Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Pular para o conteúdo

Requião critica privatização da Copel e Sandro Alex rebate no debate

Educação

Requião critica privatização da Copel e Sandro Alex rebate no debate

Debate no Paraná abordou privatização da Copel e educação cívico-militar sem Moro.

09/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h16
Requião critica privatização da Copel e Sandro Alex rebate no debate

Publicidade

No primeiro debate ao governo do Paraná, Requião Filho e Sandro Alex trocaram acusações sobre privatização da Copel, educação cívico-militar, segurança e tributos. O senador Sergio Moro (PL) não compareceu.

Publicidade

Publicidade

O primeiro debate entre os candidatos ao governo do Paraná, realizado pela Band na noite do dia 09 de agosto de 2026, ocorreu sem a presença do senador Sergio Moro (PL). O evento foi marcado por intensos embates entre Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD), que discutiram políticas implementadas durante a gestão do governador Ratinho Jr. (PSD).

Os candidatos trocaram acusações sobre temas variados, incluindo educação, a privatização da Copel, segurança pública, carga tributária e obras no litoral. Sandro Alex defendeu a continuidade das políticas do governo atual, enquanto Requião Filho criticou as medidas adotadas e questionou os resultados apresentados por seu adversário.

Um dos tópicos centrais do debate foi a manutenção das escolas cívico-militares no Paraná. Sandro Alex elogiou o modelo e destacou o desempenho da educação estadual no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Ele argumentou que as escolas cívico-militares apresentaram algumas das melhores notas no índice.

“Não vamos fechar as escolas, nós vamos rever esse modelo de vocês, que não é um modelo pedagógico, é um modelo de propaganda, que não traz grandes resultados”, afirmou Requião Filho.

Em resposta, Sandro Alex disse que o governo trabalha com metodologia e não ideologia, mencionando que há mais de 10 mil famílias esperando por vagas nas escolas cívico-militares. Segundo ele, o modelo deve ser expandido para atender à demanda.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Outro ponto de conflito foi a privatização da Copel, que levou a um acirrado debate. Requião Filho criticou a venda parcial da companhia, afirmando que isso prejudicou a capacidade do Estado de influenciar a empresa. Ele expressou sua preocupação com os impactos do aumento do custo da eletricidade na indústria e no agronegócio, sugerindo a necessidade de retomar o controle estatal da companhia.

“A Copel no Paraná foi privatizada e há questionamentos sobre como isso foi feito, mas isso é problema da PF”, declarou Requião Filho.

Sandro Alex, por sua vez, defendeu a privatização como uma modernização necessária e assegurou que o maior acionista da Copel continua sendo o povo do Paraná, mantendo participação na distribuição de dividendos e poder de veto na empresa.

Publicidade

Sobre o custo de vida, Requião Filho acusou o governo de ter elevado os impostos, enquanto Sandro Alex negou essa afirmação e destacou a redução de tributos. Requião propôs a implementação de um projeto de ICMS zero para pequenas e microempresas.

No que diz respeito à segurança pública, Requião Filho questionou os investimentos do governo estadual e as propostas para os policiais de baixa patente. Sandro Alex, em defesa da gestão atual, afirmou que o Paraná apresenta os menores índices de criminalidade dos últimos 20 anos e citou a valorização das forças de segurança.

O debate também abordou a ponte de Guaratuba, com Sandro Alex destacando a entrega da obra em menos de dois anos, ao passo que Requião Filho criticou o modelo adotado pelo governo, alegando que o custo final foi superior ao inicialmente previsto.

A ausência de Sergio Moro foi um dos pontos que marcaram o debate, em meio a discussões acaloradas entre os demais candidatos.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Publicidade

No primeiro debate ao governo do Paraná, Requião Filho e Sandro Alex trocaram acusações sobre privatização da Copel, educação cívico-militar, segurança e tributos. O senador Sergio Moro (PL) não compareceu.

O primeiro debate entre os candidatos ao governo do Paraná, realizado pela Band na noite do dia 09 de agosto de 2026, ocorreu sem a presença do senador Sergio Moro (PL). O evento foi marcado por intensos embates entre Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD), que discutiram políticas implementadas durante a gestão do governador Ratinho Jr. (PSD).

Os candidatos trocaram acusações sobre temas variados, incluindo educação, a privatização da Copel, segurança pública, carga tributária e obras no litoral. Sandro Alex defendeu a continuidade das políticas do governo atual, enquanto Requião Filho criticou as medidas adotadas e questionou os resultados apresentados por seu adversário.

Um dos tópicos centrais do debate foi a manutenção das escolas cívico-militares no Paraná. Sandro Alex elogiou o modelo e destacou o desempenho da educação estadual no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Ele argumentou que as escolas cívico-militares apresentaram algumas das melhores notas no índice.

“Não vamos fechar as escolas, nós vamos rever esse modelo de vocês, que não é um modelo pedagógico, é um modelo de propaganda, que não traz grandes resultados”, afirmou Requião Filho.

Em resposta, Sandro Alex disse que o governo trabalha com metodologia e não ideologia, mencionando que há mais de 10 mil famílias esperando por vagas nas escolas cívico-militares. Segundo ele, o modelo deve ser expandido para atender à demanda.

Outro ponto de conflito foi a privatização da Copel, que levou a um acirrado debate. Requião Filho criticou a venda parcial da companhia, afirmando que isso prejudicou a capacidade do Estado de influenciar a empresa. Ele expressou sua preocupação com os impactos do aumento do custo da eletricidade na indústria e no agronegócio, sugerindo a necessidade de retomar o controle estatal da companhia.

“A Copel no Paraná foi privatizada e há questionamentos sobre como isso foi feito, mas isso é problema da PF”, declarou Requião Filho.

Sandro Alex, por sua vez, defendeu a privatização como uma modernização necessária e assegurou que o maior acionista da Copel continua sendo o povo do Paraná, mantendo participação na distribuição de dividendos e poder de veto na empresa.

Sobre o custo de vida, Requião Filho acusou o governo de ter elevado os impostos, enquanto Sandro Alex negou essa afirmação e destacou a redução de tributos. Requião propôs a implementação de um projeto de ICMS zero para pequenas e microempresas.

No que diz respeito à segurança pública, Requião Filho questionou os investimentos do governo estadual e as propostas para os policiais de baixa patente. Sandro Alex, em defesa da gestão atual, afirmou que o Paraná apresenta os menores índices de criminalidade dos últimos 20 anos e citou a valorização das forças de segurança.

O debate também abordou a ponte de Guaratuba, com Sandro Alex destacando a entrega da obra em menos de dois anos, ao passo que Requião Filho criticou o modelo adotado pelo governo, alegando que o custo final foi superior ao inicialmente previsto.

A ausência de Sergio Moro foi um dos pontos que marcaram o debate, em meio a discussões acaloradas entre os demais candidatos.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA