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Aracaju, Terça-feira, 15 de setembro de 2026
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Política

“Traidor é quem ajuda candidatos de Lula”, dispara Coronel Rocha em dura resposta a Rodrigo Valadares

Candidato ao Senado rebate acusações, exige respeito aos seus 36 anos de Polícia Militar e acusa a presidência da legenda de destinar milhões a aliados do governo petista.

08/09/2026 · 09h17
“Traidor é quem ajuda candidatos de Lula”, dispara Coronel Rocha em dura resposta a Rodrigo Valadares

Candidato ao Senado rebate acusações, exige respeito aos seus 36 anos de Polícia Militar e acusa a presidência da legenda de destinar milhões a aliados do governo petista.

A crise interna que fraturou o Partido Liberal (PL) em Sergipe atingiu um novo ápice de tensão nesta terça-feira (8). O candidato ao Senado, Coronel Rocha, utilizou suas redes sociais para rebater de forma contundente as recentes acusações feitas pelo deputado federal e presidente estadual da sigla, Rodrigo Valadares. O embate público ganhou força após Valadares afirmar que Flávio Bolsonaro teria retirado o apoio à candidatura do coronel, acusando-o de pressionar a direção partidária por recursos financeiros e de agir contra os interesses do projeto conservador no estado.

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Em um vídeo de forte apelo político, Coronel Rocha não recuou e exigiu respeito à sua trajetória profissional. “Respeite a minha história. Há mais de 36 anos sou policial militar. Construí minha carreira com honra. Sou coronel com muito orgulho”, declarou. Fazendo questão de reafirmar sua lealdade irrestrita à família Bolsonaro, o candidato destacou que veste diariamente a camisa “Bolsonaro Livre”. Passando para o contra-ataque, Rocha devolveu o rótulo de traição apontando diretamente para o controle dos recursos de campanha: “O traidor é quem destina quase R$ 5 milhões para os candidatos de Lula em Sergipe”, disparou, em clara referência à gestão do fundo eleitoral conduzida por Rodrigo Valadares.

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Mesmo diante do rompimento exposto e das tentativas de isolamento promovidas pela cúpula estadual, Coronel Rocha assegurou aos seus eleitores que não desistirá do pleito. Ele confirmou que sua candidatura ao Senado Federal permanece oficialmente ativa nas urnas sob o número 221. Fechando o pronunciamento, Rocha chamou para si o protagonismo da direita no estado: “Eu tenho uma história. Eu tenho uma camisa. Sou candidato a senador pelo Partido Liberal. Sou candidato a senador pelo bolsonarismo. Sou candidato a senador pelo meu presidente Flávio Bolsonaro”, concluiu.

O episódio escancara o aprofundamento da divisão dentro do PL sergipano a menos de um mês das Eleições 2026. A guerra declarada pelo controle narrativo e financeiro da legenda demonstra que a disputa interna superou os bastidores, transformando a reta final da campanha em um campo minado entre as próprias lideranças que disputam o espólio do eleitorado conservador. A equipe do 93Noticias segue acompanhando de perto cada movimentação desta crise.

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Candidato ao Senado rebate acusações, exige respeito aos seus 36 anos de Polícia Militar e acusa a presidência da legenda de destinar milhões a aliados do governo petista.

A crise interna que fraturou o Partido Liberal (PL) em Sergipe atingiu um novo ápice de tensão nesta terça-feira (8). O candidato ao Senado, Coronel Rocha, utilizou suas redes sociais para rebater de forma contundente as recentes acusações feitas pelo deputado federal e presidente estadual da sigla, Rodrigo Valadares. O embate público ganhou força após Valadares afirmar que Flávio Bolsonaro teria retirado o apoio à candidatura do coronel, acusando-o de pressionar a direção partidária por recursos financeiros e de agir contra os interesses do projeto conservador no estado.

Em um vídeo de forte apelo político, Coronel Rocha não recuou e exigiu respeito à sua trajetória profissional. “Respeite a minha história. Há mais de 36 anos sou policial militar. Construí minha carreira com honra. Sou coronel com muito orgulho”, declarou. Fazendo questão de reafirmar sua lealdade irrestrita à família Bolsonaro, o candidato destacou que veste diariamente a camisa “Bolsonaro Livre”. Passando para o contra-ataque, Rocha devolveu o rótulo de traição apontando diretamente para o controle dos recursos de campanha: “O traidor é quem destina quase R$ 5 milhões para os candidatos de Lula em Sergipe”, disparou, em clara referência à gestão do fundo eleitoral conduzida por Rodrigo Valadares.

Mesmo diante do rompimento exposto e das tentativas de isolamento promovidas pela cúpula estadual, Coronel Rocha assegurou aos seus eleitores que não desistirá do pleito. Ele confirmou que sua candidatura ao Senado Federal permanece oficialmente ativa nas urnas sob o número 221. Fechando o pronunciamento, Rocha chamou para si o protagonismo da direita no estado: “Eu tenho uma história. Eu tenho uma camisa. Sou candidato a senador pelo Partido Liberal. Sou candidato a senador pelo bolsonarismo. Sou candidato a senador pelo meu presidente Flávio Bolsonaro”, concluiu.

O episódio escancara o aprofundamento da divisão dentro do PL sergipano a menos de um mês das Eleições 2026. A guerra declarada pelo controle narrativo e financeiro da legenda demonstra que a disputa interna superou os bastidores, transformando a reta final da campanha em um campo minado entre as próprias lideranças que disputam o espólio do eleitorado conservador. A equipe do 93Noticias segue acompanhando de perto cada movimentação desta crise.

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