Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Política

Deputada propõe Política de Atenção à Saúde Mental Materna em Sergipe

Aracaju – A deputada estadual Linda Brasil (Psol) protocolou o Projeto de Lei nº 157/2025, que cria a Política de Atenção à Saúde Mental Materna no estado de Sergipe. A proposta estabelece diretrizes para oferecer cuidado psicológico contínuo a mulheres e demais pessoas que gestam durante a gravidez, o parto e o puerpério. O texto […]

29/09/2025 · 18h50
Deputada propõe Política de Atenção à Saúde Mental Materna em Sergipe

Aracaju – A deputada estadual Linda Brasil (Psol) protocolou o Projeto de Lei nº 157/2025, que cria a Política de Atenção à Saúde Mental Materna no estado de Sergipe.

A proposta estabelece diretrizes para oferecer cuidado psicológico contínuo a mulheres e demais pessoas que gestam durante a gravidez, o parto e o puerpério. O texto prevê acompanhamento multiprofissional, inclusão de atendimento em casos de luto gestacional ou neonatal e integração dos serviços de saúde.

Publicidade

Segundo a parlamentar, a iniciativa surgiu após diálogo com o movimento Maio Furta-Cor, que atua nacionalmente pela visibilidade da saúde mental materna. “Cuidar da saúde mental das mães é cuidar do futuro de toda a sociedade”, afirmou Linda Brasil.

Diretrizes do projeto

Entre os principais pontos do PL estão:

  • atenção humanizada baseada em evidências científicas;
  • sensibilização comunitária sobre a importância da rede de apoio;
  • capacitação de profissionais de saúde;
  • criação de linha de cuidado específica no Sistema Único de Saúde (SUS);
  • incorporação de pré-natal e pós-natal psicológicos;
  • ferramentas de triagem para transtornos mentais;
  • visitas domiciliares e aconselhamento no pós-parto;
  • atendimento prioritário em saúde mental;
  • escuta qualificada em situações de luto gestacional ou neonatal.

Relatos que reforçam a urgência

No projeto, Linda Brasil destaca histórias como a de Priscila Neres, atendente de telemarketing e mãe solo, que enfrentou depressão pós-parto sem suporte imediato. “Sem acolhimento, o risco de abandono e até de suicídio é real”, relatou Priscila.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Apoio de especialistas

Representante do movimento Maio Furta-Cor, a psicóloga Carolina Geisel considera o PL um marco para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao tema. Ela ressalta que, além da depressão pós-parto, quadros como ansiedade durante a gestação também precisam de atenção.

O projeto de lei aguarda análise na Assembleia Legislativa de Sergipe.

 

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Aracaju – A deputada estadual Linda Brasil (Psol) protocolou o Projeto de Lei nº 157/2025, que cria a Política de Atenção à Saúde Mental Materna no estado de Sergipe.

A proposta estabelece diretrizes para oferecer cuidado psicológico contínuo a mulheres e demais pessoas que gestam durante a gravidez, o parto e o puerpério. O texto prevê acompanhamento multiprofissional, inclusão de atendimento em casos de luto gestacional ou neonatal e integração dos serviços de saúde.

Segundo a parlamentar, a iniciativa surgiu após diálogo com o movimento Maio Furta-Cor, que atua nacionalmente pela visibilidade da saúde mental materna. “Cuidar da saúde mental das mães é cuidar do futuro de toda a sociedade”, afirmou Linda Brasil.

Diretrizes do projeto

Entre os principais pontos do PL estão:

  • atenção humanizada baseada em evidências científicas;
  • sensibilização comunitária sobre a importância da rede de apoio;
  • capacitação de profissionais de saúde;
  • criação de linha de cuidado específica no Sistema Único de Saúde (SUS);
  • incorporação de pré-natal e pós-natal psicológicos;
  • ferramentas de triagem para transtornos mentais;
  • visitas domiciliares e aconselhamento no pós-parto;
  • atendimento prioritário em saúde mental;
  • escuta qualificada em situações de luto gestacional ou neonatal.

Relatos que reforçam a urgência

No projeto, Linda Brasil destaca histórias como a de Priscila Neres, atendente de telemarketing e mãe solo, que enfrentou depressão pós-parto sem suporte imediato. “Sem acolhimento, o risco de abandono e até de suicídio é real”, relatou Priscila.

Apoio de especialistas

Representante do movimento Maio Furta-Cor, a psicóloga Carolina Geisel considera o PL um marco para o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao tema. Ela ressalta que, além da depressão pós-parto, quadros como ansiedade durante a gestação também precisam de atenção.

O projeto de lei aguarda análise na Assembleia Legislativa de Sergipe.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA