Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Pular para o conteúdo
ELEIÇÕES 2026

Tribunais mobilizam 560 mil urnas e reforçam segurança antes do 1º turno

Mais de 560 mil urnas serão distribuídas neste sábado; 499 mil serão usadas e quase 65 mil ficarão de reserva. Zerésima e auditorias estão previstas.

03/10/2026 · 21h33 · Atualizado às 17h00
Tribunais mobilizam 560 mil urnas e reforçam segurança antes do 1º turno

Mais de 560 mil urnas estão sendo levadas e posicionadas em seções de votação; 499 mil serão usadas e quase 65 mil ficam como reserva. Equipamentos ficam sob guarda policial até o início do pleito.

Os tribunais regionais eleitorais de todo o país realizam neste sábado (3), véspera do primeiro turno da eleição, os últimos procedimentos operacionais para o pleito. Mais de 560 mil urnas eletrônicas estão sendo levadas aos locais de votação, onde serão posicionadas, preparadas e mantidas sob guarda policial até o início da votação.

Publicidade

Desse total, cerca de 499 mil urnas são necessárias para a votação e outras quase 65 mil ficarão reservadas como equipamentos de reposição, caso haja necessidade. Considerando a escala da operação, os tribunais firmaram parcerias com instituições públicas locais para transporte e logística.

Em alguns estados, parte das urnas foi deslocada em ônibus escolares e equipes de limpeza urbana foram mobilizadas para ajudar no transporte e no apoio às equipes das zonas eleitorais. Dentro dos locais de votação, servidores da Justiça Eleitoral e voluntários convocados estão preparando as seções, organizando os espaços de circulação dos eleitores e afixando materiais informativos.

Uma das etapas realizadas pelos tribunais estaduais, de forma semelhante ao que foi feito pelo Tribunal Superior Eleitoral, é a cerimônia de emissão da zerésima do Sistema de Gerenciamento da Totalização. Esse procedimento comprova que nenhum voto estava previamente registrado no banco de dados que fará a totalização dos resultados.

Antes do início da votação, os voluntários que atuarão nas seções deverão emitir a zerésima de cada urna, atestando que os próprios equipamentos também não têm votos registrados. O objetivo declarado pela Justiça Eleitoral é demonstrar que o resultado apurado após o pleito corresponderá aos votos depositados pelos eleitores.

De acordo com o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, os procedimentos deste sábado oferecem uma garantia pública e verificável sobre o processo de votação:

“mais uma prova pública e verificável de que o voto de cada cidadão será recebido, registrado e contado exatamente como foi manifestado”

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

“A eleição não começa quando o eleitor aperta a tecla \”confirma\”. Ela começa muito antes, na preparação dos sistemas, na carga e na lacração das urnas, na fiscalização permanente dos partidos e das instituições”

Além da zerésima, os tribunais sortearam urnas que serão auditadas neste domingo, em mais uma etapa prevista para confirmar a segurança do sistema eletrônico. Parte dos equipamentos sorteados passará por testes de autenticidade nas próprias seções, para verificar se os programas instalados são os mesmos desenvolvidos, lacrados e assinados digitalmente pelo TSE.

Outra parcela será auditada quanto à integridade: urnas sorteadas serão recolhidas das seções antes do início da votação e levadas a locais seguros e acessíveis à população, a exemplo do Tribunal de Justiça e da sede da Fundação Getúlio Vargas, no caso do Rio de Janeiro. Nesses locais, fiscais serão convidados a depositar votos escritos em papel em uma urna comum e os mesmos votos na urna eletrônica; em seguida, os resultados serão comparados.

Publicidade

O presidente do TRE-RJ afirmou que o teste é ilustrativo e decisivo para demonstrar a fidelidade do equipamento e ressaltou a confiança do tribunal no processo auditável:

“O que se demonstrará é simples e decisivo: a urna registra fielmente aquilo que nela se digita”

“O tribunal tem plena confiança no sistema eletrônico de votação e essa confiança decorre do alto grau de auditabilidade de todo o processo, que pode ser verificado antes, durante e depois da votação”

As rotinas de logística, segurança, emissão da zerésima e auditorias completam a sequência de verificações prevista para assegurar a integridade do pleito nas próximas horas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
4 min de leitura

Mais de 560 mil urnas estão sendo levadas e posicionadas em seções de votação; 499 mil serão usadas e quase 65 mil ficam como reserva. Equipamentos ficam sob guarda policial até o início do pleito.

Os tribunais regionais eleitorais de todo o país realizam neste sábado (3), véspera do primeiro turno da eleição, os últimos procedimentos operacionais para o pleito. Mais de 560 mil urnas eletrônicas estão sendo levadas aos locais de votação, onde serão posicionadas, preparadas e mantidas sob guarda policial até o início da votação.

Desse total, cerca de 499 mil urnas são necessárias para a votação e outras quase 65 mil ficarão reservadas como equipamentos de reposição, caso haja necessidade. Considerando a escala da operação, os tribunais firmaram parcerias com instituições públicas locais para transporte e logística.

Em alguns estados, parte das urnas foi deslocada em ônibus escolares e equipes de limpeza urbana foram mobilizadas para ajudar no transporte e no apoio às equipes das zonas eleitorais. Dentro dos locais de votação, servidores da Justiça Eleitoral e voluntários convocados estão preparando as seções, organizando os espaços de circulação dos eleitores e afixando materiais informativos.

Uma das etapas realizadas pelos tribunais estaduais, de forma semelhante ao que foi feito pelo Tribunal Superior Eleitoral, é a cerimônia de emissão da zerésima do Sistema de Gerenciamento da Totalização. Esse procedimento comprova que nenhum voto estava previamente registrado no banco de dados que fará a totalização dos resultados.

Antes do início da votação, os voluntários que atuarão nas seções deverão emitir a zerésima de cada urna, atestando que os próprios equipamentos também não têm votos registrados. O objetivo declarado pela Justiça Eleitoral é demonstrar que o resultado apurado após o pleito corresponderá aos votos depositados pelos eleitores.

De acordo com o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, os procedimentos deste sábado oferecem uma garantia pública e verificável sobre o processo de votação:

“mais uma prova pública e verificável de que o voto de cada cidadão será recebido, registrado e contado exatamente como foi manifestado”

“A eleição não começa quando o eleitor aperta a tecla \”confirma\”. Ela começa muito antes, na preparação dos sistemas, na carga e na lacração das urnas, na fiscalização permanente dos partidos e das instituições”

Além da zerésima, os tribunais sortearam urnas que serão auditadas neste domingo, em mais uma etapa prevista para confirmar a segurança do sistema eletrônico. Parte dos equipamentos sorteados passará por testes de autenticidade nas próprias seções, para verificar se os programas instalados são os mesmos desenvolvidos, lacrados e assinados digitalmente pelo TSE.

Outra parcela será auditada quanto à integridade: urnas sorteadas serão recolhidas das seções antes do início da votação e levadas a locais seguros e acessíveis à população, a exemplo do Tribunal de Justiça e da sede da Fundação Getúlio Vargas, no caso do Rio de Janeiro. Nesses locais, fiscais serão convidados a depositar votos escritos em papel em uma urna comum e os mesmos votos na urna eletrônica; em seguida, os resultados serão comparados.

O presidente do TRE-RJ afirmou que o teste é ilustrativo e decisivo para demonstrar a fidelidade do equipamento e ressaltou a confiança do tribunal no processo auditável:

“O que se demonstrará é simples e decisivo: a urna registra fielmente aquilo que nela se digita”

“O tribunal tem plena confiança no sistema eletrônico de votação e essa confiança decorre do alto grau de auditabilidade de todo o processo, que pode ser verificado antes, durante e depois da votação”

As rotinas de logística, segurança, emissão da zerésima e auditorias completam a sequência de verificações prevista para assegurar a integridade do pleito nas próximas horas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA