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Aracaju, Sábado, 18 de julho de 2026
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Receita Federal nega vazamento de dados de 279 milhões de CPFs; hackers afirmam o contrário

Economia

Receita Federal nega vazamento de dados de 279 milhões de CPFs; hackers afirmam o contrário

Receita Federal nega falha após hackers afirmarem ter vazado dados de 279 milhões de CPFs.

18/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h26
Receita Federal nega vazamento de dados de 279 milhões de CPFs; hackers afirmam o contrário

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Um alerta de um possível vazamento de dados da Receita Federal gerou polêmica nesta semana, ao afirmar que informações pessoais de 279 milhões de CPFs estariam à venda em fóruns da deep web. A denúncia foi veiculada por uma página de monitoramento de cibercrimes, que destacou a comercialização de 69,6 GB de dados.

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Em resposta, a Receita Federal questionou a veracidade da afirmação e ressaltou a incongruência do número mencionado, que supera a população total do Brasil, estimada pelo IBGE em aproximadamente 213,4 milhões de habitantes em novembro de 2025.

O grupo que supostamente realizou o ataque afirmou ter extraído os dados de um sistema ativo do governo, depois que a Receita Federal desconsiderou uma primeira denúncia sobre um backup de 2019 como fake news. Eles também criticaram a Receita por não abrir uma investigação sobre o caso.

“Brasil – Vazamento de Dados da Receita Federal (RFB) Expõe 279 Milhões de CPFs Brasileiros. A Receita Federal, autoridade fiscal do Brasil, teria sido comprometida, levando à exposição de dados pessoais de 279 milhões de cidadãos brasileiros”, diz a publicação.

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Os dados supostamente comprometidos incluem informações detalhadas como números de CPF, data de nascimento, endereços, ocupação, entre outros. A denúncia aponta ainda a existência de 144.376 CPFs com dígitos verificadores inválidos e registros de pessoas com datas de nascimento impossíveis, o que sugere falhas na gestão de dados da Receita.

A Receita Federal, ao ser questionada, enfatizou que não houve vazamento de dados sob sua responsabilidade, atribuindo o incidente a um ataque cibernético à Agência Nacional do Cinema (Ancine), que comprometeu um banco de dados legado de 2019.

A Ancine confirmou o ataque e destacou que nenhum dado protegido por sigilo fiscal foi comprometido. Além disso, a agência assegurou que seus sistemas permanecem íntegros.

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A Receita Federal também anexou uma nota de esclarecimento da Ancine, que detalha a natureza do ataque e as medidas de segurança que foram adotadas em resposta ao incidente.

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Um alerta de um possível vazamento de dados da Receita Federal gerou polêmica nesta semana, ao afirmar que informações pessoais de 279 milhões de CPFs estariam à venda em fóruns da deep web. A denúncia foi veiculada por uma página de monitoramento de cibercrimes, que destacou a comercialização de 69,6 GB de dados.

Em resposta, a Receita Federal questionou a veracidade da afirmação e ressaltou a incongruência do número mencionado, que supera a população total do Brasil, estimada pelo IBGE em aproximadamente 213,4 milhões de habitantes em novembro de 2025.

O grupo que supostamente realizou o ataque afirmou ter extraído os dados de um sistema ativo do governo, depois que a Receita Federal desconsiderou uma primeira denúncia sobre um backup de 2019 como fake news. Eles também criticaram a Receita por não abrir uma investigação sobre o caso.

“Brasil – Vazamento de Dados da Receita Federal (RFB) Expõe 279 Milhões de CPFs Brasileiros. A Receita Federal, autoridade fiscal do Brasil, teria sido comprometida, levando à exposição de dados pessoais de 279 milhões de cidadãos brasileiros”, diz a publicação.

Os dados supostamente comprometidos incluem informações detalhadas como números de CPF, data de nascimento, endereços, ocupação, entre outros. A denúncia aponta ainda a existência de 144.376 CPFs com dígitos verificadores inválidos e registros de pessoas com datas de nascimento impossíveis, o que sugere falhas na gestão de dados da Receita.

A Receita Federal, ao ser questionada, enfatizou que não houve vazamento de dados sob sua responsabilidade, atribuindo o incidente a um ataque cibernético à Agência Nacional do Cinema (Ancine), que comprometeu um banco de dados legado de 2019.

A Ancine confirmou o ataque e destacou que nenhum dado protegido por sigilo fiscal foi comprometido. Além disso, a agência assegurou que seus sistemas permanecem íntegros.

A Receita Federal também anexou uma nota de esclarecimento da Ancine, que detalha a natureza do ataque e as medidas de segurança que foram adotadas em resposta ao incidente.

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