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STF decide pela soltura do ex-prefeito Márcio Canella após prisão no RJ

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STF decide pela soltura do ex-prefeito Márcio Canella após prisão no RJ

STF determina soltura do ex-prefeito Márcio Canella, preso com fuzil no RJ.

12/07/2026 · 12h17
STF decide pela soltura do ex-prefeito Márcio Canella após prisão no RJ

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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, determinou nesta sexta-feira (10) a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, que foi preso em flagrante durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal. A decisão do ministro foi divulgada em uma nota oficial, na qual ele estabelece que Canella poderá responder ao processo em liberdade, desde que cumpra algumas medidas cautelares.

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Entre as medidas impostas estão o uso de tornozeleira eletrônica, a entrega do passaporte e a suspensão do porte de arma. A SEPPEN RJ (Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro) confirmou que recebeu a notificação oficial da decisão e que iniciava os trâmites internos necessários para a execução do alvará de soltura.

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Márcio Canella foi preso na terça-feira (7), após agentes da Polícia Federal encontrarem um fuzil calibre .556 no veículo em que ele estava. A prisão ocorreu em um contexto em que ele era alvo, inicialmente, de um mandado de busca e apreensão, parte da Operação Unha e Carne, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a uma rede de postos de combustíveis na região metropolitana do Rio de Janeiro. Conforme informações da PF, o grupo investigado teria movimentado a quantia de R$ 7,6 bilhões.

Canella alegou que o fuzil apreendido pertence ao policial militar que faz sua segurança. Na decisão, o ministro Moraes enfatizou que essa versão ainda deverá ser esclarecida ao longo das investigações.

Os advogados de Canella, Pierpaolo Cruz Bottini, Sheila Lustosa e Davi Lefer, argumentaram em nota que a prisão não se sustentava, uma vez que a arma encontrada no veículo era legalizada e registrada em nome do segurança do ex-prefeito. A defesa também informou que toda a documentação pertinente foi apresentada ao STF e que Canella continua à disposição das autoridades para prestar os devidos esclarecimentos durante o andamento da investigação.

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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, determinou nesta sexta-feira (10) a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, que foi preso em flagrante durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal. A decisão do ministro foi divulgada em uma nota oficial, na qual ele estabelece que Canella poderá responder ao processo em liberdade, desde que cumpra algumas medidas cautelares.

Entre as medidas impostas estão o uso de tornozeleira eletrônica, a entrega do passaporte e a suspensão do porte de arma. A SEPPEN RJ (Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro) confirmou que recebeu a notificação oficial da decisão e que iniciava os trâmites internos necessários para a execução do alvará de soltura.

Márcio Canella foi preso na terça-feira (7), após agentes da Polícia Federal encontrarem um fuzil calibre .556 no veículo em que ele estava. A prisão ocorreu em um contexto em que ele era alvo, inicialmente, de um mandado de busca e apreensão, parte da Operação Unha e Carne, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a uma rede de postos de combustíveis na região metropolitana do Rio de Janeiro. Conforme informações da PF, o grupo investigado teria movimentado a quantia de R$ 7,6 bilhões.

Canella alegou que o fuzil apreendido pertence ao policial militar que faz sua segurança. Na decisão, o ministro Moraes enfatizou que essa versão ainda deverá ser esclarecida ao longo das investigações.

Os advogados de Canella, Pierpaolo Cruz Bottini, Sheila Lustosa e Davi Lefer, argumentaram em nota que a prisão não se sustentava, uma vez que a arma encontrada no veículo era legalizada e registrada em nome do segurança do ex-prefeito. A defesa também informou que toda a documentação pertinente foi apresentada ao STF e que Canella continua à disposição das autoridades para prestar os devidos esclarecimentos durante o andamento da investigação.

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