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Policial

Prefeito de Nova York afirma não ter poder para prender Netanyahu

Prefeito de Nova York afirma não ter autoridade legal para prender Netanyahu.

22/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h01
Prefeito de Nova York afirma não ter poder para prender Netanyahu

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, declarou em um vídeo recente que não possui autoridade legal para prender o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, caso ele visite a cidade. Mamdani informou que sua administração analisou as possibilidades legais sob a legislação vigente para cumprir um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), mas concluiu que a cidade não tem autonomia para tal ação.

“Está claro que não temos autoridade legal independente para executar esse mandado. O governo federal, no entanto, a tem, e eu apelo a ele para que se junte ao TPI e cumpra esse mandado”, afirmou Mamdani durante a gravação, que foi divulgada na terça-feira (21).

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A declaração do prefeito vem à tona poucos dias após ele ter mencionado ao The New York Times que estava em contato com sua equipe jurídica para discutir a possibilidade de prender Netanyahu por “supostos crimes de guerra”. O TPI emitiu um mandado de prisão contra Netanyahu e outros líderes israelenses em 2024, acusando-os de crimes de guerra durante e após os ataques do Hamas a Israel, ocorridos em 7 de outubro de 2023, alegações que o governo israelense nega.

No vídeo, Mamdani reiterou sua posição ao afirmar que acredita que Netanyahu é um criminoso de guerra e que ele “não é bem-vindo na cidade de Nova York”. Ele destacou que, embora não possa acabar com o genocídio sozinho, tem a responsabilidade de usar as ferramentas disponíveis para defender a humanidade e a dignidade de todos.

“Embora não possamos acabar com o genocídio sozinhos, podemos decidir se nosso silêncio se tornará mais uma arma”, disse Mamdani.

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As declarações do prefeito geraram críticas. O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, respondeu: “Você foi eleito para servir aos nova-iorquinos, não à propaganda do Hamas. Faça o seu trabalho!” Além disso, o Simon Wiesenthal Center, uma organização judaica de direitos humanos, acusou Mamdani de um “profundo mau uso do cargo que lhe foi confiado por todos os nova-iorquinos”.

O centro afirmou que a postura do prefeito reflete um padrão de ataques a Israel, usando seu prestígio para legitimar uma retórica que aprofunda a divisão. A situação se agrava ainda mais, pois Mamdani discute a possibilidade de prisão de Netanyahu durante a sua campanha eleitoral. Questionado se consideraria os ataques do Hamas como genocídio, Mamdani os descreveu como “um crime de guerra horrível”.

O primeiro-ministro israelense pode visitar Nova York ainda este ano para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, o que já gerou críticas ao prefeito. Donald Trump também se manifestou sobre o assunto, afirmando que Netanyahu “não será preso, de forma alguma”. Além disso, analistas jurídicos questionaram a viabilidade da proposta de Mamdani, salientando que cabe ao governo federal a condução da diplomacia e das relações exteriores.

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O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, declarou em um vídeo recente que não possui autoridade legal para prender o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, caso ele visite a cidade. Mamdani informou que sua administração analisou as possibilidades legais sob a legislação vigente para cumprir um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), mas concluiu que a cidade não tem autonomia para tal ação.

“Está claro que não temos autoridade legal independente para executar esse mandado. O governo federal, no entanto, a tem, e eu apelo a ele para que se junte ao TPI e cumpra esse mandado”, afirmou Mamdani durante a gravação, que foi divulgada na terça-feira (21).

A declaração do prefeito vem à tona poucos dias após ele ter mencionado ao The New York Times que estava em contato com sua equipe jurídica para discutir a possibilidade de prender Netanyahu por “supostos crimes de guerra”. O TPI emitiu um mandado de prisão contra Netanyahu e outros líderes israelenses em 2024, acusando-os de crimes de guerra durante e após os ataques do Hamas a Israel, ocorridos em 7 de outubro de 2023, alegações que o governo israelense nega.

No vídeo, Mamdani reiterou sua posição ao afirmar que acredita que Netanyahu é um criminoso de guerra e que ele “não é bem-vindo na cidade de Nova York”. Ele destacou que, embora não possa acabar com o genocídio sozinho, tem a responsabilidade de usar as ferramentas disponíveis para defender a humanidade e a dignidade de todos.

“Embora não possamos acabar com o genocídio sozinhos, podemos decidir se nosso silêncio se tornará mais uma arma”, disse Mamdani.

As declarações do prefeito geraram críticas. O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, respondeu: “Você foi eleito para servir aos nova-iorquinos, não à propaganda do Hamas. Faça o seu trabalho!” Além disso, o Simon Wiesenthal Center, uma organização judaica de direitos humanos, acusou Mamdani de um “profundo mau uso do cargo que lhe foi confiado por todos os nova-iorquinos”.

O centro afirmou que a postura do prefeito reflete um padrão de ataques a Israel, usando seu prestígio para legitimar uma retórica que aprofunda a divisão. A situação se agrava ainda mais, pois Mamdani discute a possibilidade de prisão de Netanyahu durante a sua campanha eleitoral. Questionado se consideraria os ataques do Hamas como genocídio, Mamdani os descreveu como “um crime de guerra horrível”.

O primeiro-ministro israelense pode visitar Nova York ainda este ano para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, o que já gerou críticas ao prefeito. Donald Trump também se manifestou sobre o assunto, afirmando que Netanyahu “não será preso, de forma alguma”. Além disso, analistas jurídicos questionaram a viabilidade da proposta de Mamdani, salientando que cabe ao governo federal a condução da diplomacia e das relações exteriores.

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