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Aracaju, Quinta-feira, 9 de julho de 2026
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Paolla Oliveira enfrenta traumas em estreia no terror “A Herança de Narcisa”

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Paolla Oliveira enfrenta traumas em estreia no terror “A Herança de Narcisa”

Paolla Oliveira estreia no terror psicológico com "A Herança de Narcisa".

09/07/2026 · 19h02
Paolla Oliveira enfrenta traumas em estreia no terror “A Herança de Narcisa”

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O terror psicológico é um gênero que frequentemente explora “fantasmas”, sejam eles literais ou simbólicos. Com a estreia de “A Herança de Narcisa”, que chega aos cinemas HOJE, a atriz Paolla Oliveira, de 44 anos, se aventura pela primeira vez neste estilo cinematográfico, enfrentando o desafio de interpretar uma narrativa repleta de mistério, angústia familiar e segredos ocultos.

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A trama acompanha Ana, que retorna à sua casa de infância no Rio de Janeiro após o falecimento da mãe, a ex-vedete Narcisa. Ao lado do irmão Diego, interpretado por Pedro Henrique Müller, Ana embarca numa jornada de limpeza do imóvel, que se transforma em um verdadeiro acerto de contas com os traumas do passado e uma relação familiar tóxica e não resolvida.

Mais do que um novo projeto, essa imersão na obra representou um exercício de autorreflexão para Paolla. Em entrevista, a atriz compartilhou como o filme a fez confrontar as heranças que são passadas de geração em geração, especialmente entre mulheres.

“Eu acho que todo trabalho acaba passando por nós, atravessando a atriz ou quem quer que seja. Às vezes com distância, às vezes com proximidade, mas isso é um fato. Também acredito que, principalmente as mulheres vão entender, as filhas, as mães… que os laços familiares não são só simples”, comenta.

Ela acrescenta:

“Eles vêm de amor, mas, às vezes, além do amor, a gente herda as frustrações, o que não se conseguiu dizer, e acho que depende muito de nós, em algum momento, dizer. Entender o que somos e o que devemos deixar para trás”, acrescenta.

Além da tensão típica do gênero, o longa oferece um diálogo íntimo com o público, estimulando reflexões sobre as próprias experiências.

“Não tem como não se questionar. É um bom exercício. Quem gosta do terror vai gostar. Provavelmente as pessoas vão falar: o que eu tenho que deixar para trás? Será que eu tenho alguma coisa? O que é meu? Qual é a minha voz de verdade? Essas perguntas foram feitas no meio do caminho”, confessa Paolla.

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O desafio de interpretar duas personagens, Ana e Narcisa, exigiu uma abordagem técnica cuidadosa. Segundo a protagonista, a construção de suas personagens foi um processo orgânico e coletivo.

“É gostoso começar uma personagem e não saber exatamente como ela vai nascer, por quais caminhos você vai seguir. O mais legal é que cada pessoa que está no trabalho, da direção às expectativas dos produtores, do roteiro, o que vai se estabelecendo no dia a dia, na preparação… É com isso que a gente faz a personagem nascer”, contou.

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Paolla detalha que a atuação exigia sutileza, refletindo a tensão do terror e o drama presente na trama.

“Foi delicioso descobrir cada partezinha delas. Fui fazendo minhas cenas sem dublês. Isso dá uma sensação no corpo. E eu sou muito física. Cada parte que a gente foi construindo, o corpo sente. E isso foi trazendo um pouquinho delas para mim”, garante.

A dualidade entre Ana e Narcisa trouxe desafios, especialmente na transição entre presente e passado. Ela destaca a importância da parceria em cena, lembrando de uma cena emocionante com a atriz Rosamaria Murtinho.

“E no final, fazer a cena com a Rosinha [Rosamaria Murtinho] foi muito especial. Foi um dia em que a gente estava numa locação um pouco complicada, Santa Teresa, tinha música em volta, e era uma cena absolutamente emocionante, e olhar para ela, estar com uma mulher forte, firme, na minha frente, tão impecável, foi especial ter ela ali”, conclui.

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O terror psicológico é um gênero que frequentemente explora “fantasmas”, sejam eles literais ou simbólicos. Com a estreia de “A Herança de Narcisa”, que chega aos cinemas HOJE, a atriz Paolla Oliveira, de 44 anos, se aventura pela primeira vez neste estilo cinematográfico, enfrentando o desafio de interpretar uma narrativa repleta de mistério, angústia familiar e segredos ocultos.

A trama acompanha Ana, que retorna à sua casa de infância no Rio de Janeiro após o falecimento da mãe, a ex-vedete Narcisa. Ao lado do irmão Diego, interpretado por Pedro Henrique Müller, Ana embarca numa jornada de limpeza do imóvel, que se transforma em um verdadeiro acerto de contas com os traumas do passado e uma relação familiar tóxica e não resolvida.

Mais do que um novo projeto, essa imersão na obra representou um exercício de autorreflexão para Paolla. Em entrevista, a atriz compartilhou como o filme a fez confrontar as heranças que são passadas de geração em geração, especialmente entre mulheres.

“Eu acho que todo trabalho acaba passando por nós, atravessando a atriz ou quem quer que seja. Às vezes com distância, às vezes com proximidade, mas isso é um fato. Também acredito que, principalmente as mulheres vão entender, as filhas, as mães… que os laços familiares não são só simples”, comenta.

Ela acrescenta:

“Eles vêm de amor, mas, às vezes, além do amor, a gente herda as frustrações, o que não se conseguiu dizer, e acho que depende muito de nós, em algum momento, dizer. Entender o que somos e o que devemos deixar para trás”, acrescenta.

Além da tensão típica do gênero, o longa oferece um diálogo íntimo com o público, estimulando reflexões sobre as próprias experiências.

“Não tem como não se questionar. É um bom exercício. Quem gosta do terror vai gostar. Provavelmente as pessoas vão falar: o que eu tenho que deixar para trás? Será que eu tenho alguma coisa? O que é meu? Qual é a minha voz de verdade? Essas perguntas foram feitas no meio do caminho”, confessa Paolla.

O desafio de interpretar duas personagens, Ana e Narcisa, exigiu uma abordagem técnica cuidadosa. Segundo a protagonista, a construção de suas personagens foi um processo orgânico e coletivo.

“É gostoso começar uma personagem e não saber exatamente como ela vai nascer, por quais caminhos você vai seguir. O mais legal é que cada pessoa que está no trabalho, da direção às expectativas dos produtores, do roteiro, o que vai se estabelecendo no dia a dia, na preparação… É com isso que a gente faz a personagem nascer”, contou.

Paolla detalha que a atuação exigia sutileza, refletindo a tensão do terror e o drama presente na trama.

“Foi delicioso descobrir cada partezinha delas. Fui fazendo minhas cenas sem dublês. Isso dá uma sensação no corpo. E eu sou muito física. Cada parte que a gente foi construindo, o corpo sente. E isso foi trazendo um pouquinho delas para mim”, garante.

A dualidade entre Ana e Narcisa trouxe desafios, especialmente na transição entre presente e passado. Ela destaca a importância da parceria em cena, lembrando de uma cena emocionante com a atriz Rosamaria Murtinho.

“E no final, fazer a cena com a Rosinha [Rosamaria Murtinho] foi muito especial. Foi um dia em que a gente estava numa locação um pouco complicada, Santa Teresa, tinha música em volta, e era uma cena absolutamente emocionante, e olhar para ela, estar com uma mulher forte, firme, na minha frente, tão impecável, foi especial ter ela ali”, conclui.

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