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Polícia Científica esclarece trajetória do disparo que matou bebê em Areia Branca

A Polícia Científica de Sergipe (PCi) informou nesta sexta-feira (27) os detalhes da perícia realizada sobre o disparo que tirou a vida de Layla Sofia Menezes, uma bebê de 1 ano e 11 meses, morta dentro do carro dos pais na madrugada do último dia 24 de junho, em Areia Branca, durante as comemorações do São João.

27/06/2025 · 15h38 · Atualizado às 19h11
Polícia Científica esclarece trajetória do disparo que matou bebê em Areia Branca

Perícia confirma que projétil atingiu criança após disparo oblíquo no carro da família na madrugada de São João

A Polícia Científica de Sergipe (PCi) informou nesta sexta-feira (27) os detalhes da perícia realizada sobre o disparo que tirou a vida de Layla Sofia Menezes, uma bebê de 1 ano e 11 meses, morta dentro do carro dos pais na madrugada do último dia 24 de junho, em Areia Branca, durante as comemorações do São João.

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Segundo o Instituto Médico Legal (IML), o disparo penetrado pelo vidro traseiro do veículo seguiu uma trajetória inclinada de cima para baixo, atingindo a cabeça da criança e causando hemorragia intracraniana, o que levou ao óbito da vítima. O projétil foi recuperado no banco dianteiro do carro e será submetido a análises balísticas complementares.

O coordenador-geral de perícias, Vitor Barros, detalhou a dinâmica do disparo: “O projétil entrou pelo vidro traseiro esquerdo superior, percorreu uma trajetória oblíqua descendente, atingiu a cabeça da vítima e saiu pela bochecha, alojando-se no banco dianteiro do passageiro.”

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O suspeito do crime, identificado como Alex de Oliveira Nunes, 28 anos, foi preso e confessou o disparo, alegando que estava sob efeito de álcool e que não conhecia os ocupantes do veículo. Segundo a Polícia Civil, ele também admitiu envolvimento em outra tentativa de homicídio na mesma cidade, que teria ocorrido durante uma discussão.

O homicídio ocorreu logo após o pai da criança ter buzinado para o suspeito, que inicialmente permitiu a passagem do veículo da família, mas depois o perseguiu e efetuou os disparos. A mãe da bebê nega qualquer discussão prévia entre o casal e o autor dos tiros.

Alex teve a prisão preventiva decretada pela Justiça de Sergipe. A defesa informou que pretende recorrer com pedido de habeas corpus.

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Perícia confirma que projétil atingiu criança após disparo oblíquo no carro da família na madrugada de São João

A Polícia Científica de Sergipe (PCi) informou nesta sexta-feira (27) os detalhes da perícia realizada sobre o disparo que tirou a vida de Layla Sofia Menezes, uma bebê de 1 ano e 11 meses, morta dentro do carro dos pais na madrugada do último dia 24 de junho, em Areia Branca, durante as comemorações do São João.

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Segundo o Instituto Médico Legal (IML), o disparo penetrado pelo vidro traseiro do veículo seguiu uma trajetória inclinada de cima para baixo, atingindo a cabeça da criança e causando hemorragia intracraniana, o que levou ao óbito da vítima. O projétil foi recuperado no banco dianteiro do carro e será submetido a análises balísticas complementares.

O coordenador-geral de perícias, Vitor Barros, detalhou a dinâmica do disparo: “O projétil entrou pelo vidro traseiro esquerdo superior, percorreu uma trajetória oblíqua descendente, atingiu a cabeça da vítima e saiu pela bochecha, alojando-se no banco dianteiro do passageiro.”

O suspeito do crime, identificado como Alex de Oliveira Nunes, 28 anos, foi preso e confessou o disparo, alegando que estava sob efeito de álcool e que não conhecia os ocupantes do veículo. Segundo a Polícia Civil, ele também admitiu envolvimento em outra tentativa de homicídio na mesma cidade, que teria ocorrido durante uma discussão.

O homicídio ocorreu logo após o pai da criança ter buzinado para o suspeito, que inicialmente permitiu a passagem do veículo da família, mas depois o perseguiu e efetuou os disparos. A mãe da bebê nega qualquer discussão prévia entre o casal e o autor dos tiros.

Alex teve a prisão preventiva decretada pela Justiça de Sergipe. A defesa informou que pretende recorrer com pedido de habeas corpus.

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