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Aracaju, Quarta-feira, 28 de outubro de 2026
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Reduc conquista recertificação do SAF e corta intensidade de carbono em até 23,8%

Reduc obteve recertificação internacional do SAF e reduziu a intensidade de carbono do hidrogênio em 29% e do SAF em 23,8%.

28/10/2026 · 08h13
Reduc conquista recertificação do SAF e corta intensidade de carbono em até 23,8%

Na primeira quinzena de outubro, auditoria internacional confirmou melhora ambiental do SAF produzido pela Reduc. O relatório destacou ajustes na gestão do hidrogênio e queda de até 23,8% na intensidade de carbono.

A Refinaria Duque de Caxias (Reduc) obteve recertificação internacional do combustível sustentável de aviação (SAF) na primeira quinzena de outubro, resultado que representou um avanço na redução da intensidade de carbono do produto. A recertificação e a auditoria internacional apontaram melhora no desempenho ambiental do combustível e reconheceram ajustes na gestão das fontes de hidrogênio utilizadas na produção.

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A auditoria internacional de aviação confirmou evolução expressiva no desempenho ambiental do SAF produzido pela Reduc. O processo de verificação destacou melhorias implementadas na gestão das fontes de hidrogênio, alinhando a operação da refinaria à metodologia internacional de certificação, com foco em sustentabilidade, rastreabilidade e governança.

Segundo os números divulgados, a intensidade de carbono do hidrogênio empregado na produção foi reduzida em 29%. Essa redução impactou diretamente o desempenho ambiental do SAF feito a partir do óleo de milho, com queda de 23,8% na intensidade de carbono do combustível.

Com esses resultados, o SAF produzido pela Reduc passou a figurar entre os combustíveis sustentáveis de aviação com menor intensidade de carbono disponíveis no mercado. A recertificação internacional reforçou que as práticas adotadas pela refinaria atenderam aos padrões globais de sustentabilidade e rastreabilidade exigidos para esse tipo de produto.

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“A conquista da Reduc demonstra que a redução das emissões associadas ao SAF não depende apenas do uso de matérias-primas certificadas, mas também da busca contínua por soluções de processo capazes de diminuir a pegada de carbono dos insumos utilizados na produção”, afirmou o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França.

O desempenho obtido na Reduce também foi relacionado ao fortalecimento da governança em sustentabilidade e ao aprimoramento de processos industriais. A combinação desses fatores foi apontada como instrumento para atender exigências regulatórias futuras e ampliar a participação nos mercados de combustíveis renováveis e de baixo carbono.

“Ao aprimorar seus processos e fortalecer sua governança em sustentabilidade, a Petrobras avança na construção de alternativas para atender às futuras exigências regulatórias e ampliar sua participação nos mercados de combustíveis renováveis e de baixo carbono”, acrescenta.

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Os dados de redução de intensidade de carbono — 29% para o hidrogênio e 23,8% para o SAF produzido a partir do óleo de milho — foram apresentados no contexto da recertificação e da auditoria, que reconheceram as melhorias operacionais e de gestão implementadas pela redução. A iniciativa reforça o papel das refinarias na transição do setor de aviação para combustíveis com menor pegada de carbono.

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Na primeira quinzena de outubro, auditoria internacional confirmou melhora ambiental do SAF produzido pela Reduc. O relatório destacou ajustes na gestão do hidrogênio e queda de até 23,8% na intensidade de carbono.

A Refinaria Duque de Caxias (Reduc) obteve recertificação internacional do combustível sustentável de aviação (SAF) na primeira quinzena de outubro, resultado que representou um avanço na redução da intensidade de carbono do produto. A recertificação e a auditoria internacional apontaram melhora no desempenho ambiental do combustível e reconheceram ajustes na gestão das fontes de hidrogênio utilizadas na produção.

A auditoria internacional de aviação confirmou evolução expressiva no desempenho ambiental do SAF produzido pela Reduc. O processo de verificação destacou melhorias implementadas na gestão das fontes de hidrogênio, alinhando a operação da refinaria à metodologia internacional de certificação, com foco em sustentabilidade, rastreabilidade e governança.

Segundo os números divulgados, a intensidade de carbono do hidrogênio empregado na produção foi reduzida em 29%. Essa redução impactou diretamente o desempenho ambiental do SAF feito a partir do óleo de milho, com queda de 23,8% na intensidade de carbono do combustível.

Com esses resultados, o SAF produzido pela Reduc passou a figurar entre os combustíveis sustentáveis de aviação com menor intensidade de carbono disponíveis no mercado. A recertificação internacional reforçou que as práticas adotadas pela refinaria atenderam aos padrões globais de sustentabilidade e rastreabilidade exigidos para esse tipo de produto.

“A conquista da Reduc demonstra que a redução das emissões associadas ao SAF não depende apenas do uso de matérias-primas certificadas, mas também da busca contínua por soluções de processo capazes de diminuir a pegada de carbono dos insumos utilizados na produção”, afirmou o diretor de Processos Industriais e Produtos da Petrobras, William França.

O desempenho obtido na Reduce também foi relacionado ao fortalecimento da governança em sustentabilidade e ao aprimoramento de processos industriais. A combinação desses fatores foi apontada como instrumento para atender exigências regulatórias futuras e ampliar a participação nos mercados de combustíveis renováveis e de baixo carbono.

“Ao aprimorar seus processos e fortalecer sua governança em sustentabilidade, a Petrobras avança na construção de alternativas para atender às futuras exigências regulatórias e ampliar sua participação nos mercados de combustíveis renováveis e de baixo carbono”, acrescenta.

Os dados de redução de intensidade de carbono — 29% para o hidrogênio e 23,8% para o SAF produzido a partir do óleo de milho — foram apresentados no contexto da recertificação e da auditoria, que reconheceram as melhorias operacionais e de gestão implementadas pela redução. A iniciativa reforça o papel das refinarias na transição do setor de aviação para combustíveis com menor pegada de carbono.

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