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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Tragédia

Reviravolta: Laudo confirma que mãe e filho morreram eletrocutados em piscina de pousada em Maragogi

IML descarta tese inicial de afogamento. Exames apontaram “eletroplessão” nos corpos dos turistas de São Paulo; Polícia Civil investiga responsabilidades. Leia também Caça F-4 cai em show aéreo em Tanagra; equipes de resgate atuam O que parecia ser um trágico caso de afogamento duplo ganhou novos e alarmantes contornos nesta terça-feira (6). O Instituto de […]

06/01/2026 · 17h53 · Atualizado às 18h40
Reviravolta: Laudo confirma que mãe e filho morreram eletrocutados em piscina de pousada em Maragogi

IML descarta tese inicial de afogamento. Exames apontaram “eletroplessão” nos corpos dos turistas de São Paulo; Polícia Civil investiga responsabilidades.

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O que parecia ser um trágico caso de afogamento duplo ganhou novos e alarmantes contornos nesta terça-feira (6). O Instituto de Medicina Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, confirmou que as mortes de mãe e filho, ocorridas em uma pousada na orla de Maragogi (AL), foram causadas por eletroplessão — ou seja, uma descarga elétrica fatal.

As vítimas foram identificadas como Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e seu filho, Arthur Klein Helfstein Alves, de apenas 11 anos. Ambos eram naturais de São Paulo e passavam férias no litoral norte de Alagoas.

O Laudo Pericial

Segundo o comunicado oficial, os exames cadavéricos encontraram sinais inequívocos da passagem de corrente elétrica pelos corpos, descartando completamente a hipótese inicial de que ambos teriam se afogado na piscina do estabelecimento.

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A confirmação da causa da morte altera drasticamente o rumo das investigações, que agora passam a focar na infraestrutura da pousada e em possíveis falhas de manutenção na rede elétrica próxima à área de lazer.

Próximos Passos

Os corpos já foram liberados para sepultamento. Agora, a Polícia Científica de Alagoas irá analisar as imagens do sistema de videomonitoramento da área da piscina para entender a dinâmica do acidente.

O conjunto probatório, incluindo os laudos do IML e do Instituto de Criminalística, será encaminhado à Polícia Civil de Alagoas, que conduz o inquérito para apurar as responsabilidades criminais (como homicídio culposo ou negligência) dos proprietários ou responsáveis pela manutenção da pousada.

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IML descarta tese inicial de afogamento. Exames apontaram “eletroplessão” nos corpos dos turistas de São Paulo; Polícia Civil investiga responsabilidades.

O que parecia ser um trágico caso de afogamento duplo ganhou novos e alarmantes contornos nesta terça-feira (6). O Instituto de Medicina Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, confirmou que as mortes de mãe e filho, ocorridas em uma pousada na orla de Maragogi (AL), foram causadas por eletroplessão — ou seja, uma descarga elétrica fatal.

As vítimas foram identificadas como Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e seu filho, Arthur Klein Helfstein Alves, de apenas 11 anos. Ambos eram naturais de São Paulo e passavam férias no litoral norte de Alagoas.

O Laudo Pericial

Segundo o comunicado oficial, os exames cadavéricos encontraram sinais inequívocos da passagem de corrente elétrica pelos corpos, descartando completamente a hipótese inicial de que ambos teriam se afogado na piscina do estabelecimento.

A confirmação da causa da morte altera drasticamente o rumo das investigações, que agora passam a focar na infraestrutura da pousada e em possíveis falhas de manutenção na rede elétrica próxima à área de lazer.

Próximos Passos

Os corpos já foram liberados para sepultamento. Agora, a Polícia Científica de Alagoas irá analisar as imagens do sistema de videomonitoramento da área da piscina para entender a dinâmica do acidente.

O conjunto probatório, incluindo os laudos do IML e do Instituto de Criminalística, será encaminhado à Polícia Civil de Alagoas, que conduz o inquérito para apurar as responsabilidades criminais (como homicídio culposo ou negligência) dos proprietários ou responsáveis pela manutenção da pousada.


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