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Policial

Sea Shepherd pede ao Itamaraty atualização sobre brasileiros presos na Islândia

Quatro brasileiros detidos na Islândia ainda aguardam para deixar o país após ação contra caça de baleias.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h58
Sea Shepherd pede ao Itamaraty atualização sobre brasileiros presos na Islândia

Quatro brasileiros — Victor Calixto, Lucas Barbosa, Vitor Young e Rui Amorim — seguem detidos na Islândia desde 31 de julho, após operação contra caça comercial de baleias-fin. Outros 16 tripulantes já foram deportados.

Os quatro brasileiros detidos na Islândia após uma ação da Guarda Costeira do país ainda permanecem presos, enquanto 16 tripulantes de outras nacionalidades já foram deportados ou tiveram a saída do país encaminhada. Os manifestantes foram detidos no dia 31 de julho de 2026 durante uma operação contra a caça comercial de baleias-fin.

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A ONG Sea Shepherd Brasil, que representa os brasileiros, informou que voltou a solicitar formalmente ao Itamaraty uma atualização sobre a situação dos detidos. Os brasileiros, identificados como Victor Calixto, Lucas Barbosa, Vitor Young e Rui Amorim, faziam parte da tripulação do navio Bandero, que participava de uma campanha internacional de ação direta não violenta contra a caça de baleias na Islândia.

A expedição contava com 21 tripulantes de 11 países, com a missão de monitorar e impedir a continuidade da caça comercial de baleias-fin na região. A fundação responsável pela embarcação informou que a saída dos tripulantes brasileiros envolve uma organização mais complexa e escolta por parte das autoridades islandesas, enquanto os cidadãos europeus já conseguiram deixar o país com voos diretos e procedimentos mais simples.

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Em Oslo, a representação brasileira informou que contatou as autoridades policiais islandesas e repassou aos tripulantes o telefone de plantão do setor consular. No entanto, a presidente da Sea Shepherd Brasil, Nathalie Gil, destacou que é necessário mais do que acompanhamento do caso. Ela afirmou que o Itamaraty deve agir de forma mais assertiva, cobrando uma definição e alternativas para o retorno dos brasileiros. Gil ressaltou que as autoridades devem pressionar para que todas as providências necessárias ao retorno de seus cidadãos sejam tomadas com urgência.

A situação dos detidos também levanta preocupações sobre possíveis irregularidades durante a operação. A Captain Paul Watson Foundation, que defende a proteção da vida marinha, contestou a legalidade da abordagem, alegando que ocorreu fora do limite de 12 milhas náuticas da costa islandesa. Além disso, a organização apontou restrições ao contato dos tripulantes com seus familiares, limitação no acesso à defesa jurídica, apreensão de bens sem mandado, e a exigência de entrega de celulares e senhas para realização de ligações, além de restrições ao acesso a instalações básicas durante a custódia.

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Quatro brasileiros — Victor Calixto, Lucas Barbosa, Vitor Young e Rui Amorim — seguem detidos na Islândia desde 31 de julho, após operação contra caça comercial de baleias-fin. Outros 16 tripulantes já foram deportados.

Os quatro brasileiros detidos na Islândia após uma ação da Guarda Costeira do país ainda permanecem presos, enquanto 16 tripulantes de outras nacionalidades já foram deportados ou tiveram a saída do país encaminhada. Os manifestantes foram detidos no dia 31 de julho de 2026 durante uma operação contra a caça comercial de baleias-fin.

A ONG Sea Shepherd Brasil, que representa os brasileiros, informou que voltou a solicitar formalmente ao Itamaraty uma atualização sobre a situação dos detidos. Os brasileiros, identificados como Victor Calixto, Lucas Barbosa, Vitor Young e Rui Amorim, faziam parte da tripulação do navio Bandero, que participava de uma campanha internacional de ação direta não violenta contra a caça de baleias na Islândia.

A expedição contava com 21 tripulantes de 11 países, com a missão de monitorar e impedir a continuidade da caça comercial de baleias-fin na região. A fundação responsável pela embarcação informou que a saída dos tripulantes brasileiros envolve uma organização mais complexa e escolta por parte das autoridades islandesas, enquanto os cidadãos europeus já conseguiram deixar o país com voos diretos e procedimentos mais simples.

Em Oslo, a representação brasileira informou que contatou as autoridades policiais islandesas e repassou aos tripulantes o telefone de plantão do setor consular. No entanto, a presidente da Sea Shepherd Brasil, Nathalie Gil, destacou que é necessário mais do que acompanhamento do caso. Ela afirmou que o Itamaraty deve agir de forma mais assertiva, cobrando uma definição e alternativas para o retorno dos brasileiros. Gil ressaltou que as autoridades devem pressionar para que todas as providências necessárias ao retorno de seus cidadãos sejam tomadas com urgência.

A situação dos detidos também levanta preocupações sobre possíveis irregularidades durante a operação. A Captain Paul Watson Foundation, que defende a proteção da vida marinha, contestou a legalidade da abordagem, alegando que ocorreu fora do limite de 12 milhas náuticas da costa islandesa. Além disso, a organização apontou restrições ao contato dos tripulantes com seus familiares, limitação no acesso à defesa jurídica, apreensão de bens sem mandado, e a exigência de entrega de celulares e senhas para realização de ligações, além de restrições ao acesso a instalações básicas durante a custódia.

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