Os Novos Indícios
O caso, ocorrido originalmente dentro do apartamento do policial, ganhou um novo capítulo após a família contestar a versão oficial. A exumação, autorizada pela Justiça, identificou uma marca característica de constrição cervical(esganadura ou estrangulamento) no pescoço do agente. Essa lesão não havia sido detalhada com profundidade no primeiro exame realizado logo após o óbito.
A descoberta sugere que o PM pode ter sofrido uma agressão física ou sido imobilizado antes de receber o tiro na cabeça. Isso reforça a hipótese de homicídio seguido de fraude processual (quando a cena do crime é alterada para parecer um suicídio).
Próximos Passos da Investigação
Com o surgimento desta prova técnica, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deve adotar as seguintes medidas:
- Reconvocação de Testemunhas: Pessoas que estavam no prédio ou tiveram contato com o PM no dia do crime serão ouvidas novamente.
- Nova Perícia no Imóvel: Especialistas em balística e manchas de sangue devem confrontar o novo laudo com a posição em que o corpo foi encontrado.
- Análise de DNA: Busca por vestígios de terceiros sob as unhas da vítima ou em suas roupas, indicando uma possível luta corporal.

Resumo do Caso
- Vítima: Policial Militar (identidade preservada no início das investigações).
- Versão Inicial: Morte por disparo de arma de fogo na cabeça (suspeita de suicídio).
- Fato Novo: Marcas de violência no pescoço encontradas após exumação.
- Órgão Responsável: Polícia Civil de São Paulo e Instituto Médico Legal (IML).
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