Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Policial

Traficante que forjou própria morte é capturado em condomínio de luxo no interior de SP

Adriano Pereira Cosmo, 24 anos, conhecido como “Puff”, foi preso em 23 de dezembro dentro de um condomínio de alto padrão à beira-lago no município de Paranapanema, interior paulista. Ele é apontado pela Polícia Civil de Sergipe como líder de uma organização de tráfico de drogas com ramificações na Colômbia, Bolívia e Paraguai. A captura […]

07/01/2026 · 16h11
Traficante que forjou própria morte é capturado em condomínio de luxo no interior de SP

Adriano Pereira Cosmo, 24 anos, conhecido como “Puff”, foi preso em 23 de dezembro dentro de um condomínio de alto padrão à beira-lago no município de Paranapanema, interior paulista. Ele é apontado pela Polícia Civil de Sergipe como líder de uma organização de tráfico de drogas com ramificações na Colômbia, Bolívia e Paraguai.

A captura ocorreu na Operação Hibernação Final, conduzida pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e pela Divisão de Inteligência e Planejamento Policial da Polícia Civil de Sergipe, em conjunto com o Grupo de Operações Especiais (GOE) e a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas. Os agentes cumpriram mandados expedidos pela Justiça Estadual de Sergipe e pela Justiça Federal de Foz do Iguaçu (PR).

Publicidade

Segundo o diretor do Cope, delegado Dernival Eloi, Puff utilizava documentos falsos, incluindo uma certidão de óbito, para arquivar processos e se manter fora do radar policial. A fraude foi descoberta após análise do Instituto de Identificação de Sergipe, que confirmou a verdadeira identidade do investigado.

Histórico criminal extenso

Além de tráfico internacional e associação para o tráfico, Adriano Cosmo responde por homicídio, porte ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro, falsificação e uso de documentos falsos. A Polícia Civil já apreendeu, em ações ligadas ao grupo, cerca de 400 quilos de cocaína e 200 quilos de maconha.

Durante o cumprimento dos mandados na última semana, foram recolhidos telefones celulares e dois veículos. Por questões de segurança, o local onde o preso permanece até ser transferido para Sergipe não foi divulgado.

Foragido identificado

Como desdobramento da operação, a Polícia Civil de Sergipe divulgou o nome e a foto de Ediraldo de Assunção Dias, o “Andinho”, considerado foragido e integrante da mesma quadrilha. Ele escapou de uma abordagem em abril de 2025, em Itaporanga d’Ajuda (SE), ocasião em que foram apreendidos mais de 200 quilos de maconha, balanças de precisão e documentos falsos. Exames papiloscópicos confirmaram a identidade do suspeito.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Informações sobre o paradeiro de Andinho podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia 181.

Combate a fraudes documentais

O Instituto de Identificação de Sergipe, que passou por reestruturação após a Operação Fênix em 2018, analisou mais de 500 casos de possíveis fraudes somente em 2025. O diretor da unidade, Jenilson Gomes, destacou que o banco de dados conta com mais de 300 prontuários históricos, o que permitiu detectar inconsistências e confirmar a verdadeira identidade de Puff.

Para o delegado-geral da Polícia Civil de Sergipe, Thiago Leandro, a prisão comprova a eficácia da integração entre forças de segurança estaduais e federais.

Publicidade

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Adriano Pereira Cosmo, 24 anos, conhecido como “Puff”, foi preso em 23 de dezembro dentro de um condomínio de alto padrão à beira-lago no município de Paranapanema, interior paulista. Ele é apontado pela Polícia Civil de Sergipe como líder de uma organização de tráfico de drogas com ramificações na Colômbia, Bolívia e Paraguai.

A captura ocorreu na Operação Hibernação Final, conduzida pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e pela Divisão de Inteligência e Planejamento Policial da Polícia Civil de Sergipe, em conjunto com o Grupo de Operações Especiais (GOE) e a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas. Os agentes cumpriram mandados expedidos pela Justiça Estadual de Sergipe e pela Justiça Federal de Foz do Iguaçu (PR).

Segundo o diretor do Cope, delegado Dernival Eloi, Puff utilizava documentos falsos, incluindo uma certidão de óbito, para arquivar processos e se manter fora do radar policial. A fraude foi descoberta após análise do Instituto de Identificação de Sergipe, que confirmou a verdadeira identidade do investigado.

Histórico criminal extenso

Além de tráfico internacional e associação para o tráfico, Adriano Cosmo responde por homicídio, porte ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro, falsificação e uso de documentos falsos. A Polícia Civil já apreendeu, em ações ligadas ao grupo, cerca de 400 quilos de cocaína e 200 quilos de maconha.

Durante o cumprimento dos mandados na última semana, foram recolhidos telefones celulares e dois veículos. Por questões de segurança, o local onde o preso permanece até ser transferido para Sergipe não foi divulgado.

Foragido identificado

Como desdobramento da operação, a Polícia Civil de Sergipe divulgou o nome e a foto de Ediraldo de Assunção Dias, o “Andinho”, considerado foragido e integrante da mesma quadrilha. Ele escapou de uma abordagem em abril de 2025, em Itaporanga d’Ajuda (SE), ocasião em que foram apreendidos mais de 200 quilos de maconha, balanças de precisão e documentos falsos. Exames papiloscópicos confirmaram a identidade do suspeito.

Informações sobre o paradeiro de Andinho podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia 181.

Combate a fraudes documentais

O Instituto de Identificação de Sergipe, que passou por reestruturação após a Operação Fênix em 2018, analisou mais de 500 casos de possíveis fraudes somente em 2025. O diretor da unidade, Jenilson Gomes, destacou que o banco de dados conta com mais de 300 prontuários históricos, o que permitiu detectar inconsistências e confirmar a verdadeira identidade de Puff.

Para o delegado-geral da Polícia Civil de Sergipe, Thiago Leandro, a prisão comprova a eficácia da integração entre forças de segurança estaduais e federais.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA