No Rock in Rio 2026, Trident e Marina Sena apresentaram 'Que se Masque', que transforma mascar chiclete em gesto de liberdade e expressão. Estudo da Leo mostra que 41% levam chiclete a festivais, segundo item mais comum.
Trident lançou a assinatura global “Que se Masque”, posicionando o ato de mascar chiclete como linguagem de liberdade individual e expressão em ambientes de festival. A marca, apresentada no Rock in Rio 2026, aposta na mascada como gesto que foge da cobrança por um jeito certo de agir, vestir, falar ou se divertir.
O movimento parte de um dado de 2025: um estudo autoral realizado pela agência Leo apontou que 41% das pessoas levam chiclete para festivais de música — o segundo item mais presente nas bolsas, atrás apenas da água. Para a campanha, Trident diz reconhecer que esse comportamento já existe espontaneamente entre públicos jovens e que a iniciativa apenas reforça essa presença.
A escolha do Rock in Rio 2026 como palco de ativação teve retorno mensurável: segundo dados da Winnin, a marca liderou o engajamento entre os apoiadores do festival e alcançou o Top 5 geral, com forte desempenho em conteúdo espontâneo (UGC). A estratégia incluiu experiências presenciais, embalagens especiais e comunicação centrada na mascada.
Entre as ações estiveram espaços temáticos, como a Trident Ballroom Experience, um estande inspirado na cultura ballroom que reuniu DJs e MCs e funcionou como pista de dança e expressão. A proposta da marca foi tratar o chiclete como componente cultural dentro do universo de música, moda e comportamento em festivais.
Marina Sena é o principal rosto da campanha e aparece como representante dessa liberdade de viver sem se prender ao olhar alheio. Em material vinculada a uma edição especial oferecida por Trident, a cantora recordou a afinidade com o conceito e a relação dos festivais com a possibilidade de se permitir.
“Eu me identifico muito com essa ideia de não se prender ao olhar dos outros e viver as coisas do nosso jeito. Festivais são espaços de liberdade, onde a gente pode se permitir, dançar, cantar e simplesmente aproveitar o momento.”
O posicionamento da marca também foi comentado por Ana Assis, diretora de marketing de balas e gomas na Mondelēz Brasil, que relacionou a trajetória da cantora com os valores que a campanha quer celebrar.
“Marina já vivia essa atitude. Ela ajudou a redesenhar o pop brasileiro misturando referências, gêneros e códigos sem se prender ao que esperavam dela. Transita por diferentes sonoridades, fala sem filtro sobre desejo, construiu uma estética muito própria e não pede aprovação. Reconhecemos alguém que já representa, na própria trajetória, essa liberdade que a gente quer celebrar.”
Na prática, a campanha convida o público a normalizar pequenas transgressões cotidianas — cantar errado, dançar fora do ritmo, mudar de ideia — como parte das memórias de festival. “Que se Masque” busca transformar a mascada num símbolo de autonomia e descontração sem pretensão de resolver grandes problemas, mas oferecendo um aceno de quem opta por não viver em função do olhar dos outros.

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