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Política

Quaquá critica PT e exige aliança com o centro para 2026

Washington Quaquá critica PT por falta de alianças com partidos de centro nas eleições.

06/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h00
Quaquá critica PT e exige aliança com o centro para 2026

Washington Quaquá afirmou que o PT não consolidou alianças com o centro e fez autocrítica à cúpula. Ele acusou a direção de ser 'refém de uma política de classe média' e pediu reaproximação com outras forças.

O vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores e prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, fez uma autocrítica na quarta-feira (5 de agosto de 2026) sobre a condução da cúpula petista, apontando que o partido não conseguiu consolidar alianças com partidos de centro. Na próxima eleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contará com a maior coligação de partidos de esquerda e centro-esquerda em sua campanha já no primeiro turno, incluindo PT, PC do B, PV, PSB, PDT, Psol e Rede.

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“A direção tem errado nessa situação e sendo refém de uma política de classe média. Temos que voltar a ter uma política ampla, ganhar o centro, trazer o centro para um projeto de desenvolvimento nacional”, declarou em uma entrevista.

Quaquá destacou que o PT regrediu na construção de alianças e na relação política, afirmando: “Demos passos para trás na política de alianças, na relação política no país, fazendo um discurso muito esquerdista e um discurso muito voltado para os costumes”.

O dirigente enfatizou a necessidade de retomar a forma de fazer política que foi adotada por líderes do partido no passado. “Com o impeachment de Dilma [Rousseff, ex-presidente] e com a prisão injusta, irregular, ilegal e desumana do presidente Lula, o PT acabou abandonando uma política que deu certo, criada lá atrás por José Dirceu [ex-ministro da Casa Civil] e pela antiga direção do PT, que era uma política de ampliação e de consolidar alianças ao centro e de relação responsável”, afirmou.

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Coordenador da campanha de Lula no Rio de Janeiro, Quaquá defendeu que a tentativa de reeleição do presidente deve focar em propostas de desenvolvimento econômico e distribuição de renda, evitando concentrar a campanha em acusações contra adversários ou em temas ligados a investigações policiais. “O debate que nós temos que fazer é de desenvolvimento econômico: como esse Brasil, nesse mundo multipolarizado, vai virar uma potência econômica e como vai distribuir renda e riqueza para melhorar a vida do povo”, disse.

De acordo com Quaquá, o PT se afastou de uma estratégia que havia contribuído para as vitórias anteriores de Lula, que se baseava no diálogo com setores empresariais.

No mesmo dia, Quaquá deveria se reunir com o ministro da Defesa, José Múcio, em Brasília, para discutir um hub de construção de satélites com parceiros chineses e coreanos, mas o encontro foi cancelado por problemas técnicos no voo que ele utilizaria. Ele elogiou Múcio, afirmando ser “um grande ministro da Defesa” e expressou satisfação ao saber que a indústria de Defesa será uma das prioridades do quarto mandato de Lula.

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Além disso, Quaquá busca expandir as operações do aeroporto de Maricá para torná-lo internacional e mencionou ter conversado com o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), sobre a criação de um hub entre Maricá e Parnaíba (PI).

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O vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores e prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, fez uma autocrítica na quarta-feira (5 de agosto de 2026) sobre a condução da cúpula petista, apontando que o partido não conseguiu consolidar alianças com partidos de centro. Na próxima eleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contará com a maior coligação de partidos de esquerda e centro-esquerda em sua campanha já no primeiro turno, incluindo PT, PC do B, PV, PSB, PDT, Psol e Rede.

“A direção tem errado nessa situação e sendo refém de uma política de classe média. Temos que voltar a ter uma política ampla, ganhar o centro, trazer o centro para um projeto de desenvolvimento nacional”, declarou em uma entrevista.

Quaquá destacou que o PT regrediu na construção de alianças e na relação política, afirmando: “Demos passos para trás na política de alianças, na relação política no país, fazendo um discurso muito esquerdista e um discurso muito voltado para os costumes”.

O dirigente enfatizou a necessidade de retomar a forma de fazer política que foi adotada por líderes do partido no passado. “Com o impeachment de Dilma [Rousseff, ex-presidente] e com a prisão injusta, irregular, ilegal e desumana do presidente Lula, o PT acabou abandonando uma política que deu certo, criada lá atrás por José Dirceu [ex-ministro da Casa Civil] e pela antiga direção do PT, que era uma política de ampliação e de consolidar alianças ao centro e de relação responsável”, afirmou.

Coordenador da campanha de Lula no Rio de Janeiro, Quaquá defendeu que a tentativa de reeleição do presidente deve focar em propostas de desenvolvimento econômico e distribuição de renda, evitando concentrar a campanha em acusações contra adversários ou em temas ligados a investigações policiais. “O debate que nós temos que fazer é de desenvolvimento econômico: como esse Brasil, nesse mundo multipolarizado, vai virar uma potência econômica e como vai distribuir renda e riqueza para melhorar a vida do povo”, disse.

De acordo com Quaquá, o PT se afastou de uma estratégia que havia contribuído para as vitórias anteriores de Lula, que se baseava no diálogo com setores empresariais.

No mesmo dia, Quaquá deveria se reunir com o ministro da Defesa, José Múcio, em Brasília, para discutir um hub de construção de satélites com parceiros chineses e coreanos, mas o encontro foi cancelado por problemas técnicos no voo que ele utilizaria. Ele elogiou Múcio, afirmando ser “um grande ministro da Defesa” e expressou satisfação ao saber que a indústria de Defesa será uma das prioridades do quarto mandato de Lula.

Além disso, Quaquá busca expandir as operações do aeroporto de Maricá para torná-lo internacional e mencionou ter conversado com o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), sobre a criação de um hub entre Maricá e Parnaíba (PI).

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