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Tremor de magnitude 2.1 sacode litoral do Espírito Santo neste sábado

Brasil

Tremor de magnitude 2.1 sacode litoral do Espírito Santo neste sábado

Tremor de magnitude 2.1 atinge Piúma, no Espírito Santo, neste sábado.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 04h49
Tremor de magnitude 2.1 sacode litoral do Espírito Santo neste sábado

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Um abalo sísmico atingiu Piúma (ES) às 14h12 deste sábado. O tremor ocorreu no oceano, na plataforma continental, e foi o primeiro na região desde 2021.

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Um tremor de magnitude 2.1 foi registrado na cidade de Piúma, no Espírito Santo, às 14h12 deste sábado (20). O evento sísmico foi detectado pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com informações da RSBR, o abalo ocorreu no oceano, na região conhecida como plataforma continental. Essa é a primeira ocorrência de tremor na área desde julho de 2021, quando um evento de magnitude 1.4 foi registrado próximo à cidade de Pancas.

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A RSBR informou que tremores de baixas magnitudes são comuns no Brasil e podem acontecer quase semanalmente. Contudo, a maioria deles não é percebida pela população.

Os sismos no Brasil são, em grande parte, resultantes das pressões geológicas que atuam na crosta terrestre. No Sudeste, o último tremor significativo foi registrado há um mês, no dia 21 de maio, com magnitude de 3.3, no litoral do Rio de Janeiro, próximo a Maricá. Esse tremor também foi captado pelas estações da RSBR, mas não houve relatos de que a população sentisse o abalo.

A distinção técnica entre os termos ‘tremor’ e ‘terremoto’ é importante. Eventos de baixa intensidade e magnitude reduzida são classificados como abalos sísmicos ou tremores de terra, enquanto o termo terremoto é reservado para abalos de maior magnitude e extensão de ruptura, conforme explica o Serviço Geológico do Brasil (SGB).

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O Brasil, localizado no centro da Placa Sul-Americana, enfrenta terremotos intraplaca, geralmente de pequena a moderada intensidade. A margem sudeste do país, incluindo a região de Piúma, é reconhecida como uma zona sísmica offshore, onde pequenos tremores ocorrem frequentemente devido a tensões tectônicas na crosta terrestre. Esses eventos são comuns desde o sul da Bahia até Santa Catarina.

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Um abalo sísmico atingiu Piúma (ES) às 14h12 deste sábado. O tremor ocorreu no oceano, na plataforma continental, e foi o primeiro na região desde 2021.

Um tremor de magnitude 2.1 foi registrado na cidade de Piúma, no Espírito Santo, às 14h12 deste sábado (20). O evento sísmico foi detectado pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com informações da RSBR, o abalo ocorreu no oceano, na região conhecida como plataforma continental. Essa é a primeira ocorrência de tremor na área desde julho de 2021, quando um evento de magnitude 1.4 foi registrado próximo à cidade de Pancas.

A RSBR informou que tremores de baixas magnitudes são comuns no Brasil e podem acontecer quase semanalmente. Contudo, a maioria deles não é percebida pela população.

Os sismos no Brasil são, em grande parte, resultantes das pressões geológicas que atuam na crosta terrestre. No Sudeste, o último tremor significativo foi registrado há um mês, no dia 21 de maio, com magnitude de 3.3, no litoral do Rio de Janeiro, próximo a Maricá. Esse tremor também foi captado pelas estações da RSBR, mas não houve relatos de que a população sentisse o abalo.

A distinção técnica entre os termos ‘tremor’ e ‘terremoto’ é importante. Eventos de baixa intensidade e magnitude reduzida são classificados como abalos sísmicos ou tremores de terra, enquanto o termo terremoto é reservado para abalos de maior magnitude e extensão de ruptura, conforme explica o Serviço Geológico do Brasil (SGB).

O Brasil, localizado no centro da Placa Sul-Americana, enfrenta terremotos intraplaca, geralmente de pequena a moderada intensidade. A margem sudeste do país, incluindo a região de Piúma, é reconhecida como uma zona sísmica offshore, onde pequenos tremores ocorrem frequentemente devido a tensões tectônicas na crosta terrestre. Esses eventos são comuns desde o sul da Bahia até Santa Catarina.

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