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Sóstenes Cavalcante critica neutralidade partidária após decisão do Republicanos

Líder do PL critica neutralidade de partidos na eleição presidencial de 2026.

04/08/2026 · 20h01
Sóstenes Cavalcante critica neutralidade partidária após decisão do Republicanos

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), reagiu ao anúncio do Republicanos e criticou partidos que optam por não declarar apoio ao Planalto em 2026. Ele pediu que eleitores fiquem atentos ao peso eleitoral dessas legendas.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), manifestou críticas em relação aos partidos que decidiram manter uma posição de neutralidade na eleição presidencial de 2026. A declaração ocorreu logo após o Republicanos anunciar que não apoiará nenhum candidato ao Planalto.

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Em uma publicação na rede social X, Cavalcante levantou questionamentos sobre o peso eleitoral de legendas que optam por não se posicionar na disputa presidencial. Ele disse:

“É bom o eleitor ir observando todos os partidos, aqueles que estão ficando neutro na eleição nacional; deixam que claro que eles não têm lado ideológico, logo vale uma reflexão do eleitor, vale a pena votar em senadores e deputados desses NEUTROS?”

A decisão do Republicanos foi tomada nesta terça-feira, 4 de agosto de 2026, durante a Convenção Nacional do partido, realizada em Brasília. O partido justificou a escolha pela independência institucional na disputa presidencial após consultas com as executivas estaduais.

Além do Republicanos, outras cinco siglas também adotaram a mesma estratégia de neutralidade: MDB, PSDB/Cidadania, PP (Progressistas), União Brasil e Podemos. Essa decisão representa uma mudança em relação ao cenário de 2022, quando todos esses partidos apoiaram um candidato já no primeiro turno.

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Segundo o Republicanos, a escolha pela neutralidade é justificada pela presença da legenda em todos os Estados. A direção nacional do partido argumentou que essa capilaridade exige a consideração das particularidades de cada unidade da Federação ao definir os apoios.

Na nota divulgada durante a convenção, o partido enfatizou que a decisão de se manter neutro não implica em ausência de valores ou posicionamento político.

“A posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político. Ao contrário, demonstra maturidade institucional, respeito ao pacto federativo e compromisso com a unidade partidária, preservando a autonomia das lideranças estaduais dentro das diretrizes estabelecidas pelo partido”,

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diz o comunicado.

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O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), reagiu ao anúncio do Republicanos e criticou partidos que optam por não declarar apoio ao Planalto em 2026. Ele pediu que eleitores fiquem atentos ao peso eleitoral dessas legendas.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), manifestou críticas em relação aos partidos que decidiram manter uma posição de neutralidade na eleição presidencial de 2026. A declaração ocorreu logo após o Republicanos anunciar que não apoiará nenhum candidato ao Planalto.

Em uma publicação na rede social X, Cavalcante levantou questionamentos sobre o peso eleitoral de legendas que optam por não se posicionar na disputa presidencial. Ele disse:

“É bom o eleitor ir observando todos os partidos, aqueles que estão ficando neutro na eleição nacional; deixam que claro que eles não têm lado ideológico, logo vale uma reflexão do eleitor, vale a pena votar em senadores e deputados desses NEUTROS?”

A decisão do Republicanos foi tomada nesta terça-feira, 4 de agosto de 2026, durante a Convenção Nacional do partido, realizada em Brasília. O partido justificou a escolha pela independência institucional na disputa presidencial após consultas com as executivas estaduais.

Além do Republicanos, outras cinco siglas também adotaram a mesma estratégia de neutralidade: MDB, PSDB/Cidadania, PP (Progressistas), União Brasil e Podemos. Essa decisão representa uma mudança em relação ao cenário de 2022, quando todos esses partidos apoiaram um candidato já no primeiro turno.

Segundo o Republicanos, a escolha pela neutralidade é justificada pela presença da legenda em todos os Estados. A direção nacional do partido argumentou que essa capilaridade exige a consideração das particularidades de cada unidade da Federação ao definir os apoios.

Na nota divulgada durante a convenção, o partido enfatizou que a decisão de se manter neutro não implica em ausência de valores ou posicionamento político.

“A posição de independência na disputa presidencial não representa ausência de princípios nem de posicionamento político. Ao contrário, demonstra maturidade institucional, respeito ao pacto federativo e compromisso com a unidade partidária, preservando a autonomia das lideranças estaduais dentro das diretrizes estabelecidas pelo partido”,

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