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Aracaju, Sábado, 11 de julho de 2026
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Trump afirma que EUA e Irã continuarão negociações, mas cessar-fogo termina

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Trump afirma que EUA e Irã continuarão negociações, mas cessar-fogo termina

Trump afirmou que EUA e Irã continuarão negociações, mas cessar-fogo terminou.

11/07/2026 · 12h26
Trump afirma que EUA e Irã continuarão negociações, mas cessar-fogo termina

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O presidente americano, Donald Trump, declarou que os Estados Unidos e o Irã concordaram em manter as negociações, apesar do aumento das hostilidades recentes. No entanto, Trump afirmou que o cessar-fogo estabelecido entre os dois países no mês anterior chegou ao fim.

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Na sexta-feira (10), os Estados Unidos intensificaram a pressão sobre o Irã para que cessem os ataques a embarcações no Estreito de Ormuz. Esses confrontos recentes elevaram os preços do petróleo, uma questão sensível politicamente para Trump, especialmente com as eleições legislativas se aproximando.

As declarações de Trump foram feitas em meio a um dia relativamente calmo, após uma semana marcada por conflitos, incluindo ataques a três navios-tanque comerciais do Catar e da Arábia Saudita. Este episódio levou os Estados Unidos a realizarem bombardeios em alvos iranianos, enquanto o Irã retaliou com ataques a instalações militares americanas em países do Golfo.

A República Islâmica do Irã nos pediu para continuar as ‘conversas’. Concordamos em fazê-lo, mas os Estados Unidos deixaram claro, sem margem para dúvidas, que o cessar-fogo ACABOU!

Trump compartilhou essa informação em sua plataforma Truth Social. Em resposta, o Irã contestou a afirmação, alegando que não solicitou conversas diretas, mas concordou em receber um mediador do Catar. Fontes indicaram que negociadores catarianos se reuniam com autoridades iranianas para discutir a situação no Estreito de Ormuz.

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Além disso, Trump ordenou que as Forças Armadas dos EUA estivessem prontas para lançar ataques contra o Irã, caso o país tentasse executar algum atentado contra ele. Em sua declaração, Trump disse que mil mísseis estão prontos para lançamento e que as Forças Armadas estão aptas para devastar completamente regiões do Irã.

As ordens já foram dadas, e as Forças Armadas dos EUA estão prontas, dispostas e aptas a devastar completamente todas as regiões do Irã. Louvado seja Alá!

Informações de inteligência compartilhadas por Israel indicaram que o Irã estaria elaborando um plano para assassinar Trump. Essa informação foi considerada nova, apesar de os EUA já terem recebido alertas sobre possíveis ameaças. A situação gera uma pressão adicional sobre o presidente americano, que avalia a intensidade da ação militar contra o Irã.

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Ainda sem resposta do Irã às declarações de Trump, os esforços diplomáticos continuam. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, chegou a Omã para discutir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Essa visita faz parte das consultas entre Irã e Omã sobre os eventos regionais.

Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, ressaltou a importância de garantir a passagem segura de navios. Enquanto isso, os Estados Unidos esperam que o Irã emita uma declaração confirmando que o Estreito de Ormuz está aberto e que não haverá ataques a embarcações comerciais.

As tensões no estreito são uma preocupação, já que esta hidrovia é vital para o transporte de petróleo, sendo responsável por cerca de 20% do consumo global. A situação permanece em monitoramento, à medida que as duas nações tentam encontrar um caminho a seguir em meio ao conflito.

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O presidente americano, Donald Trump, declarou que os Estados Unidos e o Irã concordaram em manter as negociações, apesar do aumento das hostilidades recentes. No entanto, Trump afirmou que o cessar-fogo estabelecido entre os dois países no mês anterior chegou ao fim.

Na sexta-feira (10), os Estados Unidos intensificaram a pressão sobre o Irã para que cessem os ataques a embarcações no Estreito de Ormuz. Esses confrontos recentes elevaram os preços do petróleo, uma questão sensível politicamente para Trump, especialmente com as eleições legislativas se aproximando.

As declarações de Trump foram feitas em meio a um dia relativamente calmo, após uma semana marcada por conflitos, incluindo ataques a três navios-tanque comerciais do Catar e da Arábia Saudita. Este episódio levou os Estados Unidos a realizarem bombardeios em alvos iranianos, enquanto o Irã retaliou com ataques a instalações militares americanas em países do Golfo.

A República Islâmica do Irã nos pediu para continuar as ‘conversas’. Concordamos em fazê-lo, mas os Estados Unidos deixaram claro, sem margem para dúvidas, que o cessar-fogo ACABOU!

Trump compartilhou essa informação em sua plataforma Truth Social. Em resposta, o Irã contestou a afirmação, alegando que não solicitou conversas diretas, mas concordou em receber um mediador do Catar. Fontes indicaram que negociadores catarianos se reuniam com autoridades iranianas para discutir a situação no Estreito de Ormuz.

Além disso, Trump ordenou que as Forças Armadas dos EUA estivessem prontas para lançar ataques contra o Irã, caso o país tentasse executar algum atentado contra ele. Em sua declaração, Trump disse que mil mísseis estão prontos para lançamento e que as Forças Armadas estão aptas para devastar completamente regiões do Irã.

As ordens já foram dadas, e as Forças Armadas dos EUA estão prontas, dispostas e aptas a devastar completamente todas as regiões do Irã. Louvado seja Alá!

Informações de inteligência compartilhadas por Israel indicaram que o Irã estaria elaborando um plano para assassinar Trump. Essa informação foi considerada nova, apesar de os EUA já terem recebido alertas sobre possíveis ameaças. A situação gera uma pressão adicional sobre o presidente americano, que avalia a intensidade da ação militar contra o Irã.

Ainda sem resposta do Irã às declarações de Trump, os esforços diplomáticos continuam. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, chegou a Omã para discutir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Essa visita faz parte das consultas entre Irã e Omã sobre os eventos regionais.

Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, ressaltou a importância de garantir a passagem segura de navios. Enquanto isso, os Estados Unidos esperam que o Irã emita uma declaração confirmando que o Estreito de Ormuz está aberto e que não haverá ataques a embarcações comerciais.

As tensões no estreito são uma preocupação, já que esta hidrovia é vital para o transporte de petróleo, sendo responsável por cerca de 20% do consumo global. A situação permanece em monitoramento, à medida que as duas nações tentam encontrar um caminho a seguir em meio ao conflito.

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