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Policial

Polícia Civil desarticula fábrica clandestina de fogos e explosivos em Estância

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Estância, realizou nesta terça-feira (02) a desarticulação de uma fábrica clandestina de fogos de...

04/06/2026 · 16h35
Polícia Civil desarticula fábrica clandestina de fogos e explosivos em Estância

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Estância, realizou nesta terça-feira (02) a desarticulação de uma fábrica clandestina de fogos de artifício e artefatos explosivos localizada no Loteamento São Jorge, bairro Porto D’Areia, no município de Estância.

A operação foi deflagrada durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pelo Poder Judiciário, inserido em uma investigação que apura a fabricação e o armazenamento irregular de explosivos na região.

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No imóvel vistoriado, os policiais localizaram uma quantidade significativa de pólvora de diferentes espécies, além de tabocas, martelos utilizados na prensagem de materiais, aparelhos empregados na produção artesanal de explosivos e uma variedade de produtos químicos.

Devido ao risco à segurança pública, foram acionadas equipes do Corpo de Bombeiros Militar, da Defesa Civil, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e representantes do Exército Brasileiro para realizar avaliação técnica, contenção de riscos e definir a destinação adequada dos materiais apreendidos. O Ministério Público também foi comunicado sobre a ação.

Durante a diligência, não havia ninguém no local e a pessoa responsável pela propriedade ou pela operação da fábrica não foi identificada no momento. As investigações continuam para esclarecer a autoria, determinar a procedência dos materiais e verificar a ocorrência de possíveis crimes previstos no Estatuto do Desarmamento e na Lei de Contravenções Penais.

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A Polícia Civil informou ainda que o mesmo imóvel já havia sido alvo de uma ação semelhante em 2024, conduzida pela Divisão Especializada de Fiscalização e Combate a Explosivos e Fogos Clandestinos (DEFAE). A corporação reforçou que denúncias sobre atividades relacionadas podem ser encaminhadas pelo número 181, com garantia de sigilo.

As equipes envolvidas permanecem atuando para concluir a perícia e a adequada remoção e descarte dos materiais apreendidos, enquanto a investigação procura identificar os responsáveis pela fabricação e armazenamento irregulares.

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Estância, realizou nesta terça-feira (02) a desarticulação de uma fábrica clandestina de fogos de artifício e artefatos explosivos localizada no Loteamento São Jorge, bairro Porto D’Areia, no município de Estância.

A operação foi deflagrada durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão expedido pelo Poder Judiciário, inserido em uma investigação que apura a fabricação e o armazenamento irregular de explosivos na região.

No imóvel vistoriado, os policiais localizaram uma quantidade significativa de pólvora de diferentes espécies, além de tabocas, martelos utilizados na prensagem de materiais, aparelhos empregados na produção artesanal de explosivos e uma variedade de produtos químicos.

Devido ao risco à segurança pública, foram acionadas equipes do Corpo de Bombeiros Militar, da Defesa Civil, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e representantes do Exército Brasileiro para realizar avaliação técnica, contenção de riscos e definir a destinação adequada dos materiais apreendidos. O Ministério Público também foi comunicado sobre a ação.

Durante a diligência, não havia ninguém no local e a pessoa responsável pela propriedade ou pela operação da fábrica não foi identificada no momento. As investigações continuam para esclarecer a autoria, determinar a procedência dos materiais e verificar a ocorrência de possíveis crimes previstos no Estatuto do Desarmamento e na Lei de Contravenções Penais.

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A Polícia Civil informou ainda que o mesmo imóvel já havia sido alvo de uma ação semelhante em 2024, conduzida pela Divisão Especializada de Fiscalização e Combate a Explosivos e Fogos Clandestinos (DEFAE). A corporação reforçou que denúncias sobre atividades relacionadas podem ser encaminhadas pelo número 181, com garantia de sigilo.

As equipes envolvidas permanecem atuando para concluir a perícia e a adequada remoção e descarte dos materiais apreendidos, enquanto a investigação procura identificar os responsáveis pela fabricação e armazenamento irregulares.

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