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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Prefeita Emília Corrêa pressiona Iguá por explicações após novo episódio de falta de água em Aracaju

Após novo corte no abastecimento, a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, cobrou respostas imediatas da concessionária Iguá Sergipe. Em publicação...

27/04/2026 · 11h10 · Atualizado às 18h39
Prefeita Emília Corrêa pressiona Iguá por explicações após novo episódio de falta de água em Aracaju

Após novo corte no abastecimento, a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, cobrou respostas imediatas da concessionária Iguá Sergipe. Em publicação nas redes sociais na tarde de domingo, 26, a gestora determinou que a empresa informe com clareza a extensão e a duração das interrupções que vêm afetando bairros da capital.

A concessionária relatou ter identificado indícios de sabotagem em equipamentos do sistema de distribuição, apontando sinais de violação nos mecanismos que regulam o fluxo de água. Segundo a empresa, a Polícia Civil foi acionada para investigar os fatos.

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Emília afirmou acompanhar a situação por meio do Comitê de Acompanhamento da Concessão da Água em Aracaju e manifestou solidariedade aos moradores prejudicados. “Entendo a angústia de quem está sem água. Sei o quanto isso impacta a rotina, a dignidade e a vida das pessoas”, declarou, cobrando transparência sobre quantos bairros estão sem abastecimento e há quanto tempo cada área permanece sem fornecimento.

A prefeita ressaltou que já determinou a cobrança imediata dessas informações à Iguá e advertiu que, sem dados precisos, a prefeitura não consegue dimensionar corretamente o problema. Em nota, ela lembrou que o serviço é prestado por concessão firmada pelo Governo do Estado com a Iguá Saneamento, mas afirmou que, desde o início dos problemas, vem exigindo providências da empresa.

Para mitigar os efeitos do desabastecimento, a gestão municipal mobilizou a Defesa Civil e equipes da prefeitura, com foco nas áreas mais vulneráveis. A administração também acionou o Governo do Estado e a concessionária para detalhar a distribuição de caminhões-pipa, citando que serviços essenciais não podem ser interrompidos; segundo a prefeitura, houve suspensão de aulas em escolas municipais por falta d’água.

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Emília Corrêa afirmou que a prefeitura adotará “todas as medidas cabíveis”, incluindo a possibilidade de recorrer à Justiça e avaliar a decretação de situação de emergência caso seja necessário. A prefeita reforçou que continuará fiscalizando e cobrando soluções rápidas enquanto estiver à frente da gestão municipal.

Água foi destacada pela gestora como um direito básico, e ela afirmou que seguirá exigindo que esse direito seja garantido aos moradores de Aracaju.

 

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Após novo corte no abastecimento, a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, cobrou respostas imediatas da concessionária Iguá Sergipe. Em publicação nas redes sociais na tarde de domingo, 26, a gestora determinou que a empresa informe com clareza a extensão e a duração das interrupções que vêm afetando bairros da capital.

A concessionária relatou ter identificado indícios de sabotagem em equipamentos do sistema de distribuição, apontando sinais de violação nos mecanismos que regulam o fluxo de água. Segundo a empresa, a Polícia Civil foi acionada para investigar os fatos.

Emília afirmou acompanhar a situação por meio do Comitê de Acompanhamento da Concessão da Água em Aracaju e manifestou solidariedade aos moradores prejudicados. “Entendo a angústia de quem está sem água. Sei o quanto isso impacta a rotina, a dignidade e a vida das pessoas”, declarou, cobrando transparência sobre quantos bairros estão sem abastecimento e há quanto tempo cada área permanece sem fornecimento.

A prefeita ressaltou que já determinou a cobrança imediata dessas informações à Iguá e advertiu que, sem dados precisos, a prefeitura não consegue dimensionar corretamente o problema. Em nota, ela lembrou que o serviço é prestado por concessão firmada pelo Governo do Estado com a Iguá Saneamento, mas afirmou que, desde o início dos problemas, vem exigindo providências da empresa.

Para mitigar os efeitos do desabastecimento, a gestão municipal mobilizou a Defesa Civil e equipes da prefeitura, com foco nas áreas mais vulneráveis. A administração também acionou o Governo do Estado e a concessionária para detalhar a distribuição de caminhões-pipa, citando que serviços essenciais não podem ser interrompidos; segundo a prefeitura, houve suspensão de aulas em escolas municipais por falta d’água.

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Emília Corrêa afirmou que a prefeitura adotará “todas as medidas cabíveis”, incluindo a possibilidade de recorrer à Justiça e avaliar a decretação de situação de emergência caso seja necessário. A prefeita reforçou que continuará fiscalizando e cobrando soluções rápidas enquanto estiver à frente da gestão municipal.

Água foi destacada pela gestora como um direito básico, e ela afirmou que seguirá exigindo que esse direito seja garantido aos moradores de Aracaju.

 

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