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Brasil

Pará forma educadores para abordar os desafios da preservação ambiental nas escolas

Na rede pública estadual de ensino do Pará, mais de dois mil professores, coordenadores e gestores estão matriculados na formação em práticas de sustentabilidade e educação ambiental. O objetivo é aproximar a prática docente das discussões sobre mudanças climáticas e preservação ambiental e desenvolvimento sustentável — temas que estarão no centro dos debates globais durante a COP30, realizada em Belém (PA).

14/11/2025 · 15h18 · Atualizado às 19h08
Pará forma educadores para abordar os desafios da preservação ambiental nas escolas

Com foco no bioma amazônico, mais de dois mil profissionais da educação da rede pública estadual matriculados na formação em práticas de sustentabilidade e educação ambiental

Na rede pública estadual de ensino do Pará, mais de dois mil professores, coordenadores e gestores estão matriculados na formação em práticas de sustentabilidade e educação ambiental. O objetivo é aproximar a prática docente das discussões sobre mudanças climáticas e preservação ambiental e desenvolvimento sustentável — temas que estarão no centro dos debates globais durante a COP30, realizada em Belém (PA).

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A pós-graduação gratuita em educação ambiental foi oferecida pela Secretaria Estadual de Educação do Pará (Seduc) e Instituto Ânima, em parceria com universidades locais. A formação dialoga com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que inclui a Educação Ambiental como tema transversal e orienta as escolas a desenvolver competências socioemocionais, científicas e cidadãs relacionadas à sustentabilidade, consciência ecológica e justiça socioambiental.

Para a coordenadora de Formação Docente do Instituto Ânima, Naiane Loureiro dos Santos, ao fortalecer o papel do professor como mediador dessas aprendizagens, a pós-graduação amplia a capacidade das escolas de traduzirem a pauta climática global em experiências concretas e interdisciplinares, propondo soluções para os desafios ambientais. no território paraense.

“A escola é um espaço importante para se aprender os hábitos de consumo responsáveis, o combate ao desperdício e os princípios de economia circular, colocando crianças, jovens e professores como agentes reais da mudança. A formação de cidadãos conscientes molda comunidades resilientes e transforma comportamentos”, afirma Naiane, que complementa: “A educação escolar deve estar no centro da construção de uma cultura de prevenção. Com a escalada dos riscos de desastres ambientais, as escolas precisam estar preparadas para novos contextos socioambientais de mudanças climáticas”.

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Desenvolvida com foco no bioma amazônico e sua integração com os povos originários, em articulação com universidades e organizações da sociedade civil, a iniciativa busca fortalecer o papel da escola como agente de transformação climática, estimulando educadores a promoverem práticas pedagógicas que conectam o ensino à realidade ambiental e cultural do território.

Por meio da formação continuada com os educadores, o projeto favorece a replicação dos aprendizados personalizados nas redes de ensino, ampliando o alcance das práticas sustentáveis e tornando a educação ambiental uma ferramenta de transformação social. Para o Instituto Ânima e a Seduc, iniciativas como essa representam um legado educacional da COP30, conectando a agenda global do clima à formação de professores à transformação concreta em favor da preservação do meio ambiente. 

Dia da Educação na COP30

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Um dos painéis da COP30 abordou o tema da educação ambiental e contou com a participação do Instituto Ânima. Organizado pelo MEC (Ministério da Educação), o convite partiu do secretário de Educação do Pará, Ricardo Sefer, e incluiu outras agendas no estado, como a visita ao CISEB (Centro de Inovação e Sustentabilidade da Educação Básica) e a escolas que desenvolvem projetos de educação ambiental.

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Com foco no bioma amazônico, mais de dois mil profissionais da educação da rede pública estadual matriculados na formação em práticas de sustentabilidade e educação ambiental

Na rede pública estadual de ensino do Pará, mais de dois mil professores, coordenadores e gestores estão matriculados na formação em práticas de sustentabilidade e educação ambiental. O objetivo é aproximar a prática docente das discussões sobre mudanças climáticas e preservação ambiental e desenvolvimento sustentável — temas que estarão no centro dos debates globais durante a COP30, realizada em Belém (PA).

A pós-graduação gratuita em educação ambiental foi oferecida pela Secretaria Estadual de Educação do Pará (Seduc) e Instituto Ânima, em parceria com universidades locais. A formação dialoga com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que inclui a Educação Ambiental como tema transversal e orienta as escolas a desenvolver competências socioemocionais, científicas e cidadãs relacionadas à sustentabilidade, consciência ecológica e justiça socioambiental.

Para a coordenadora de Formação Docente do Instituto Ânima, Naiane Loureiro dos Santos, ao fortalecer o papel do professor como mediador dessas aprendizagens, a pós-graduação amplia a capacidade das escolas de traduzirem a pauta climática global em experiências concretas e interdisciplinares, propondo soluções para os desafios ambientais. no território paraense.

“A escola é um espaço importante para se aprender os hábitos de consumo responsáveis, o combate ao desperdício e os princípios de economia circular, colocando crianças, jovens e professores como agentes reais da mudança. A formação de cidadãos conscientes molda comunidades resilientes e transforma comportamentos”, afirma Naiane, que complementa: “A educação escolar deve estar no centro da construção de uma cultura de prevenção. Com a escalada dos riscos de desastres ambientais, as escolas precisam estar preparadas para novos contextos socioambientais de mudanças climáticas”.

Desenvolvida com foco no bioma amazônico e sua integração com os povos originários, em articulação com universidades e organizações da sociedade civil, a iniciativa busca fortalecer o papel da escola como agente de transformação climática, estimulando educadores a promoverem práticas pedagógicas que conectam o ensino à realidade ambiental e cultural do território.

Por meio da formação continuada com os educadores, o projeto favorece a replicação dos aprendizados personalizados nas redes de ensino, ampliando o alcance das práticas sustentáveis e tornando a educação ambiental uma ferramenta de transformação social. Para o Instituto Ânima e a Seduc, iniciativas como essa representam um legado educacional da COP30, conectando a agenda global do clima à formação de professores à transformação concreta em favor da preservação do meio ambiente. 

Dia da Educação na COP30

Um dos painéis da COP30 abordou o tema da educação ambiental e contou com a participação do Instituto Ânima. Organizado pelo MEC (Ministério da Educação), o convite partiu do secretário de Educação do Pará, Ricardo Sefer, e incluiu outras agendas no estado, como a visita ao CISEB (Centro de Inovação e Sustentabilidade da Educação Básica) e a escolas que desenvolvem projetos de educação ambiental.

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