidos pela imprensa têm indicado que a efetividade dessas medidas dependerá do grau de implementação por cada país e da capacidade de convergir instrumentos jurídicos e operacionais. No entanto, o texto do acordo e as ações anunciadas ainda precisarão ser convertidos em medidas práticas e cronogramas de implementação pelos governos envolvidos.

O avanço do acordo no dia 22/9 representa uma tentativa de institucionalizar uma resposta regional articulada contra grupos criminosos que atuam além das fronteiras, com impactos potenciais na segurança pública, na ordem migratória e nas relações diplomáticas entre os países membros.

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Delegações do Escudo das Américas acordaram em Nova York, na Assembleia Geral da ONU, em tratar facções do narcotráfico como ameaças comuns. PCC, CV e outras passarão por sanções conjuntas e maior coordenação.

Países latino-americanos que integram o Escudo das Américas, coalizão liderada pelo governo de Donald Trump, avançaram nesta terça-feira (22/9) em um acordo para tratar organizações ligadas ao narcotráfico como ameaças compartilhadas e ampliar sanções conjuntas. A decisão foi tomada durante um encontro realizado em Nova York, paralelamente à Assembleia Geral das Nações Unidas.

Entre as facções mencionadas estão o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), apontadas como alvo das medidas previstas no acordo. A iniciativa busca ampliar a coordenação regional no enfrentamento de organizações criminosas transnacionais, tema que vem sendo colocado como central na agenda de política para a América Latina pelo governo norte-americano.

Segundo informações divulgadas nesta terça-feira, o governo americano quer que os integrantes do grupo adotem medidas contra 24 organizações já enquadradas por Washington. Entre as ações previstas no pacote de medidas estão o bloqueio de ativos, restrições migratórias e a responsabilização de pessoas que forneçam apoio material às organizações designadas.

O encontro em Nova York reuniu representantes dos países integrantes do Escudo das Américas com o objetivo de alinhar procedimentos e ampliar mecanismos conjuntos de pressão. A proposta prevê instrumentos coordenados para identificação de redes financeiras e logísticas, bem como medidas administrativas e judiciais que possam dificultar a atuação transnacional dessas organizações.

Para além das sanções econômicas e migratórias, o acordo também prevê maior intercâmbio de informações entre as autoridades participantes, com vistas a mapear cadeias de apoio e rotas de tráfico que cruzam fronteiras na região. A ideia central é transformar o combate a essas organizações em uma ação multilaterais assente em cooperação operacional e legal.

Especialistas ouvidos pela imprensa têm indicado que a efetividade dessas medidas dependerá do grau de implementação por cada país e da capacidade de convergir instrumentos jurídicos e operacionais. No entanto, o texto do acordo e as ações anunciadas ainda precisarão ser convertidos em medidas práticas e cronogramas de implementação pelos governos envolvidos.

O avanço do acordo no dia 22/9 representa uma tentativa de institucionalizar uma resposta regional articulada contra grupos criminosos que atuam além das fronteiras, com impactos potenciais na segurança pública, na ordem migratória e nas relações diplomáticas entre os países membros.

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