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Aracaju, Quinta-feira, 2 de julho de 2026
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Pastor Márcio Poncio é preso durante operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro

Policial

Pastor Márcio Poncio é preso durante operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro

Pastor Márcio Poncio é preso pela Polícia Federal em operação no Rio de Janeiro.

02/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h22
Pastor Márcio Poncio é preso durante operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro

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A manhã desta quinta-feira, 2 de julho de 2026, foi marcada pela prisão do empresário e líder religioso Márcio Poncio, realizada pela Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro. A detenção ocorreu durante a 5ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga práticas ilícitas.

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Márcio Poncio é uma figura bastante conhecida nas redes sociais, onde acumula mais de 500 mil seguidores. Ele se apresenta como líder da Igreja da Nuvem e patriarca da família Poncio, que ganhou notoriedade por seu estilo de vida luxuoso e por diversas polêmicas veiculadas na internet.

O pastor é pai da deputada estadual Sarah Poncio, do partido Solidariedade-RJ, e do cantor Saulo Poncio, que fez sucesso com a dupla UM44K. A família, que frequentemente aparece nas mídias sociais, tem sido alvo de críticas e controvérsias, especialmente em relação ao seu estilo de vida. Recentemente, a vida pessoal de Márcio também foi notícia, após sua esposa, Simone Poncio, anunciar a gravidez aos 50 anos por meio de Fertilização in Vitro (FIV).

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Além de sua carreira como líder religioso, Márcio Poncio possui uma atuação empresarial que gerou polêmica. Sua principal fonte de renda vem do setor do tabaco, o que o fez ser informalmente denominado como o “pastor do cigarro” nos bastidores. Essa dualidade entre sua imagem de líder espiritual e empresário do ramo do tabaco levanta questões sobre a ética de suas atividades.

Na esfera política, Márcio também tentou construir uma carreira, mas enfrentou dificuldades nas urnas. Nas eleições de 2022, ele se candidatou a deputado federal pelo Rio de Janeiro, mas obteve apenas cerca de 33 mil votos, não conseguindo se eleger e terminando como segundo suplente. Em julho de 2025, ele tentou novamente, desta vez concorrendo à Prefeitura de Três Rios, após a cassação do então prefeito Joa Barbaglio. Contudo, Poncio também não teve sucesso, perdendo a disputa para Jonas Dico.

A prisão de Márcio Poncio levanta questionamentos sobre sua trajetória e as implicações de sua atuação tanto na religião quanto nos negócios e na política.

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A manhã desta quinta-feira, 2 de julho de 2026, foi marcada pela prisão do empresário e líder religioso Márcio Poncio, realizada pela Polícia Federal (PF) no Rio de Janeiro. A detenção ocorreu durante a 5ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga práticas ilícitas.

Márcio Poncio é uma figura bastante conhecida nas redes sociais, onde acumula mais de 500 mil seguidores. Ele se apresenta como líder da Igreja da Nuvem e patriarca da família Poncio, que ganhou notoriedade por seu estilo de vida luxuoso e por diversas polêmicas veiculadas na internet.

O pastor é pai da deputada estadual Sarah Poncio, do partido Solidariedade-RJ, e do cantor Saulo Poncio, que fez sucesso com a dupla UM44K. A família, que frequentemente aparece nas mídias sociais, tem sido alvo de críticas e controvérsias, especialmente em relação ao seu estilo de vida. Recentemente, a vida pessoal de Márcio também foi notícia, após sua esposa, Simone Poncio, anunciar a gravidez aos 50 anos por meio de Fertilização in Vitro (FIV).

Além de sua carreira como líder religioso, Márcio Poncio possui uma atuação empresarial que gerou polêmica. Sua principal fonte de renda vem do setor do tabaco, o que o fez ser informalmente denominado como o “pastor do cigarro” nos bastidores. Essa dualidade entre sua imagem de líder espiritual e empresário do ramo do tabaco levanta questões sobre a ética de suas atividades.

Na esfera política, Márcio também tentou construir uma carreira, mas enfrentou dificuldades nas urnas. Nas eleições de 2022, ele se candidatou a deputado federal pelo Rio de Janeiro, mas obteve apenas cerca de 33 mil votos, não conseguindo se eleger e terminando como segundo suplente. Em julho de 2025, ele tentou novamente, desta vez concorrendo à Prefeitura de Três Rios, após a cassação do então prefeito Joa Barbaglio. Contudo, Poncio também não teve sucesso, perdendo a disputa para Jonas Dico.

A prisão de Márcio Poncio levanta questionamentos sobre sua trajetória e as implicações de sua atuação tanto na religião quanto nos negócios e na política.

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