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Aracaju, Terça-feira, 14 de julho de 2026
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Paralisação de caminhoneiros começa em portos e polos logísticos para pressionar votação da MP do Frete

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Paralisação de caminhoneiros começa em portos e polos logísticos para pressionar votação da MP do Frete

Movimento nacional cobra do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a votação da MP 1.343/2026, que fortalece a fiscalização do piso mínimo de frete para transportadores autônomos.

14/07/2026 · 09h17
Paralisação de caminhoneiros começa em portos e polos logísticos para pressionar votação da MP do Frete

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Movimento nacional cobra do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a votação da MP 1.343/2026, que fortalece a fiscalização do piso mínimo de frete para transportadores autônomos.

Uma nova paralisação de caminhoneiros teve início na madrugada desta segunda-feira (13), registrando mobilizações estratégicas em diversos portos e nos principais polos logísticos e de escoamento de produção do país. O movimento tem como principal objetivo pressionar o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, a pautar e colocar em votação a Medida Provisória (MP) 1.343/2026, popularmente batizada pela categoria como a “MP do Frete”.

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Lideranças dos transportadores autônomos apontam que a aprovação da medida é considerada crucial e indispensável para estruturar e fortalecer a fiscalização do cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário em todo o território nacional, assegurando condições mais dignas e rentáveis de trabalho para a classe.

Risco de caducidade preocupa a categoria

O clima de urgência entre os caminhoneiros decorre do prazo de vigência da matéria no Congresso Nacional. Os manifestantes alertam que, caso a MP 1.343/2026 perca a validade (caduque) sem ser apreciada e votada pelos senadores, milhares de motoristas autônomos espalhados pelo Brasil perderão garantias jurídicas importantes, ficando à mercê de defasagens nos preços dos combustíveis e insumos logísticos.

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Alerta de desabastecimento e impactos econômicos

Representantes do comando de greve sinalizam que, caso não ocorra uma sinalização clara de avanço nas negociações e na agenda de votações em Brasília, as mobilizações devem ganhar ainda mais musculatura e adesão ao longo dos próximos dias.

A escalada do movimento pode provocar:

  • Bloqueios e lentidão em acessos a terminais portuários;
  • Atrasos no transporte de cargas industriais, de grãos e combustíveis;
  • Reflexos diretos no abastecimento de supermercados e postos, além de impactos inflacionários em diferentes setores da economia nacional.

As forças de segurança pública e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informaram que monitoram de perto os pontos de aglomeração nas rodovias para garantir a segurança viária e evitar bloqueios totais de pistas.

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Uma nova paralisação de caminhoneiros teve início na madrugada desta segunda-feira (13), registrando mobilizações estratégicas em diversos portos e nos principais polos logísticos e de escoamento de produção do país. O movimento tem como principal objetivo pressionar o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, a pautar e colocar em votação a Medida Provisória (MP) 1.343/2026, popularmente batizada pela categoria como a “MP do Frete”.

Lideranças dos transportadores autônomos apontam que a aprovação da medida é considerada crucial e indispensável para estruturar e fortalecer a fiscalização do cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário em todo o território nacional, assegurando condições mais dignas e rentáveis de trabalho para a classe.

Risco de caducidade preocupa a categoria

O clima de urgência entre os caminhoneiros decorre do prazo de vigência da matéria no Congresso Nacional. Os manifestantes alertam que, caso a MP 1.343/2026 perca a validade (caduque) sem ser apreciada e votada pelos senadores, milhares de motoristas autônomos espalhados pelo Brasil perderão garantias jurídicas importantes, ficando à mercê de defasagens nos preços dos combustíveis e insumos logísticos.

Alerta de desabastecimento e impactos econômicos

Representantes do comando de greve sinalizam que, caso não ocorra uma sinalização clara de avanço nas negociações e na agenda de votações em Brasília, as mobilizações devem ganhar ainda mais musculatura e adesão ao longo dos próximos dias.

A escalada do movimento pode provocar:

  • Bloqueios e lentidão em acessos a terminais portuários;
  • Atrasos no transporte de cargas industriais, de grãos e combustíveis;
  • Reflexos diretos no abastecimento de supermercados e postos, além de impactos inflacionários em diferentes setores da economia nacional.

As forças de segurança pública e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informaram que monitoram de perto os pontos de aglomeração nas rodovias para garantir a segurança viária e evitar bloqueios totais de pistas.

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