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Política

Sanidade livre de aftosa impulsiona exportações de carne brasileira

Reconhecimento do Brasil como livre de febre aftosa aumenta competitividade da pecuária.

26/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h16
Sanidade livre de aftosa impulsiona exportações de carne brasileira

O reconhecimento do Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação abriu acesso a mercados estratégicos para carne bovina e suína. Medidas oficiais e decisões comerciais ampliam exportações e competitividade.

O reconhecimento internacional do Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação consolidou a credibilidade do setor pecuário nacional. Nos últimos meses, decisões de parceiros comerciais e ações do governo brasileiro ampliaram o acesso da carne bovina e suína a mercados estratégicos, fortalecendo a posição do Brasil entre os maiores exportadores mundiais de proteínas animais.

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A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta animais de casco fendido, como bovinos, bubalinos, suínos, ovinos e caprinos. Apesar de raramente representar risco para os seres humanos, a doença provoca febre e lesões na boca e nos cascos dos animais. Ela pode causar grandes perdas econômicas, devido à queda na produtividade e às restrições impostas ao comércio internacional de carnes e produtos de origem animal.

Por esse motivo, o controle da febre aftosa é considerado um dos pilares da defesa agropecuária. Países importadores exigem padrões sanitários rigorosos para autorizar a entrada de carnes, tornando o status sanitário um diferencial competitivo para os exportadores. O Brasil não registra casos de febre aftosa desde 2006 e, após anos de campanhas de vacinação e vigilância epidemiológica, recebeu da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), em 2025, o reconhecimento como território livre de febre aftosa sem vacinação.

Esse reconhecimento representa um nível mais elevado de segurança sanitária e abre portas para mercados que exigem esse padrão. Um marco importante ocorreu em junho deste ano, quando a China reconheceu todo o território brasileiro como livre de febre aftosa. Essa decisão encerrou negociações que duraram cerca de dois anos e eliminou restrições que ainda existiam para alguns estados brasileiros, permitindo ao Brasil ampliar as exportações de produtos bovinos e suínos de maior valor agregado.

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Pelo fato de a China ser o maior destino das exportações do agronegócio brasileiro, esse novo status é estratégico para a pecuária nacional. Além disso, o reconhecimento pela Rússia também ocorreu recentemente, reforçando a confiança no sistema brasileiro de defesa agropecuária e melhorando as condições de acesso das proteínas brasileiras ao mercado russo.

Mesmo após esses reconhecimentos, o Brasil continua investindo em mecanismos de prevenção. Em julho, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) colocou em operação o Banco Nacional de Antígenos para Febre Aftosa, que funcionará como uma reserva estratégica de antígenos utilizados na produção de vacinas, permitindo uma resposta rápida caso seja detectado algum foco da doença.

Durante a inauguração, o ministro do Mapa destacou que a medida reforça a credibilidade da defesa agropecuária brasileira e demonstra o compromisso do país com a proteção do rebanho nacional. O histórico recente mostra que a sanidade animal deixou de ser apenas uma questão veterinária e se tornou um diferencial econômico, ampliando a competitividade da carne brasileira em um mercado cada vez mais exigente.

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O reconhecimento do Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação abriu acesso a mercados estratégicos para carne bovina e suína. Medidas oficiais e decisões comerciais ampliam exportações e competitividade.

O reconhecimento internacional do Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação consolidou a credibilidade do setor pecuário nacional. Nos últimos meses, decisões de parceiros comerciais e ações do governo brasileiro ampliaram o acesso da carne bovina e suína a mercados estratégicos, fortalecendo a posição do Brasil entre os maiores exportadores mundiais de proteínas animais.

A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta animais de casco fendido, como bovinos, bubalinos, suínos, ovinos e caprinos. Apesar de raramente representar risco para os seres humanos, a doença provoca febre e lesões na boca e nos cascos dos animais. Ela pode causar grandes perdas econômicas, devido à queda na produtividade e às restrições impostas ao comércio internacional de carnes e produtos de origem animal.

Por esse motivo, o controle da febre aftosa é considerado um dos pilares da defesa agropecuária. Países importadores exigem padrões sanitários rigorosos para autorizar a entrada de carnes, tornando o status sanitário um diferencial competitivo para os exportadores. O Brasil não registra casos de febre aftosa desde 2006 e, após anos de campanhas de vacinação e vigilância epidemiológica, recebeu da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), em 2025, o reconhecimento como território livre de febre aftosa sem vacinação.

Esse reconhecimento representa um nível mais elevado de segurança sanitária e abre portas para mercados que exigem esse padrão. Um marco importante ocorreu em junho deste ano, quando a China reconheceu todo o território brasileiro como livre de febre aftosa. Essa decisão encerrou negociações que duraram cerca de dois anos e eliminou restrições que ainda existiam para alguns estados brasileiros, permitindo ao Brasil ampliar as exportações de produtos bovinos e suínos de maior valor agregado.

Pelo fato de a China ser o maior destino das exportações do agronegócio brasileiro, esse novo status é estratégico para a pecuária nacional. Além disso, o reconhecimento pela Rússia também ocorreu recentemente, reforçando a confiança no sistema brasileiro de defesa agropecuária e melhorando as condições de acesso das proteínas brasileiras ao mercado russo.

Mesmo após esses reconhecimentos, o Brasil continua investindo em mecanismos de prevenção. Em julho, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) colocou em operação o Banco Nacional de Antígenos para Febre Aftosa, que funcionará como uma reserva estratégica de antígenos utilizados na produção de vacinas, permitindo uma resposta rápida caso seja detectado algum foco da doença.

Durante a inauguração, o ministro do Mapa destacou que a medida reforça a credibilidade da defesa agropecuária brasileira e demonstra o compromisso do país com a proteção do rebanho nacional. O histórico recente mostra que a sanidade animal deixou de ser apenas uma questão veterinária e se tornou um diferencial econômico, ampliando a competitividade da carne brasileira em um mercado cada vez mais exigente.

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