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Política

Trabalhadores da Stratos paralisam por quatro horas em protesto contra taxa do plano de saúde

Paralisação ocorre em Rosário do Catete contra cobrança anunciada pela empresa Na madrugada desta segunda-feira, 30 de março, trabalhadores da...

31/03/2026 · 08h41 · Atualizado às 18h50
Trabalhadores da Stratos paralisam por quatro horas em protesto contra taxa do plano de saúde
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Paralisação ocorre em Rosário do Catete contra cobrança anunciada pela empresa

Na madrugada desta segunda-feira, 30 de março, trabalhadores da mineração ligados ao SINDIMINA/SE realizaram uma paralisação de quatro horas em Rosário do Catete (SE) em protesto contra a cobrança de taxa relacionada ao plano de saúde imposta pela empresa Stratos.

A mobilização contou com adesão total dos funcionários do turno e da administração, segundo a direção do sindicato. A medida adotada pela empresa prevê o pagamento de R$ 150 mensais por dependente e a cobrança de R$ 60 por consulta realizada pelos usuários do plano.

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O presidente do SINDIMINA/SE, Admilson Lima, criticou a decisão da Stratos por ter sido tomada sem diálogo prévio com a entidade sindical. Segundo Lima, a taxa reduz a remuneração dos trabalhadores e atinge especialmente quem exerce atividades em condições adversas, exposto a calor e poeira a grande profundidade.

“Essa taxa acaba impactando severamente no salário dos trabalhadores da mineração. É um absurdo que essa decisão tenha sido tomada pela empresa sem nenhum diálogo com o sindicato. Os trabalhadores da mineração têm a sua saúde desgastada e por vezes comprometida pelo trabalho pesado que realizam a quilômetros de profundidade da superfície, expostos ao calor, poeira. Então o Plano de Saúde é muito importante, e não vamos aceitar retrocesso e taxação indevida”, declarou Admilson Lima.

De acordo com o sindicato, a direção da empresa informou os empregados sobre a cobrança na quarta-feira anterior, e o SINDIMINA/SE só foi comunicado sobre a medida na quinta-feira. Filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT-SE), o sindicato organizou a paralisação de hoje para demonstrar a insatisfação da categoria.

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O SINDIMINA/SE informou que, caso a Stratos mantenha a cobrança e não abra diálogo com o sindicato, outras ações de mobilização e medidas de luta sindical serão adotadas. Não há, até o momento, registro de acordo entre as partes.

O ato contou com acompanhamento da direção do sindicato e envolveu trabalhadores do turno e da administração da unidade local.

 

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Paralisação ocorre em Rosário do Catete contra cobrança anunciada pela empresa

Na madrugada desta segunda-feira, 30 de março, trabalhadores da mineração ligados ao SINDIMINA/SE realizaram uma paralisação de quatro horas em Rosário do Catete (SE) em protesto contra a cobrança de taxa relacionada ao plano de saúde imposta pela empresa Stratos.

A mobilização contou com adesão total dos funcionários do turno e da administração, segundo a direção do sindicato. A medida adotada pela empresa prevê o pagamento de R$ 150 mensais por dependente e a cobrança de R$ 60 por consulta realizada pelos usuários do plano.

O presidente do SINDIMINA/SE, Admilson Lima, criticou a decisão da Stratos por ter sido tomada sem diálogo prévio com a entidade sindical. Segundo Lima, a taxa reduz a remuneração dos trabalhadores e atinge especialmente quem exerce atividades em condições adversas, exposto a calor e poeira a grande profundidade.

“Essa taxa acaba impactando severamente no salário dos trabalhadores da mineração. É um absurdo que essa decisão tenha sido tomada pela empresa sem nenhum diálogo com o sindicato. Os trabalhadores da mineração têm a sua saúde desgastada e por vezes comprometida pelo trabalho pesado que realizam a quilômetros de profundidade da superfície, expostos ao calor, poeira. Então o Plano de Saúde é muito importante, e não vamos aceitar retrocesso e taxação indevida”, declarou Admilson Lima.

De acordo com o sindicato, a direção da empresa informou os empregados sobre a cobrança na quarta-feira anterior, e o SINDIMINA/SE só foi comunicado sobre a medida na quinta-feira. Filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT-SE), o sindicato organizou a paralisação de hoje para demonstrar a insatisfação da categoria.

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O SINDIMINA/SE informou que, caso a Stratos mantenha a cobrança e não abra diálogo com o sindicato, outras ações de mobilização e medidas de luta sindical serão adotadas. Não há, até o momento, registro de acordo entre as partes.

O ato contou com acompanhamento da direção do sindicato e envolveu trabalhadores do turno e da administração da unidade local.

 

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