Produzida em Zárate (Argentina), a nova Hilux estreia primeiro naquele mercado em dezembro, com embarques para a América do Sul em seguida. A chegada ao Brasil está estimada para o início de 2027.
A Toyota deve começar a entregar as primeiras unidades da nova geração da picape Hilux em dezembro. Produzida na fábrica de Zárate, na Argentina, a picape será lançada primeiro no mercado argentino e tem chegada estimada ao Brasil para o começo de 2027. A unidade de Zárate também é responsável pela produção da SW4, que abastece o mercado brasileiro.
Segundo informações, os “spoilers” do cronograma de lançamento teriam sido apresentados pela divisão argentina em uma reunião. A expectativa é de que a estreia comece ainda em dezembro na Argentina, com a oferta para o mercado sul-americano se expandindo em seguida.
O projeto da nova Hilux preserva a plataforma atual e o entre-eixos de 3,08 metros, mas a semelhança com o modelo anterior vai parar por aí. A picape passará por uma renovação profunda no visual e na tecnologia, com faróis mais afilados, capô mais elevado e cabine totalmente reformulada. Nas versões de topo, o modelo terá central multimídia de 12,3” e painel de instrumentos digital.
No aspecto mecânico, a Hilux manterá o motor 2.8 turbodiesel de 204 cv acoplado a câmbio automático de seis marchas. Ao longo do ano que vem, a gama será ampliada com a introdução de uma versão híbrida leve de 48 volts e uma opção 100% elétrica inédita, equipada com bateria de 59,2 kWh, pensada especialmente para frotistas e operações corporativas.
A reformulação também alcançará o SUV SW4, que deve adotar as mesmas mudanças estéticas, tecnológicas e de motorização da picape. Por enquanto, o utilitário esportivo renovado tem apresentação prevista para meados de 2027 no mercado argentino, num movimento para consolidar a posição da marca no segmento de utilitários grandes sobre chassis.
Para o consumidor brasileiro, a expectativa é de que a espera seja curta, já que a produção na fábrica argentina atende ao mercado nacional. A estratégia da montadora indica uma transição por etapas: manter as opções a diesel conhecidas pelo público, acrescentar alternativas eletrificadas ao longo do próximo ano e oferecer uma versão totalmente elétrica voltada a clientes corporativos.
As mudanças prometem atualizar a Hilux em design e conectividade, mantendo sua vocação utilitária e incorporando tecnologias que ampliam opções de motorização para diferentes perfis de uso.
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