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Economia

Petróleo recua com pausa entre EUA e Irã e mercado respira alívio

Os preços do petróleo caem após EUA e Irã anunciarem pausa nas hostilidades.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h43
Petróleo recua com pausa entre EUA e Irã e mercado respira alívio

Os contratos futuros registraram queda nesta segunda, após Washington e Teerã anunciarem uma trégua temporária que reduziu o risco de rupturas no abastecimento global. Investidores seguem atentos às negociações.

Os preços do petróleo sofreram uma queda significativa nesta segunda-feira, 27 de julho de 2026, após Estados Unidos e Irã anunciarem uma pausa nas hostilidades durante o final de semana, o que reduziu os temores de interrupções no abastecimento global de energia.

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A sinalização de negociações entre Washington e Teerã ocorreu após mais de 10 dias de escalada nas tensões no Oriente Médio, que havia levado o preço futuro do barril a ultrapassar a marca de US$ 100 na semana passada. Por volta das 8h05, os contratos do tipo Brent, que é utilizado na maior parte do mundo, apresentaram uma queda de 8,1%, sendo negociados a US$ 88,93. No mesmo momento, o WTI, referência do mercado nos Estados Unidos, cedia 7%, com preço a US$ 83,08 o barril.

Os mercados encerraram a semana anterior abalados pela escalada das tensões na região, com investidores preocupados com a possibilidade de que o conflito pudesse pressionar ainda mais os preços do petróleo, especialmente antes da decisão de política monetária do Federal Reserve, agendada para quarta-feira, 29 de julho.

Embora o anúncio da suspensão dos ataques tenha gerado um sentimento de alívio, o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, uma importante via de passagem para o comércio global de petróleo, continuou a ser baixo. Além disso, os ataques dos houthis, que são alinhados ao Irã, contra instalações petrolíferas sauditas ao longo da costa do Mar Vermelho, mantiveram os comerciantes em estado de alerta.

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O alívio no mercado também se refletiu nas bolsas de valores, com fechamento positivo na Ásia e as principais praças da Europa apresentando desempenho em alta. Nos Estados Unidos, os índices futuros de Wall Street também indicaram uma tendência positiva.

Após 13 noites consecutivas de bombardeios intensos, que resultaram em ataques do Irã a bases dos Estados Unidos em países da região como represália, o presidente americano decidiu suspender a campanha militar durante o final de semana. Em resposta, o Irã também declarou que interromperia seus ataques enquanto durasse a pausa dos bombardeios americanos.

Contudo, nesta segunda-feira, Teerã reafirmou que ainda detém o controle do Estreito de Ormuz e que não tem interesse em retomar as negociações de paz com os EUA. A decisão do presidente americano de suspender a campanha militar foi influenciada pela recomendação de seus principais comandantes militares, que indicaram que os bombardeios haviam atingido o limite de sua eficácia.

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Os contratos futuros registraram queda nesta segunda, após Washington e Teerã anunciarem uma trégua temporária que reduziu o risco de rupturas no abastecimento global. Investidores seguem atentos às negociações.

Os preços do petróleo sofreram uma queda significativa nesta segunda-feira, 27 de julho de 2026, após Estados Unidos e Irã anunciarem uma pausa nas hostilidades durante o final de semana, o que reduziu os temores de interrupções no abastecimento global de energia.

A sinalização de negociações entre Washington e Teerã ocorreu após mais de 10 dias de escalada nas tensões no Oriente Médio, que havia levado o preço futuro do barril a ultrapassar a marca de US$ 100 na semana passada. Por volta das 8h05, os contratos do tipo Brent, que é utilizado na maior parte do mundo, apresentaram uma queda de 8,1%, sendo negociados a US$ 88,93. No mesmo momento, o WTI, referência do mercado nos Estados Unidos, cedia 7%, com preço a US$ 83,08 o barril.

Os mercados encerraram a semana anterior abalados pela escalada das tensões na região, com investidores preocupados com a possibilidade de que o conflito pudesse pressionar ainda mais os preços do petróleo, especialmente antes da decisão de política monetária do Federal Reserve, agendada para quarta-feira, 29 de julho.

Embora o anúncio da suspensão dos ataques tenha gerado um sentimento de alívio, o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, uma importante via de passagem para o comércio global de petróleo, continuou a ser baixo. Além disso, os ataques dos houthis, que são alinhados ao Irã, contra instalações petrolíferas sauditas ao longo da costa do Mar Vermelho, mantiveram os comerciantes em estado de alerta.

O alívio no mercado também se refletiu nas bolsas de valores, com fechamento positivo na Ásia e as principais praças da Europa apresentando desempenho em alta. Nos Estados Unidos, os índices futuros de Wall Street também indicaram uma tendência positiva.

Após 13 noites consecutivas de bombardeios intensos, que resultaram em ataques do Irã a bases dos Estados Unidos em países da região como represália, o presidente americano decidiu suspender a campanha militar durante o final de semana. Em resposta, o Irã também declarou que interromperia seus ataques enquanto durasse a pausa dos bombardeios americanos.

Contudo, nesta segunda-feira, Teerã reafirmou que ainda detém o controle do Estreito de Ormuz e que não tem interesse em retomar as negociações de paz com os EUA. A decisão do presidente americano de suspender a campanha militar foi influenciada pela recomendação de seus principais comandantes militares, que indicaram que os bombardeios haviam atingido o limite de sua eficácia.

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