A Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (Seed) deu início, por meio do Departamento de Alimentação Escolar (DAE), à entrega dos gêneros alimentícios que irão compor a merenda nas 319 unidades da rede pública estadual. A ação integra o planejamento para o começo do ano letivo e pretende garantir oferta regular de refeições desde o primeiro dia de aula.
Três mil toneladas de alimentos
De acordo com o DAE, a previsão é distribuir até 3 mil toneladas de gêneros ao longo do ano. Serão cerca de 200 mil refeições servidas, com investimento aproximado de R$ 70 milhões provenientes de recursos estaduais e federais. A logística prevê remessa de itens secos a cada 30 dias e de proteínas, frutas e verduras quinzenalmente.
Organização nas escolas
No Centro de Excelência Dom Luciano Cabral Duarte, em Aracaju, os alimentos já começaram a chegar. O merendeiro Joab Xavier da Conceição informou que arroz, feijão e carnes estão sendo preparados para receber os estudantes com “um almoço de qualidade” já na segunda-feira. A diretora da unidade, Daniela Santana, afirmou que os cardápios são montados em conjunto com nutricionistas e merendeiros “com muito carinho, cuidado e responsabilidade”.
Também na capital, o Centro de Excelência Atheneu Sergipense segue o mesmo ritmo. A merendeira Edjane Santos relatou que a equipe iniciou a faxina das cozinhas antes de receber os produtos dos fornecedores. A coordenadora administrativa e financeira da escola, Regineide Meneses Melo, disse que a expectativa é alta: “Estamos aguardando o cardápio do DAE para definir o que será preparado na primeira semana”.
Capacitação de merendeiras
Paralelamente à entrega dos alimentos, a Seed promove até quinta-feira (29) formação para manipuladores de alimentos nas Diretorias Regionais de Educação. Mais de 1.500 profissionais participam das oficinas presenciais, que compõem um curso híbrido planejado pelo DAE para reforçar boas práticas de higiene, preparo e armazenamento.
A secretária de Estado da Educação, Gilvânia Guimarães, destacou que a iniciativa “cuidar da alimentação escolar é cuidar diretamente do aprendizado e do bem-estar dos estudantes”. Já a diretora do DAE, Lucileide Rodrigues, informou que a oficina das merendeiras será mantida em formato híbrido em 2026, combinando aulas on-line e presenciais.
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