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Polícia do Rio pede prisão preventiva de Malévola Alves e Rayssa em investigação que cita Jojo Todynho

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Polícia do Rio pede prisão preventiva de Malévola Alves e Rayssa em investigação que cita Jojo Todynho

A Polícia Civil do Rio de Janeiro encaminhou ao Ministério Público pedido de prisão preventiva contra as influenciadoras Malévola Alves e Rayssa...

06/06/2026 · 07h33
Polícia do Rio pede prisão preventiva de Malévola Alves e Rayssa em investigação que cita Jojo Todynho

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro encaminhou ao Ministério Público pedido de prisão preventiva contra as influenciadoras Malévola Alves e Rayssa Souza Rego no âmbito de inquérito que tem a cantora Jojo Todynho apontada como suposta vítima. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Luiz Bacci.

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De acordo com a representação da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro do Rio, as investigadas são alvo de apurações por uma série de condutas que incluem ameaça, difamação, perseguição, violência psicológica, coação no curso do processo e infrações previstas na Lei nº 7.716/1989. O pedido policial seguiu para o Ministério Público, que deverá se manifestar antes de qualquer análise judicial.

A apuração teve início após Jojo procurar a polícia ao tomar conhecimento de publicações feitas pelas influenciadoras em redes sociais. Nos autos, a Polícia Civil aponta que a cantora teria sido alvo de comentários ofensivos e de postagens que, segundo os investigadores, teriam causado constrangimento e abalo emocional.

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Entre os elementos reunidos pela investigação estão vídeos e transmissões ao vivo publicados pelas suspeitas, assim como registro de um episódio em que as investigadas se deslocaram ao Rio de Janeiro e ficaram nas proximidades do condomínio residencial onde Jojo mora. Para a autoridade policial, esse conjunto de fatos demonstra uma possível escalada de hostilidade, o que motivou o pedido de medidas cautelares mais rigorosas.

O ofício da polícia não implica que a prisão seja automática: a decretação da prisão preventiva depende da análise das autoridades competentes e de eventual decisão do Poder Judiciário. Até o momento em que a reportagem foi produzida, não houve determinação de prisão contra Malévola Alves e Rayssa Souza Rego.

Após a divulgação do pedido, o advogado Jonatha Carvalho Matos, que passou a defender as duas influenciadoras, divulgou nota pública contestando a necessidade da prisão. Segundo a defesa, as clientes colaboraram com as investigações e adotaram providências judiciais relacionadas ao caso. O advogado ressaltou que a prisão preventiva é medida excepcional prevista no ordenamento jurídico brasileiro e que, na visão da defesa, os requisitos legais para sua aplicação não estariam presentes nos autos.

Na nota, a defesa afirmou ainda confiar na atuação do Judiciário e pediu que o processo tramite respeitando as garantias constitucionais e o devido processo legal. Jojo Todynho não se pronunciou sobre os novos desdobramentos até a publicação desta matéria.

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro encaminhou ao Ministério Público pedido de prisão preventiva contra as influenciadoras Malévola Alves e Rayssa Souza Rego no âmbito de inquérito que tem a cantora Jojo Todynho apontada como suposta vítima. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Luiz Bacci.

De acordo com a representação da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro do Rio, as investigadas são alvo de apurações por uma série de condutas que incluem ameaça, difamação, perseguição, violência psicológica, coação no curso do processo e infrações previstas na Lei nº 7.716/1989. O pedido policial seguiu para o Ministério Público, que deverá se manifestar antes de qualquer análise judicial.

A apuração teve início após Jojo procurar a polícia ao tomar conhecimento de publicações feitas pelas influenciadoras em redes sociais. Nos autos, a Polícia Civil aponta que a cantora teria sido alvo de comentários ofensivos e de postagens que, segundo os investigadores, teriam causado constrangimento e abalo emocional.

Entre os elementos reunidos pela investigação estão vídeos e transmissões ao vivo publicados pelas suspeitas, assim como registro de um episódio em que as investigadas se deslocaram ao Rio de Janeiro e ficaram nas proximidades do condomínio residencial onde Jojo mora. Para a autoridade policial, esse conjunto de fatos demonstra uma possível escalada de hostilidade, o que motivou o pedido de medidas cautelares mais rigorosas.

O ofício da polícia não implica que a prisão seja automática: a decretação da prisão preventiva depende da análise das autoridades competentes e de eventual decisão do Poder Judiciário. Até o momento em que a reportagem foi produzida, não houve determinação de prisão contra Malévola Alves e Rayssa Souza Rego.

Após a divulgação do pedido, o advogado Jonatha Carvalho Matos, que passou a defender as duas influenciadoras, divulgou nota pública contestando a necessidade da prisão. Segundo a defesa, as clientes colaboraram com as investigações e adotaram providências judiciais relacionadas ao caso. O advogado ressaltou que a prisão preventiva é medida excepcional prevista no ordenamento jurídico brasileiro e que, na visão da defesa, os requisitos legais para sua aplicação não estariam presentes nos autos.

Na nota, a defesa afirmou ainda confiar na atuação do Judiciário e pediu que o processo tramite respeitando as garantias constitucionais e o devido processo legal. Jojo Todynho não se pronunciou sobre os novos desdobramentos até a publicação desta matéria.

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