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Internacional

Soja cai 3,17% em Chicago com avanços nas negociações no Oriente Médio

Soja tem queda de 3% em Chicago, enquanto milho e trigo também enfrentam desvalorizações.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h21
Soja cai 3,17% em Chicago com avanços nas negociações no Oriente Médio

Contratos futuros para novembro ficaram em US$ 12,13 por bushel. Pressão veio de expectativas de cessar-fogo no Oriente Médio e de realização de lucros após recentes altas.

A cotação da soja futura fechou a sessão nesta segunda-feira (27) na Bolsa de Chicago com uma queda significativa. O contrato futuro para entrega em novembro recuou 3,17%, sendo negociado a US$ 12,13 por bushel. Este movimento ocorre em meio a um cenário de pressão nos preços, impulsionado por expectativas de um possível cessar-fogo e avanços nas negociações para uma solução no conflito no Oriente Médio.

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Além disso, a realização de lucros por parte dos investidores, após recentes altas, também contribuiu para a desvalorização. De acordo com a Agrinvest, o complexo da soja, que inclui o óleo e o farelo, apresentou perdas próximas de 3% em suas operações.

Apesar dessa pressão sobre as cotações, a demanda pelas exportações de soja dos Estados Unidos continua robusta, o que ajuda a manter os fundamentos do mercado. No Brasil, o início da semana se destacou pela baixa movimentação e pelo reduzido volume de negociações. A consultoria aponta que a valorização da soja no mercado físico nos últimos dias tem afetado as margens das indústrias nacionais, enquanto o cenário de exportação enfrenta seus próprios desafios.

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Além da soja, o mercado de milho também registrou desvalorização na Bolsa de Chicago. O contrato futuro para entrega em dezembro caiu 2,77%, fechando a US$ 4,74 por bushel. O dia foi marcado por forte pressão no mercado de cereais, com milho e trigo apresentando perdas superiores a 2% em suas cotações.

O trigo, por sua vez, encerrou a sessão em queda, com o contrato futuro para entrega em setembro recuando 2,65%, sendo negociado a US$ 6,60 por bushel. Apesar da desvalorização, os investidores estão reduzindo suas apostas em novas quedas, conforme dados da CFTC (Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos Estados Unidos) que mostram um aumento na posição líquida comprada em trigo.

Com o agronegócio enfrentando riscos climáticos que variam a cada safra, o cenário permanece desafiador para os produtores e investidores do setor.

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Contratos futuros para novembro ficaram em US$ 12,13 por bushel. Pressão veio de expectativas de cessar-fogo no Oriente Médio e de realização de lucros após recentes altas.

A cotação da soja futura fechou a sessão nesta segunda-feira (27) na Bolsa de Chicago com uma queda significativa. O contrato futuro para entrega em novembro recuou 3,17%, sendo negociado a US$ 12,13 por bushel. Este movimento ocorre em meio a um cenário de pressão nos preços, impulsionado por expectativas de um possível cessar-fogo e avanços nas negociações para uma solução no conflito no Oriente Médio.

Além disso, a realização de lucros por parte dos investidores, após recentes altas, também contribuiu para a desvalorização. De acordo com a Agrinvest, o complexo da soja, que inclui o óleo e o farelo, apresentou perdas próximas de 3% em suas operações.

Apesar dessa pressão sobre as cotações, a demanda pelas exportações de soja dos Estados Unidos continua robusta, o que ajuda a manter os fundamentos do mercado. No Brasil, o início da semana se destacou pela baixa movimentação e pelo reduzido volume de negociações. A consultoria aponta que a valorização da soja no mercado físico nos últimos dias tem afetado as margens das indústrias nacionais, enquanto o cenário de exportação enfrenta seus próprios desafios.

Além da soja, o mercado de milho também registrou desvalorização na Bolsa de Chicago. O contrato futuro para entrega em dezembro caiu 2,77%, fechando a US$ 4,74 por bushel. O dia foi marcado por forte pressão no mercado de cereais, com milho e trigo apresentando perdas superiores a 2% em suas cotações.

O trigo, por sua vez, encerrou a sessão em queda, com o contrato futuro para entrega em setembro recuando 2,65%, sendo negociado a US$ 6,60 por bushel. Apesar da desvalorização, os investidores estão reduzindo suas apostas em novas quedas, conforme dados da CFTC (Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos Estados Unidos) que mostram um aumento na posição líquida comprada em trigo.

Com o agronegócio enfrentando riscos climáticos que variam a cada safra, o cenário permanece desafiador para os produtores e investidores do setor.

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