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Reajuste da energia elétrica impacta custos no agronegócio em vários estados

Economia

Reajuste da energia elétrica impacta custos no agronegócio em vários estados

Reajustes nas tarifas de energia elétrica impactam custos do agronegócio em diversos estados.

27/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h28
Reajuste da energia elétrica impacta custos no agronegócio em vários estados

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Os reajustes nas tarifas de energia elétrica, aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2026, devem impactar significativamente os custos de produção do agronegócio. Em diversos estados, os produtores rurais enfrentarão aumentos que variam de pouco mais de 3% a quase 23% para consumidores atendidos em baixa tensão. Isso elevará os custos em atividades que dependem fortemente de energia, como irrigação, armazenagem de grãos, avicultura, suinocultura, pecuária leiteira, piscicultura e agroindústrias.

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No Paraná, o reajuste autorizado para a Copel foi de 20,51%, um percentual superior ao inicialmente proposto pela agência reguladora. O Sistema FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná) classificou esse aumento como “abusivo” e iniciou uma mobilização política para tentar reverter a decisão. A entidade destacou que o aumento ocorre em um momento crítico, já que os produtores enfrentam interrupções frequentes no fornecimento de energia, além de prejuízos significativos devido a apagões nas áreas rurais.

“O índice de reajuste que a Aneel está aprovando é ainda maior que a proposta inicial, que já era absurda. Vamos trabalhar para reverter essa decisão”, afirmou o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

A FAEP também notificará o senador Sergio Moro para buscar alternativas junto à Aneel que possam minimizar o impacto do aumento. O posicionamento da FAEP surge após uma série de audiências públicas em Curitiba e Brasília, onde representantes do setor agropecuário apresentaram dados sobre os prejuízos causados pelas constantes oscilações e interrupções no fornecimento de energia elétrica nas propriedades rurais.

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Os produtores relatam perdas de produção, danos em equipamentos, interrupções na ordenha, paralisação de sistemas de irrigação e prejuízos em granjas e aviários devido à instabilidade da rede elétrica. Em contrapartida, a Copel registrou um lucro líquido de R$ 2,66 bilhões em 2025.

“Não podemos aceitar que o produtor rural passe a pagar ainda mais por uma luz que muitas vezes não chega. A Aneel acaba premiando um serviço que continua apresentando graves problemas”, ressaltou Meneguette.

O Paraná se destaca como um dos estados com os maiores reajustes do país, o que agrava a perda de competitividade do setor produtivo. As atividades que mais dependem de energia, como sistemas de irrigação, secagem e armazenagem de grãos, produção de leite, entre outras, serão as mais afetadas.

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Em São Paulo, os produtores atendidos pela Enel também enfrentarão aumentos nas contas de luz. O reajuste médio para consumidores rurais será de 8,85%, enquanto no interior, a CPFL Santa Cruz terá um aumento expressivo de 22,85% para consumidores de baixa tensão. Já em Mato Grosso do Sul, o reajuste médio será de 12,11%, e em Mato Grosso, de 6,86%. Essas variações refletem um cenário crítico para o setor agropecuário, que já enfrenta diversos desafios.

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Os reajustes nas tarifas de energia elétrica, aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2026, devem impactar significativamente os custos de produção do agronegócio. Em diversos estados, os produtores rurais enfrentarão aumentos que variam de pouco mais de 3% a quase 23% para consumidores atendidos em baixa tensão. Isso elevará os custos em atividades que dependem fortemente de energia, como irrigação, armazenagem de grãos, avicultura, suinocultura, pecuária leiteira, piscicultura e agroindústrias.

No Paraná, o reajuste autorizado para a Copel foi de 20,51%, um percentual superior ao inicialmente proposto pela agência reguladora. O Sistema FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná) classificou esse aumento como “abusivo” e iniciou uma mobilização política para tentar reverter a decisão. A entidade destacou que o aumento ocorre em um momento crítico, já que os produtores enfrentam interrupções frequentes no fornecimento de energia, além de prejuízos significativos devido a apagões nas áreas rurais.

“O índice de reajuste que a Aneel está aprovando é ainda maior que a proposta inicial, que já era absurda. Vamos trabalhar para reverter essa decisão”, afirmou o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

A FAEP também notificará o senador Sergio Moro para buscar alternativas junto à Aneel que possam minimizar o impacto do aumento. O posicionamento da FAEP surge após uma série de audiências públicas em Curitiba e Brasília, onde representantes do setor agropecuário apresentaram dados sobre os prejuízos causados pelas constantes oscilações e interrupções no fornecimento de energia elétrica nas propriedades rurais.

Os produtores relatam perdas de produção, danos em equipamentos, interrupções na ordenha, paralisação de sistemas de irrigação e prejuízos em granjas e aviários devido à instabilidade da rede elétrica. Em contrapartida, a Copel registrou um lucro líquido de R$ 2,66 bilhões em 2025.

“Não podemos aceitar que o produtor rural passe a pagar ainda mais por uma luz que muitas vezes não chega. A Aneel acaba premiando um serviço que continua apresentando graves problemas”, ressaltou Meneguette.

O Paraná se destaca como um dos estados com os maiores reajustes do país, o que agrava a perda de competitividade do setor produtivo. As atividades que mais dependem de energia, como sistemas de irrigação, secagem e armazenagem de grãos, produção de leite, entre outras, serão as mais afetadas.

Em São Paulo, os produtores atendidos pela Enel também enfrentarão aumentos nas contas de luz. O reajuste médio para consumidores rurais será de 8,85%, enquanto no interior, a CPFL Santa Cruz terá um aumento expressivo de 22,85% para consumidores de baixa tensão. Já em Mato Grosso do Sul, o reajuste médio será de 12,11%, e em Mato Grosso, de 6,86%. Essas variações refletem um cenário crítico para o setor agropecuário, que já enfrenta diversos desafios.

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