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Brasil

PMs vão a júri popular por morte de delator do PCC em aeroporto de SP

Julgamento de PMs acusados de matar delator do PCC começa hoje em Guarulhos, SP.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 04h43
PMs vão a júri popular por morte de delator do PCC em aeroporto de SP

Começa hoje o julgamento dos policiais militares acusados de matar Antônio Vinicius Gritzbach, assassinado a tiros em Guarulhos em 2024. O caso envolve o PCC, lavagem de dinheiro e criptomoedas.

O júri popular dos policiais militares acusados de envolvimento na morte de Antônio Vinicius Gritzbach, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital), começa hoje, 22 de junho, no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. As sessões terão início às 10h e a previsão é que o julgamento dure cinco dias.

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Gritzbach foi assassinado em novembro de 2024, quando desembarcava no Aeroporto Internacional de Guarulhos, sendo atingido por dez tiros. Segundo a Polícia Civil, a motivação do crime está ligada a questões de vingança e disputas financeiras envolvendo lavagem de dinheiro e criptomoedas relacionadas à facção.

A expectativa é que as sentenças dos PMs Denis Antonio Martins, Ruan Silva Rodrigues e Fernando Genauro da Silva sejam proferidas até sexta-feira, 26 de junho.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo, os três policiais militares desempenharam papéis distintos na execução de Gritzbach. Denis Antonio Martins e Ruan Silva Rodrigues são apontados como os responsáveis pelos disparos que resultaram na morte do delator, enquanto Fernando Genauro da Silva é identificado como o motorista do veículo utilizado no crime.

Após a conclusão das investigações, os três PMs foram pronunciados pela Justiça, o que significa que há indícios suficientes para que o caso seja analisado pelo Tribunal do Júri. Eles enfrentam acusações de homicídio qualificado pela morte de Gritzbach e do motorista Celso Araujo Sampaio de Novais, além de duas tentativas de homicídio, uma vez que outras pessoas também foram feridas durante o ataque.

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Antes de sua morte, Gritzbach havia firmado um acordo de delação premiada com o Ministério Público, o que lhe permitiu fornecer informações sobre integrantes da facção, esquemas de lavagem de dinheiro e movimentações financeiras. Ele também teria apontado policiais militares e civis que atuavam na extorsão de criminosos.

As investigações revelaram que Emílio Carlos Gongorra, conhecido como “Cigarreira”, foi quem teria ordenado o crime, contando com o apoio de Diego Amaral, o “Didi”, e de um olheiro chamado “Kauê”.

No total, 18 PMs se tornaram réus no caso, sendo que 14 permanecem detidos no Presídio Militar Romão Gomes.

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Durante o julgamento, serão ouvidas 21 testemunhas, incluindo nove da acusação e outras da defesa. O processo começará com o sorteio dos jurados, que terão a responsabilidade de decidir sobre a condenação ou absolvição dos réus.

Recentemente, a defesa dos PMs Denis Antônio Martins e Ruan Silva Rodrigues apresentou um parecer técnico contestando a perícia e a confiabilidade das provas genéticas coletadas no veículo utilizado na execução. A defesa alega que houve erros significativos durante a investigação, o que teria resultado na acusação de inocentes. Por sua vez, o Ministério Público defendeu que a apresentação do parecer é uma tentativa de questionar a validade das provas após um longo período de investigação.

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Começa hoje o julgamento dos policiais militares acusados de matar Antônio Vinicius Gritzbach, assassinado a tiros em Guarulhos em 2024. O caso envolve o PCC, lavagem de dinheiro e criptomoedas.

O júri popular dos policiais militares acusados de envolvimento na morte de Antônio Vinicius Gritzbach, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital), começa hoje, 22 de junho, no Fórum Criminal de Guarulhos, na Grande São Paulo. As sessões terão início às 10h e a previsão é que o julgamento dure cinco dias.

Gritzbach foi assassinado em novembro de 2024, quando desembarcava no Aeroporto Internacional de Guarulhos, sendo atingido por dez tiros. Segundo a Polícia Civil, a motivação do crime está ligada a questões de vingança e disputas financeiras envolvendo lavagem de dinheiro e criptomoedas relacionadas à facção.

A expectativa é que as sentenças dos PMs Denis Antonio Martins, Ruan Silva Rodrigues e Fernando Genauro da Silva sejam proferidas até sexta-feira, 26 de junho.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo, os três policiais militares desempenharam papéis distintos na execução de Gritzbach. Denis Antonio Martins e Ruan Silva Rodrigues são apontados como os responsáveis pelos disparos que resultaram na morte do delator, enquanto Fernando Genauro da Silva é identificado como o motorista do veículo utilizado no crime.

Após a conclusão das investigações, os três PMs foram pronunciados pela Justiça, o que significa que há indícios suficientes para que o caso seja analisado pelo Tribunal do Júri. Eles enfrentam acusações de homicídio qualificado pela morte de Gritzbach e do motorista Celso Araujo Sampaio de Novais, além de duas tentativas de homicídio, uma vez que outras pessoas também foram feridas durante o ataque.

Antes de sua morte, Gritzbach havia firmado um acordo de delação premiada com o Ministério Público, o que lhe permitiu fornecer informações sobre integrantes da facção, esquemas de lavagem de dinheiro e movimentações financeiras. Ele também teria apontado policiais militares e civis que atuavam na extorsão de criminosos.

As investigações revelaram que Emílio Carlos Gongorra, conhecido como “Cigarreira”, foi quem teria ordenado o crime, contando com o apoio de Diego Amaral, o “Didi”, e de um olheiro chamado “Kauê”.

No total, 18 PMs se tornaram réus no caso, sendo que 14 permanecem detidos no Presídio Militar Romão Gomes.

Durante o julgamento, serão ouvidas 21 testemunhas, incluindo nove da acusação e outras da defesa. O processo começará com o sorteio dos jurados, que terão a responsabilidade de decidir sobre a condenação ou absolvição dos réus.

Recentemente, a defesa dos PMs Denis Antônio Martins e Ruan Silva Rodrigues apresentou um parecer técnico contestando a perícia e a confiabilidade das provas genéticas coletadas no veículo utilizado na execução. A defesa alega que houve erros significativos durante a investigação, o que teria resultado na acusação de inocentes. Por sua vez, o Ministério Público defendeu que a apresentação do parecer é uma tentativa de questionar a validade das provas após um longo período de investigação.

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