Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Tecnologia

Sebrae usa IA e dados para levar selos ESG a micro e pequenas empresas

Painéis destacaram plataformas com IA e selos ESG e Amazônia para ajudar micro e pequenas empresas a acessar novos mercados.

21/09/2026 · 07h55 · Atualizado às 10h16
Sebrae usa IA e dados para levar selos ESG a micro e pequenas empresas

No painel do Sebrae, Ana Brito e Jaqueline Souza mostraram como dados e IA transformam sustentabilidade em vantagem competitiva para MPEs. A plataforma Proje foi destacada como ponte para novos mercados.

A pauta ESG (Ambiental, Social e Governança) deixou de ser um privilégio exclusivo das grandes corporações e passa a ser uma alavanca estratégica de mercado para micro e pequenas empresas (MPEs). Durante o painel “Selo ESG Sebrae: como tecnologia, dados e IA transformam a sustentabilidade em competitividade para pequenos negócios”, as palestrantes Ana Brito e Jaqueline Souza apresentaram como a convergência entre dados e inteligência artificial está democratizando a sustentabilidade e abrindo portas de negócio para o segmento.

Publicidade

O grande destaque do painel foi a apresentação da plataforma Projeto Crescimento Sustentável, desenvolvida pela BIUD Tecnologia e Sebrae, focada em fortalecer as pequenas empresas por meio de uma estrutura que une tecnologia, dados e trilhas de apoio. Jaqueline Souza explicou que a plataforma permite a comprovação de atividades alinhadas com as práticas ESG pelos pequenos negócios por meio de uma inteligência artificial chamada MIA.

Ana Brito explicou como funciona o selo ESG. Com o uso da ferramenta, os empresários percorrem uma jornada até alcançar uma pontuação definida para conquistar o selo. A ferramenta oferece, ainda, um diagnóstico de maturidade com base em uma metodologia ABNT, que permite que micro e pequenas empresas conquistem o selo com uma jornada acessível.

O Selo Sebrae ESG, com sigla em inglês para Ambiental, Sustentabilidade e Governança, além de reconhecer os pequenos negócios que usam a sustentabilidade, possui uma IA que auxilia na criação de conteúdo para o tipo de cliente que a empresa tem. Segundo a apresentação, a ferramenta indica soluções e caminhos de melhoria conforme o perfil da empresa, conectando diagnóstico e recomendação.

“A gente já recomendou mais de 7 mil vezes as soluções que o Sebrae tem em relação a ESG para os empreendedores da nossa plataforma. A gente teve esse cuidado de criar com a ABNT uma trilha, então a empresa vai chegando na plataforma, se ela tem entendimento, o conhecimento e o Sebrae vai ajudando com uma trilha de soluções”

— Jaqueline Souza

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Em um segundo painel, “Selo Amazônia: valorização, confiança e acesso a mercados”, com Juliana Carepa, Márcio Gallo e Cadu Santiago, também foi abordado um selo que, neste caso, foi criado por um decreto e dá certificação ambiental para a região da Amazônia Legal. O debate apontou para a importância de reconhecer produtos da biodiversidade local e de consolidar credenciais que facilitem a entrada em novos mercados.

“A nossa ideia é valorizar o bioma Amazônia, valorizar os produtos da biodiversidade local, valorizar os produtores regionais, para que a gente consiga fazer, para que realmente produtos locais sejam valorizados, sejam reconhecidos mundialmente, e que consigam ter acesso a mercados, consigam valorizar não apenas o conhecimento tradicional, mas também os insumos”

— Márcio Gallo

Publicidade

“Além de aumentar a credibilidade, acho que o acesso ao mercado é uma chancela para quem realmente faz um trabalho com o sociobioeconomia na Amazônia. Eu acho que o mais importante desse selo é a possibilidade real de ser um selo acessível para os negócios. O selo vai dar a chancela para esses negócios, que são os que geralmente geram esse impacto social e ambiental dentro do território amazônico”

— Juliana Carepa

Os dois painéis trouxeram foco na combinação entre tecnologia, certificação e apoio técnico como instrumentos para que micro e pequenas empresas aumentem credibilidade e acessem novos mercados. O uso de metodologias reconhecidas e de inteligência artificial foi apresentado como caminho para transformar requisitos de sustentabilidade em vantagem competitiva, com trilhas de suporte para que os empreendedores avancem de forma estruturada rumo à certificação.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
4 min de leitura

No painel do Sebrae, Ana Brito e Jaqueline Souza mostraram como dados e IA transformam sustentabilidade em vantagem competitiva para MPEs. A plataforma Proje foi destacada como ponte para novos mercados.

A pauta ESG (Ambiental, Social e Governança) deixou de ser um privilégio exclusivo das grandes corporações e passa a ser uma alavanca estratégica de mercado para micro e pequenas empresas (MPEs). Durante o painel “Selo ESG Sebrae: como tecnologia, dados e IA transformam a sustentabilidade em competitividade para pequenos negócios”, as palestrantes Ana Brito e Jaqueline Souza apresentaram como a convergência entre dados e inteligência artificial está democratizando a sustentabilidade e abrindo portas de negócio para o segmento.

O grande destaque do painel foi a apresentação da plataforma Projeto Crescimento Sustentável, desenvolvida pela BIUD Tecnologia e Sebrae, focada em fortalecer as pequenas empresas por meio de uma estrutura que une tecnologia, dados e trilhas de apoio. Jaqueline Souza explicou que a plataforma permite a comprovação de atividades alinhadas com as práticas ESG pelos pequenos negócios por meio de uma inteligência artificial chamada MIA.

Ana Brito explicou como funciona o selo ESG. Com o uso da ferramenta, os empresários percorrem uma jornada até alcançar uma pontuação definida para conquistar o selo. A ferramenta oferece, ainda, um diagnóstico de maturidade com base em uma metodologia ABNT, que permite que micro e pequenas empresas conquistem o selo com uma jornada acessível.

O Selo Sebrae ESG, com sigla em inglês para Ambiental, Sustentabilidade e Governança, além de reconhecer os pequenos negócios que usam a sustentabilidade, possui uma IA que auxilia na criação de conteúdo para o tipo de cliente que a empresa tem. Segundo a apresentação, a ferramenta indica soluções e caminhos de melhoria conforme o perfil da empresa, conectando diagnóstico e recomendação.

“A gente já recomendou mais de 7 mil vezes as soluções que o Sebrae tem em relação a ESG para os empreendedores da nossa plataforma. A gente teve esse cuidado de criar com a ABNT uma trilha, então a empresa vai chegando na plataforma, se ela tem entendimento, o conhecimento e o Sebrae vai ajudando com uma trilha de soluções”

— Jaqueline Souza

Em um segundo painel, “Selo Amazônia: valorização, confiança e acesso a mercados”, com Juliana Carepa, Márcio Gallo e Cadu Santiago, também foi abordado um selo que, neste caso, foi criado por um decreto e dá certificação ambiental para a região da Amazônia Legal. O debate apontou para a importância de reconhecer produtos da biodiversidade local e de consolidar credenciais que facilitem a entrada em novos mercados.

“A nossa ideia é valorizar o bioma Amazônia, valorizar os produtos da biodiversidade local, valorizar os produtores regionais, para que a gente consiga fazer, para que realmente produtos locais sejam valorizados, sejam reconhecidos mundialmente, e que consigam ter acesso a mercados, consigam valorizar não apenas o conhecimento tradicional, mas também os insumos”

— Márcio Gallo

“Além de aumentar a credibilidade, acho que o acesso ao mercado é uma chancela para quem realmente faz um trabalho com o sociobioeconomia na Amazônia. Eu acho que o mais importante desse selo é a possibilidade real de ser um selo acessível para os negócios. O selo vai dar a chancela para esses negócios, que são os que geralmente geram esse impacto social e ambiental dentro do território amazônico”

— Juliana Carepa

Os dois painéis trouxeram foco na combinação entre tecnologia, certificação e apoio técnico como instrumentos para que micro e pequenas empresas aumentem credibilidade e acessem novos mercados. O uso de metodologias reconhecidas e de inteligência artificial foi apresentado como caminho para transformar requisitos de sustentabilidade em vantagem competitiva, com trilhas de suporte para que os empreendedores avancem de forma estruturada rumo à certificação.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA