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Aracaju, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
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PF investiga broches com câmeras para filmar votos em Cabo Frio

PF instaurou inquérito sobre broches com câmeras em Cabo Frio; 129 pessoas foram conduzidas e R$789,8 mil apreendidos até as 15h10 deste domingo.

04/10/2026 · 21h39 · Atualizado às 16h50
PF investiga broches com câmeras para filmar votos em Cabo Frio

A Polícia Federal abriu inquérito após encontrar broches com câmeras disfarçadas em Cabo Frio. Um homem foi detido e o celular apreendido; os dispositivos exibiam números de candidatos e ocultavam câmera e bateria.

A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a distribuição e o uso de broches preparados com dispositivo eletrônico no município de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. A suspeita era de que os equipamentos seriam usados para gravar o voto dos eleitores na urna eletrônica.

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Segundo a Polícia Federal, os dispositivos estavam disfarçados de broches e apresentavam, na parte frontal, o número do candidato; na parte traseira havia um adesivo que ocultava a câmera e a bateria. Os materiais foram encontrados com um homem cujo celular foi apreendido no local.

O conduzido optou por ficar em silêncio no momento da abordagem. A PF apreendeu os equipamentos e o celular e informou que os itens seriam submetidos à perícia técnico-criminal para continuidade das investigações.

Por lei, era proibido entrar na cabine de votação com celulares, óculos inteligentes, câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer outro dispositivo eletrônico capaz de fotografar ou filmar o voto. A vedação constava na Lei das Eleições e na Resolução nº 23.759/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tratava da participação de cidadãos no processo eleitoral.

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De acordo com o TSE, a medida visava resguardar o sigilo do voto.

No balanço divulgado pela Polícia Federal, até às 15h10 deste domingo (4) foram instaurados seis inquéritos policiais e lavrados 18 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) para apurar práticas de crimes eleitorais.

Estados com ocorrências registradas

  • Bahia
  • Rio de Janeiro
  • Alagoas
  • Espírito Santo
  • Pernambuco
  • Minas Gerais
  • Sergipe
  • Roraima
  • Acre
  • Rondônia
  • Amapá
  • Maranhão
  • Amazonas
  • Mato Grosso
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo
  • Paraíba
  • Pará
  • Santa Catarina
  • Piauí
  • Distrito Federal

Até o momento, foram conduzidas 129 pessoas e apreendidos R$ 789,8 mil em bens e valores, dos quais R$ 383,6 mil estavam em espécie. Entre os principais crimes apurados estavam a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, com destaque para suspeitas de compra de votos.

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As investigações seguiram em curso, com perícias e diligências para esclarecer a origem dos dispositivos e a possível extensão da prática. Autoridades reforçaram que a fiscalização e as apreensões faziam parte das ações para coibir crimes eleitorais durante o processo de votação.

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A Polícia Federal abriu inquérito após encontrar broches com câmeras disfarçadas em Cabo Frio. Um homem foi detido e o celular apreendido; os dispositivos exibiam números de candidatos e ocultavam câmera e bateria.

A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a distribuição e o uso de broches preparados com dispositivo eletrônico no município de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. A suspeita era de que os equipamentos seriam usados para gravar o voto dos eleitores na urna eletrônica.

Segundo a Polícia Federal, os dispositivos estavam disfarçados de broches e apresentavam, na parte frontal, o número do candidato; na parte traseira havia um adesivo que ocultava a câmera e a bateria. Os materiais foram encontrados com um homem cujo celular foi apreendido no local.

O conduzido optou por ficar em silêncio no momento da abordagem. A PF apreendeu os equipamentos e o celular e informou que os itens seriam submetidos à perícia técnico-criminal para continuidade das investigações.

Por lei, era proibido entrar na cabine de votação com celulares, óculos inteligentes, câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer outro dispositivo eletrônico capaz de fotografar ou filmar o voto. A vedação constava na Lei das Eleições e na Resolução nº 23.759/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tratava da participação de cidadãos no processo eleitoral.

De acordo com o TSE, a medida visava resguardar o sigilo do voto.

No balanço divulgado pela Polícia Federal, até às 15h10 deste domingo (4) foram instaurados seis inquéritos policiais e lavrados 18 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) para apurar práticas de crimes eleitorais.

Estados com ocorrências registradas

  • Bahia
  • Rio de Janeiro
  • Alagoas
  • Espírito Santo
  • Pernambuco
  • Minas Gerais
  • Sergipe
  • Roraima
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  • Rondônia
  • Amapá
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  • Amazonas
  • Mato Grosso
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo
  • Paraíba
  • Pará
  • Santa Catarina
  • Piauí
  • Distrito Federal

Até o momento, foram conduzidas 129 pessoas e apreendidos R$ 789,8 mil em bens e valores, dos quais R$ 383,6 mil estavam em espécie. Entre os principais crimes apurados estavam a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, com destaque para suspeitas de compra de votos.

As investigações seguiram em curso, com perícias e diligências para esclarecer a origem dos dispositivos e a possível extensão da prática. Autoridades reforçaram que a fiscalização e as apreensões faziam parte das ações para coibir crimes eleitorais durante o processo de votação.

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