Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Sergipe

Prefeitura de Aracaju cria vagas e cursos para autonomia financeira feminina

Prefeitura de Aracaju amplia ações para promover a autonomia financeira de mulheres vítimas de violência.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h04
Prefeitura de Aracaju cria vagas e cursos para autonomia financeira feminina

Secretaria de Segurança e Cidadania amplia ações da Patrulha Maria da Penha para inserir mulheres no mercado de trabalho. A iniciativa oferece vagas pelo app S.O.S. Maria da Penha e cursos de empreendedorismo.

O combate à violência contra a mulher requer uma abordagem integrada, onde a autonomia financeira se destaca como um dos principais caminhos para o rompimento desse ciclo. Nesse sentido, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Patrulha Maria da Penha (PMP) da Guarda Municipal, vinculada à Secretaria Municipal da Segurança e Cidadania (SSM), tem ampliado suas ações voltadas para a inserção de mulheres assistidas no mercado de trabalho.

Publicidade

A Patrulha disponibiliza vagas de emprego através do aplicativo S.O.S. Maria da Penha, além de promover cursos de qualificação com foco no empreendedorismo. O aplicativo não só oferece suporte em situações de emergência, mas também conta com uma plataforma de oportunidades de emprego para as mulheres acompanhadas pela Patrulha. As vagas também são comunicadas por meio do WhatsApp, facilitando o acesso às oportunidades disponíveis.

Atualmente, a Patrulha Maria da Penha acompanha 44 mulheres que possuem medidas protetivas de urgência, encaminhadas pelo Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE). Desde a sua criação, mais de 350 mulheres já passaram pelo acompanhamento da equipe especializada.

“Muitas mulheres registram a ocorrência, mas logo pensam em como irão sustentar a si mesmas e aos filhos. Essa dependência econômica é uma realidade que precisamos enfrentar. Ao facilitar o acesso ao emprego, buscamos oferecer condições para que elas reconstruam suas vidas com mais autonomia”, afirma a coordenadora da Patrulha, subinspetora Sabrina Smith.

A subinspetora ressalta que a dependência financeira é um dos fatores que dificultam o rompimento de relacionamentos abusivos. “Percebemos que grande parte das assistidas não possui renda fixa. Por isso, intensificamos a divulgação de vagas de emprego como uma forma de reduzir essa situação de vulnerabilidade e ampliar as possibilidades de independência financeira”, completa.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Para potencializar as oportunidades, a Patrulha trabalha em parceria com a Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), a Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), além de instituições públicas e empresas privadas. O banco de vagas do aplicativo é continuamente alimentado por esses parceiros, e a equipe da Patrulha realiza o envio das oportunidades pelo WhatsApp.

“Buscamos parcerias com supermercados, farmácias, empresas, além do Tribunal de Justiça, Ministério Público e outras instituições. Sempre que recebemos novas vagas, elas são disponibilizadas tanto no aplicativo quanto pelo WhatsApp, que acaba sendo um canal muito utilizado pelas assistidas”, explica Sabrina.

Um dos desafios identificados pela equipe é aumentar o uso da plataforma digital. Muitas mulheres utilizam o aplicativo apenas em situações de emergência e desconhecem as funcionalidades voltadas à empregabilidade. “Sempre que nossas equipes visitam uma assistida, mostramos como acessar o aplicativo, verificamos se ele está funcionando corretamente e explicamos como consultar as vagas. Queremos que elas percebam que a ferramenta também pode ajudá-las na reconstrução da própria vida”, destaca a coordenadora.

Publicidade

Além da intermediação para o mercado de trabalho, a Patrulha orienta as mulheres sobre programas sociais e benefícios assistenciais que podem contribuir para a superação da vulnerabilidade. “Recebemos muitas mulheres que desconhecem seus direitos. Durante ações e atendimentos, realizamos os encaminhamentos necessários para acesso ao Cadastro Único, Bolsa Família, Auxílio Gás e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), quando cabível, especialmente para mães de crianças atípicas”, conclui a subinspetora.

Com iniciativas voltadas à geração de renda, ao empreendedorismo e ao acesso a políticas públicas, a Prefeitura de Aracaju fortalece a rede de proteção às mulheres em situação de violência, promovendo condições para que elas conquistem autonomia financeira e possam reconstruir suas trajetórias com mais segurança e dignidade.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
4 min de leitura

Secretaria de Segurança e Cidadania amplia ações da Patrulha Maria da Penha para inserir mulheres no mercado de trabalho. A iniciativa oferece vagas pelo app S.O.S. Maria da Penha e cursos de empreendedorismo.

O combate à violência contra a mulher requer uma abordagem integrada, onde a autonomia financeira se destaca como um dos principais caminhos para o rompimento desse ciclo. Nesse sentido, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Patrulha Maria da Penha (PMP) da Guarda Municipal, vinculada à Secretaria Municipal da Segurança e Cidadania (SSM), tem ampliado suas ações voltadas para a inserção de mulheres assistidas no mercado de trabalho.

A Patrulha disponibiliza vagas de emprego através do aplicativo S.O.S. Maria da Penha, além de promover cursos de qualificação com foco no empreendedorismo. O aplicativo não só oferece suporte em situações de emergência, mas também conta com uma plataforma de oportunidades de emprego para as mulheres acompanhadas pela Patrulha. As vagas também são comunicadas por meio do WhatsApp, facilitando o acesso às oportunidades disponíveis.

Atualmente, a Patrulha Maria da Penha acompanha 44 mulheres que possuem medidas protetivas de urgência, encaminhadas pelo Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE). Desde a sua criação, mais de 350 mulheres já passaram pelo acompanhamento da equipe especializada.

“Muitas mulheres registram a ocorrência, mas logo pensam em como irão sustentar a si mesmas e aos filhos. Essa dependência econômica é uma realidade que precisamos enfrentar. Ao facilitar o acesso ao emprego, buscamos oferecer condições para que elas reconstruam suas vidas com mais autonomia”, afirma a coordenadora da Patrulha, subinspetora Sabrina Smith.

A subinspetora ressalta que a dependência financeira é um dos fatores que dificultam o rompimento de relacionamentos abusivos. “Percebemos que grande parte das assistidas não possui renda fixa. Por isso, intensificamos a divulgação de vagas de emprego como uma forma de reduzir essa situação de vulnerabilidade e ampliar as possibilidades de independência financeira”, completa.

Para potencializar as oportunidades, a Patrulha trabalha em parceria com a Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), a Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), além de instituições públicas e empresas privadas. O banco de vagas do aplicativo é continuamente alimentado por esses parceiros, e a equipe da Patrulha realiza o envio das oportunidades pelo WhatsApp.

“Buscamos parcerias com supermercados, farmácias, empresas, além do Tribunal de Justiça, Ministério Público e outras instituições. Sempre que recebemos novas vagas, elas são disponibilizadas tanto no aplicativo quanto pelo WhatsApp, que acaba sendo um canal muito utilizado pelas assistidas”, explica Sabrina.

Um dos desafios identificados pela equipe é aumentar o uso da plataforma digital. Muitas mulheres utilizam o aplicativo apenas em situações de emergência e desconhecem as funcionalidades voltadas à empregabilidade. “Sempre que nossas equipes visitam uma assistida, mostramos como acessar o aplicativo, verificamos se ele está funcionando corretamente e explicamos como consultar as vagas. Queremos que elas percebam que a ferramenta também pode ajudá-las na reconstrução da própria vida”, destaca a coordenadora.

Além da intermediação para o mercado de trabalho, a Patrulha orienta as mulheres sobre programas sociais e benefícios assistenciais que podem contribuir para a superação da vulnerabilidade. “Recebemos muitas mulheres que desconhecem seus direitos. Durante ações e atendimentos, realizamos os encaminhamentos necessários para acesso ao Cadastro Único, Bolsa Família, Auxílio Gás e ao Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), quando cabível, especialmente para mães de crianças atípicas”, conclui a subinspetora.

Com iniciativas voltadas à geração de renda, ao empreendedorismo e ao acesso a políticas públicas, a Prefeitura de Aracaju fortalece a rede de proteção às mulheres em situação de violência, promovendo condições para que elas conquistem autonomia financeira e possam reconstruir suas trajetórias com mais segurança e dignidade.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA