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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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EUA criticam Brasil por falta de engajamento em negociações tarifárias

Internacional

EUA criticam Brasil por falta de engajamento em negociações tarifárias

EUA criticam Brasil por falta de engajamento em negociações sobre tarifaço.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h15
EUA criticam Brasil por falta de engajamento em negociações tarifárias

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Funcionários do governo dos Estados Unidos expressaram suas preocupações quanto ao engajamento do Brasil nas negociações sobre o tarifaço, após anunciarem a aplicação de uma taxa de 25% ao país, com base em investigações da chamada “seção 301”. A decisão foi oficializada na noite de quarta-feira, dia 15.

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Um alto funcionário do USTR (Representante Comercial dos EUA), que está diretamente envolvido nas tratativas, afirmou que o Brasil foi pouco “responsivo” durante mais de um ano de negociações comerciais. “Somente nas últimas seis semanas eles se mostraram mais construtivos”, declarou.

Apesar das críticas, o funcionário também mencionou que o governo Trump estabeleceu uma boa relação com as contrapartes brasileiras no grupo de trabalho que discute as tarifas. Ele acrescentou que os Estados Unidos permanecem abertos à negociação.

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Após o anúncio, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, utilizou suas redes sociais para reforçar a mensagem. Ele afirmou que “ao longo do último ano, Lula colocou o próprio ego acima da possibilidade de fechar um acordo em benefício do povo brasileiro, e as tarifas são o preço dessa escolha”.

“Não haja qualquer dúvida sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os Estados Unidos de boa-fé”, afirmou Rubio.

Em resposta à decisão norte-americana, o Palácio do Planalto divulgou uma nota, garantindo que nunca deixou a mesa de negociações. O grupo de trabalho entre Brasil e Estados Unidos contou com cinco reuniões de alto nível, além de encontros técnicos preparatórios.

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A nota ressalta que, ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao USTR, buscando o encerramento das investigações que se baseiam na Seção 301, apresentando evidências que refutam as alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.

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Funcionários do governo dos Estados Unidos expressaram suas preocupações quanto ao engajamento do Brasil nas negociações sobre o tarifaço, após anunciarem a aplicação de uma taxa de 25% ao país, com base em investigações da chamada “seção 301”. A decisão foi oficializada na noite de quarta-feira, dia 15.

Um alto funcionário do USTR (Representante Comercial dos EUA), que está diretamente envolvido nas tratativas, afirmou que o Brasil foi pouco “responsivo” durante mais de um ano de negociações comerciais. “Somente nas últimas seis semanas eles se mostraram mais construtivos”, declarou.

Apesar das críticas, o funcionário também mencionou que o governo Trump estabeleceu uma boa relação com as contrapartes brasileiras no grupo de trabalho que discute as tarifas. Ele acrescentou que os Estados Unidos permanecem abertos à negociação.

Após o anúncio, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, utilizou suas redes sociais para reforçar a mensagem. Ele afirmou que “ao longo do último ano, Lula colocou o próprio ego acima da possibilidade de fechar um acordo em benefício do povo brasileiro, e as tarifas são o preço dessa escolha”.

“Não haja qualquer dúvida sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os Estados Unidos de boa-fé”, afirmou Rubio.

Em resposta à decisão norte-americana, o Palácio do Planalto divulgou uma nota, garantindo que nunca deixou a mesa de negociações. O grupo de trabalho entre Brasil e Estados Unidos contou com cinco reuniões de alto nível, além de encontros técnicos preparatórios.

A nota ressalta que, ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao USTR, buscando o encerramento das investigações que se baseiam na Seção 301, apresentando evidências que refutam as alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.

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