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Aracaju, Quarta-feira, 21 de outubro de 2026
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Policial

Polícia Civil de Sergipe apoia operação interestadual contra organização criminosa especializada em furtos a joalherias

A Polícia Civil de Sergipe, por meio do Departamento de Investigação de Narcóticos (Denarc) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core), prestou apoio operacional à Polícia Civil da Bahia na deflagração da segunda fase da "Operação Diamante de Sangue", ocorrida na manhã desta quarta-feira, 20. A ação interestadual visou desarticular uma organização criminosa especializada em furtos a joalherias e lavagem de dinheiro, com ramificações em diversos estados do país.

20/05/2026 · 13h44 · Atualizado às 12h49
Polícia Civil de Sergipe apoia operação interestadual contra organização criminosa especializada em furtos a joalherias

Ação coordenada pela Polícia Civil da Bahia cumpre mandados de prisão e de bloqueio de ativos em Sergipe, São Paulo e Goiás

A Polícia Civil de Sergipe, por meio do Departamento de Investigação de Narcóticos (Denarc) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core), prestou apoio operacional à Polícia Civil da Bahia na deflagração da segunda fase da “Operação Diamante de Sangue”, ocorrida na manhã desta quarta-feira, 20. A ação interestadual visou desarticular uma organização criminosa especializada em furtos a joalherias e lavagem de dinheiro, com ramificações em diversos estados do país.

Em território sergipano, as equipes do Denarc e da Core cumpriram dois mandados de prisão preventiva nos municípios de Aracaju e Maruim. Os investigados são apontados como peças-chave na estrutura que dava suporte financeiro e logístico aos delitos praticados pelo grupo, respondendo pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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A investigação, conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/DEIC) da Polícia Civil da Bahia, revelou que o grupo criminoso operava com uma sofisticada divisão de tarefas. Para dissimular a origem dos recursos obtidos nos furtos interestaduais, os suspeitos utilizavam empresas de fachada e contas bancárias em nome de terceiros, conhecidos como “laranjas”. A estratégia visava dificultar o rastreamento financeiro pelas autoridades e a identificação do patrimônio ilícito.

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O foco principal desta segunda fase da operação foi o sufocamento financeiro da organização criminosa, resultando em bloqueios patrimoniais e na recuperação de ativos de origem ilícita. Além das capturas e buscas realizadas em Sergipe, a operação interestadual também cumpriu mandados nos estados de São Paulo e Goiás.

Os detidos em Sergipe foram encaminhados à delegacia e permanecem à disposição do Poder Judiciário, onde aguardam os trâmites legais para a posterior transferência ao sistema prisional ou recambiamento para o estado de origem das investigações.

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Ação coordenada pela Polícia Civil da Bahia cumpre mandados de prisão e de bloqueio de ativos em Sergipe, São Paulo e Goiás

A Polícia Civil de Sergipe, por meio do Departamento de Investigação de Narcóticos (Denarc) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core), prestou apoio operacional à Polícia Civil da Bahia na deflagração da segunda fase da “Operação Diamante de Sangue”, ocorrida na manhã desta quarta-feira, 20. A ação interestadual visou desarticular uma organização criminosa especializada em furtos a joalherias e lavagem de dinheiro, com ramificações em diversos estados do país.

Em território sergipano, as equipes do Denarc e da Core cumpriram dois mandados de prisão preventiva nos municípios de Aracaju e Maruim. Os investigados são apontados como peças-chave na estrutura que dava suporte financeiro e logístico aos delitos praticados pelo grupo, respondendo pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A investigação, conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/DEIC) da Polícia Civil da Bahia, revelou que o grupo criminoso operava com uma sofisticada divisão de tarefas. Para dissimular a origem dos recursos obtidos nos furtos interestaduais, os suspeitos utilizavam empresas de fachada e contas bancárias em nome de terceiros, conhecidos como “laranjas”. A estratégia visava dificultar o rastreamento financeiro pelas autoridades e a identificação do patrimônio ilícito.

O foco principal desta segunda fase da operação foi o sufocamento financeiro da organização criminosa, resultando em bloqueios patrimoniais e na recuperação de ativos de origem ilícita. Além das capturas e buscas realizadas em Sergipe, a operação interestadual também cumpriu mandados nos estados de São Paulo e Goiás.

Os detidos em Sergipe foram encaminhados à delegacia e permanecem à disposição do Poder Judiciário, onde aguardam os trâmites legais para a posterior transferência ao sistema prisional ou recambiamento para o estado de origem das investigações.

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