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STF manda abrir inquérito sobre Lulinha por suposto tráfico de influência

Flávio Dino, ministro do STF, autoriza 3º inquérito contra Lulinha por tráfico de influência.

04/08/2026 · 20h01
STF manda abrir inquérito sobre Lulinha por suposto tráfico de influência

Flávio Dino autorizou a terceira investigação da PF contra o filho do presidente por suposto favorecimento de contratos à 3Structure. Também apura-se possível vazamento de mensagens com a lobista Roberta Luchsinger.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura do terceiro inquérito da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Além disso, uma investigação foi iniciada para apurar possíveis vazamentos de mensagens privadas do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a lobista Roberta Luchsinger.

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O novo inquérito tem como foco o suposto tráfico de influência de Lulinha, que estaria facilitando contratos do governo federal em benefício da empresa de tecnologia 3Structure IT Ltda. De acordo com informações do Portal da Transparência, a referida empresa possui contratos que somam R$ 81 milhões com o governo, dos quais mais de R$ 46 milhões já foram pagos.

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa Lulinha, declarou que a defesa confia e respeita a atuação de Dino. Carvalho, que também coordena a campanha de Lula em São Paulo, ressaltou que o ministro possui a autoridade e a competência necessárias para lidar com a “instrumentalização política” que, segundo ele, parte de alguns setores da Polícia Federal. A defesa nega qualquer irregularidade e solicita que Lulinha seja ouvido formalmente no processo.

Além disso, Carvalho defendeu a independência do delegado Andrei Rodrigues, que está à frente da investigação, mas destacou que há “tentativas de influenciar no processo eleitoral” por parte de alguns investigadores.

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Outras investigações relacionadas a Lulinha também estão em andamento. Sob a relatoria do ministro André Mendonça, dois inquéritos específicos buscam apurar possíveis irregularidades. O primeiro investiga o suposto tráfico de influência de Lulinha junto ao Ministério da Saúde para a aquisição de insumos à base de cannabis, mencionando também a lobista Roberta Luchsinger e o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como o principal operador de um esquema de fraudes no INSS.

No segundo inquérito, a Polícia Federal investiga a relação de Lulinha com Cléber Ribas de Oliveira, sócio da 3Structure IT. Os investigadores suspeitam que Ribas teria buscado contratos na Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal, e em outros órgãos, além de ter custeado pelo menos uma viagem para Lulinha em troca de acesso a contratos governamentais.

A investigação revelou que Lulinha e Ribas realizaram uma viagem juntos, com o mesmo localizador, em 15 de dezembro de 2024, com destino a Foz do Iguaçu, o que para a Polícia Federal indica que o empresário arcar com as despesas do filho do presidente.

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Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda., realizada no dia 30 de julho, o presidente Lula afirmou que Lulinha responderá às investigações sem qualquer tratamento diferenciado, mas destacou que o filho tem sido utilizado para “minar” sua reputação política desde as eleições de 2006.

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Flávio Dino autorizou a terceira investigação da PF contra o filho do presidente por suposto favorecimento de contratos à 3Structure. Também apura-se possível vazamento de mensagens com a lobista Roberta Luchsinger.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura do terceiro inquérito da Polícia Federal contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Além disso, uma investigação foi iniciada para apurar possíveis vazamentos de mensagens privadas do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a lobista Roberta Luchsinger.

O novo inquérito tem como foco o suposto tráfico de influência de Lulinha, que estaria facilitando contratos do governo federal em benefício da empresa de tecnologia 3Structure IT Ltda. De acordo com informações do Portal da Transparência, a referida empresa possui contratos que somam R$ 81 milhões com o governo, dos quais mais de R$ 46 milhões já foram pagos.

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa Lulinha, declarou que a defesa confia e respeita a atuação de Dino. Carvalho, que também coordena a campanha de Lula em São Paulo, ressaltou que o ministro possui a autoridade e a competência necessárias para lidar com a “instrumentalização política” que, segundo ele, parte de alguns setores da Polícia Federal. A defesa nega qualquer irregularidade e solicita que Lulinha seja ouvido formalmente no processo.

Além disso, Carvalho defendeu a independência do delegado Andrei Rodrigues, que está à frente da investigação, mas destacou que há “tentativas de influenciar no processo eleitoral” por parte de alguns investigadores.

Outras investigações relacionadas a Lulinha também estão em andamento. Sob a relatoria do ministro André Mendonça, dois inquéritos específicos buscam apurar possíveis irregularidades. O primeiro investiga o suposto tráfico de influência de Lulinha junto ao Ministério da Saúde para a aquisição de insumos à base de cannabis, mencionando também a lobista Roberta Luchsinger e o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como o principal operador de um esquema de fraudes no INSS.

No segundo inquérito, a Polícia Federal investiga a relação de Lulinha com Cléber Ribas de Oliveira, sócio da 3Structure IT. Os investigadores suspeitam que Ribas teria buscado contratos na Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal, e em outros órgãos, além de ter custeado pelo menos uma viagem para Lulinha em troca de acesso a contratos governamentais.

A investigação revelou que Lulinha e Ribas realizaram uma viagem juntos, com o mesmo localizador, em 15 de dezembro de 2024, com destino a Foz do Iguaçu, o que para a Polícia Federal indica que o empresário arcar com as despesas do filho do presidente.

Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda., realizada no dia 30 de julho, o presidente Lula afirmou que Lulinha responderá às investigações sem qualquer tratamento diferenciado, mas destacou que o filho tem sido utilizado para “minar” sua reputação política desde as eleições de 2006.

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