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Trump ameaça Irã após violação de cessar-fogo e novos ataques nos EUA

Policial

Trump ameaça Irã após violação de cessar-fogo e novos ataques nos EUA

Trump afirmou que o Irã 'deixará de existir' se violar o cessar-fogo novamente.

27/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h35
Trump ameaça Irã após violação de cessar-fogo e novos ataques nos EUA

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (27) que o Irã “deixará de existir” caso viole o cessar-fogo mais uma vez. A declaração foi feita em uma publicação na rede social Truth Social, onde Trump acusou Teerã de infringir o acordo, o que resultou em ataques das Forças Armadas dos EUA contra locais de armazenamento de mísseis e drones iranianos.

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Trump acrescentou que pode chegar um momento em que os Estados Unidos serão “forçados a concluir militarmente o trabalho que começamos com tanto sucesso”. A fala do presidente americano ocorre em um contexto de crescente tensão entre os dois países, especialmente após o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informar que as Forças Armadas realizaram novos ataques contra alvos iranianos nas imediações do Estreito de Ormuz.

Segundo o CENTCOM, os ataques foram uma resposta a um incidente em que um drone iraniano atingiu um petroleiro de bandeira panamenha na manhã de sábado. As aeronaves militares americanas tiveram como alvos infraestrutura de vigilância militar iraniana, sistemas de comunicação, locais de defesa aérea, além de instalações de armazenamento de drones e capacidades de lançamento de minas. Apesar da escalada, o trânsito de embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz deve continuar normalmente, conforme comunicado oficial.

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As autoridades iranianas ainda não se pronunciaram sobre os ataques, que seguem uma série de confrontos na região. Na sexta-feira (26), os EUA já haviam atacado locais de armazenamento de mísseis e drones iranianos, além de instalações de radar costeiro. A tensão aumentou após o Irã atacar uma embarcação comercial próxima ao Estreito de Ormuz na quinta-feira (25), quando um drone iraniano atingiu o porta-contêineres Ever Lovely, de bandeira de Singapura, caracterizado como o primeiro ataque contra uma embarcação desde a assinatura do acordo entre os países.

Trump classificou a ação iraniana como uma “violação insensata” do acordo firmado. Em resposta, as forças americanas realizaram ataques a instalações militares iranianas nas proximidades do estreito. Após os bombardeios, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter lançado ataques contra posições militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. O Ministério das Relações Exteriores iraniano acusou Washington de violar o memorando de entendimento, mas as forças armadas americanas não confirmaram os ataques de Teerã.

Uma fonte dos EUA declarou que drones iranianos foram detectados, mas não atingiram seus alvos. Durante a madrugada deste sábado (27), o Bahrein, que abriga uma importante base militar americana, informou ter sido alvo de drones iranianos, classificando a ação como uma violação de sua soberania.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (27) que o Irã “deixará de existir” caso viole o cessar-fogo mais uma vez. A declaração foi feita em uma publicação na rede social Truth Social, onde Trump acusou Teerã de infringir o acordo, o que resultou em ataques das Forças Armadas dos EUA contra locais de armazenamento de mísseis e drones iranianos.

Trump acrescentou que pode chegar um momento em que os Estados Unidos serão “forçados a concluir militarmente o trabalho que começamos com tanto sucesso”. A fala do presidente americano ocorre em um contexto de crescente tensão entre os dois países, especialmente após o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informar que as Forças Armadas realizaram novos ataques contra alvos iranianos nas imediações do Estreito de Ormuz.

Segundo o CENTCOM, os ataques foram uma resposta a um incidente em que um drone iraniano atingiu um petroleiro de bandeira panamenha na manhã de sábado. As aeronaves militares americanas tiveram como alvos infraestrutura de vigilância militar iraniana, sistemas de comunicação, locais de defesa aérea, além de instalações de armazenamento de drones e capacidades de lançamento de minas. Apesar da escalada, o trânsito de embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz deve continuar normalmente, conforme comunicado oficial.

As autoridades iranianas ainda não se pronunciaram sobre os ataques, que seguem uma série de confrontos na região. Na sexta-feira (26), os EUA já haviam atacado locais de armazenamento de mísseis e drones iranianos, além de instalações de radar costeiro. A tensão aumentou após o Irã atacar uma embarcação comercial próxima ao Estreito de Ormuz na quinta-feira (25), quando um drone iraniano atingiu o porta-contêineres Ever Lovely, de bandeira de Singapura, caracterizado como o primeiro ataque contra uma embarcação desde a assinatura do acordo entre os países.

Trump classificou a ação iraniana como uma “violação insensata” do acordo firmado. Em resposta, as forças americanas realizaram ataques a instalações militares iranianas nas proximidades do estreito. Após os bombardeios, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter lançado ataques contra posições militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. O Ministério das Relações Exteriores iraniano acusou Washington de violar o memorando de entendimento, mas as forças armadas americanas não confirmaram os ataques de Teerã.

Uma fonte dos EUA declarou que drones iranianos foram detectados, mas não atingiram seus alvos. Durante a madrugada deste sábado (27), o Bahrein, que abriga uma importante base militar americana, informou ter sido alvo de drones iranianos, classificando a ação como uma violação de sua soberania.

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